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Alunos de Várzea Grande são premiados em Concurso do Ministério Público do Trabalho

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Alunos das escolas da rede municipal de Várzea Grande receberam segunda-feira, 12, no auditório do Anexo I da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), a premiação do concurso ‘MPT na Escola’, idealizado pelo Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso (MPT/MT). O projeto do MPT/MT fomenta o debate em sala de aula sobre os direitos da criança e do adolescente, especialmente a erradicação do trabalho infantil e a proteção ao trabalhador adolescente.

A apresentação artística de abertura da cerimônia ficou por conta do Coral ‘Doce Melodia’ dos alunos da EMEB Emanuel Benedito de Arruda, do bairro Santa Maria.

De acordo com a superintendente Pedagógica da SMECEL, Luz Marina Coelho, a parceria entre Educação e o Ministério Público do Trabalho já está no seu 3º ano de sucesso, inserindo-se dentre as iniciativas importantes para garantir a infância e adolescência plena à todas as crianças.

Segundo a subsecretária da SMECEL, Maria Alice Barros o projeto do Ministério Público do Trabalho trata de um conjunto de ações voltadas ao fomento e promoção de debates nas escolas de Ensino Fundamental entre alunos, professores e comunidade escolar de temas relativos aos direitos da criança e do adolescente, especialmente sobre a erradicação do trabalho infantil e a proteção ao trabalhador adolescente, bem como sobre a importância da segurança e saúde nas escolas, além das ações com o propósito de disseminar a cultura da preservação de acidentes e doenças nas escolas.

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O concurso premiou os alunos participantes que conquistaram o 1º e o 2º lugar nas categorias: Conto, Poesia, Desenho e Música nos três grupos – 4º e 5º, 6º e 7º e 8º e 9º anos do Ensino Fundamental.

O 1º lugar – categoria Desenho, do grupo 1: 4º e 5º ano, com o tema Trabalho Infantil ficou com a aluna Myrella Dulino de Amorim da EMEB Gonçalo Domingos de Campos. O 2º lugar da categoria Conto ficou com a aluna Layza Silva Bambil, da EMEB Bianka Lorena da Rocha Capilé.

O 1º lugar – categoria Conto, do grupo 2: 6º e 7º ano, com o tema Profissionalização do Adolescente/Aprendizagem Profissional ficou com a aluna Rhianny Lemes de Jesus, da EMEB Faustino Antônio da Silva. O 2º lugar – categoria Desenho ficou com a aluna Maria Luiza Souza Amorim, da EMEB Manoel Corrêa de Almeida.

O 1º lugar – categoria Conto, do grupo 3: 8º e 9º ano, com o tema Segurança e Saúde nas Escolas e no Trabalho, ficaram com os alunos Adriano Corrêa da Silva e Bruno Henrique Moraes, da EMEB Gonçalo Domingos de Campos e o 2º lugar – categoria Desenho ficou com a aluna Kennay Teixeira da Silva, da EMEB Manoel Corrêa de Almeida.

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Os alunos classificados nos primeiros lugares foram presenteados com uma bicicleta e os alunos segundo lugares ganharam mochilas escolares.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande amplia inclusão e anuncia novas medidas para crianças neurodivergentes e PCDs

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A noite desta segunda-feira (31) foi marcada por acolhimento, escuta e novas perspectivas para famílias de crianças neurodivergentes e pessoas com deficiência em Várzea Grande. Realizado no Complexo Esportivo Fiotão, o 1º Encontro Intersetorial com as Famílias Atípicas reuniu famílias, profissionais e representantes das áreas de Educação, Saúde e Assistência Social para apresentar avanços e novas ações voltadas à inclusão no município.

A prefeita Flávia Moretti destacou que a principal proposta da gestão é integrar as três áreas para garantir que as famílias tenham acesso aos serviços de forma mais simples e humanizada.

“Meu sonho é que as famílias atípicas tenham as três secretarias trabalhando juntas: Assistência Social, Saúde e Educação. É isso que estamos construindo. Cada passo que damos representa uma evolução e mostra que estamos avançando para garantir os direitos dessas crianças”, afirmou.

Entre as novidades está a prioridade de matrícula para crianças neurodivergentes e PCDs, que terão acesso ao processo de matrícula dez dias antes da abertura para os demais estudantes. A gestão também anunciou a criação de novas unidades para descentralizar o atendimento especializado e a implantação de salas de recursos multifuncionais nas escolas com maior número de estudantes desse público.

Outra mudança será a criação de um fluxo integrado de atendimento desde a matrícula. A proposta é reunir informações e relatórios da criança durante sua trajetória na rede municipal, garantindo que, ao seguir para a rede estadual, ela leve consigo o histórico necessário para dar continuidade ao atendimento.

“Vamos mudar desde o processo de matrícula. A criança vai ter seu histórico e todo o acompanhamento registrado. Isso é garantir o direito dela desde a entrada na escola”, explicou Flávia.

A proposta também prevê uma comunicação mais próxima entre Educação, Saúde e Assistência Social. Quando professores, coordenadores ou diretores identificarem que uma família precisa de apoio, a própria escola poderá acionar as secretarias responsáveis para encaminhar a demanda.

“Se a escola detectar que aquela família precisa de apoio da Saúde ou da Assistência Social, essas secretarias poderão ser acionadas. A escola será esse canal de comunicação para facilitar o acesso das famílias aos serviços”, destacou a prefeita.

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A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressaltou que a construção das políticas públicas precisa partir da escuta das famílias.

“Quem conhece a dor da inclusão é a família que convive diariamente com essa criança. Eu não sou uma mãe atípica e, por mais que consiga dimensionar o tamanho do desafio, nunca vou sentir completamente o que vocês vivem. Por isso, preciso ouvir”, afirmou.

Maria Fernanda lembrou ainda que uma das primeiras ações da gestão foi buscar melhores condições para o atendimento especializado, com a transferência do João Ribeiro para uma sede própria.

Novidades na Saúde

Na área da Saúde, o secretário interino Michael Alves destacou a reestruturação do Centro Especializado em Reabilitação (CER), que passou a funcionar em um espaço com melhores condições de acessibilidade. O município também está construindo uma nova sede do serviço, com previsão de salas sensoriais, fisioterapia, ginásio e ambientes voltados ao desenvolvimento da autonomia.

Outra medida é a descentralização do atendimento, com a Unidade Descentralizada de Reabilitação (UDR) na região do São Mateus, aproximando os serviços das famílias que vivem nas regiões mais afastadas.

Famílias como parte da construção

O encontro também reforçou a importância da participação das famílias na construção das políticas públicas. Para Dina Toledo, presidente do Movimento das Famílias Atípicas de Várzea Grande, a presença dos responsáveis demonstra a importância do diálogo com a gestão.

“Entendemos que estamos sendo ouvidos, e a quantidade de famílias presentes aqui já demonstra a importância desse diálogo”, afirmou.

Atualmente, cerca de 2,3 mil crianças neurodivergentes e PCDs estão matriculadas na rede municipal, número que deve crescer nos próximos anos. Por isso, a prefeita reforçou que a informação precisa chegar a todas as famílias.

“A gente precisa chegar até essas famílias. Quando encontrarem outra família que não veio, levem a informação. Ela terá os mesmos direitos e as mesmas orientações”, pediu Flávia.

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Mais do que apresentar novos serviços, o encontro no Fiotão reforçou o compromisso de construir uma rede de atendimento integrada, em que a criança seja acolhida desde a matrícula e tenha seus direitos acompanhados pelas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social. O trabalho tem como ponto de partida a escuta das famílias e como objetivo garantir mais inclusão, cuidado e oportunidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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