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Plínio Valério cobra votação de PEC que amplia autonomia do Banco Central

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) voltou a defender a ampliação da autonomia financeira e orçamentária do Banco Central. Durante pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (1º), ele cobrou a votação da PEC 65/2023, proposta de emenda à Constituição que tem esse objetivo — Plínio é o relator da matéria.

O parlamentar afirmou que a proposta, além de fortalecer o funcionamento da instituição, aumenta sua capacidade de atuação, contribuindo — segundo ele — para o controle da inflação, a supervisão do sistema financeiro e o combate a fraudes.

Além disso, o senador argumentou que a PEC protege o pix ao incluir na Constituição regras sobre o sistema de pagamentos instantâneos.

Plínio disse que houve um acordo para que a proposta fosse analisada no Plenário do Senado após a sua aprovação na Comissão de Constituição e Justiça da Casa (CCJ). Mas ele ressaltou que o compromisso ainda não foi cumprido.

— Ao ser aprovada na CCJ, a PEC viria para o Plenário e seria votada na primeira reunião presencial. Ficamos alguns meses com reuniões semipresenciais e eu não me manifestei. Aconteceram reuniões presenciais, e nada. Nós estamos colocando em risco não apenas o Banco Central, que está para colapsar. Não estamos colocando em risco apenas o funcionamento do pix, mas, acima de tudo, a propriedade dessa criação, que hoje é patrimônio brasileiro — declarou ele.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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CLDF homenageia corais evangélicos com sessão solene

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal sediou a sessão solene “O Evangelho em Louvor: proclamando Jesus Cristo por meio da música” na noite da última segunda-feira (31). Proposta pelo deputado Eduardo Pedrosa (União), a solenidade prestou homenagem aos corais Excelso, Vozes Angelicais e Ágape, reconhecendo o impacto social, cultural e espiritual que esses grupos desempenham há décadas nas comunidades do Distrito Federal.

A mesa diretora dos trabalhos foi presidida por Eduardo Pedrosa e composta pela maestrina Nair Teixeira Silva, do Coral Ágape, pelo pastor e segundo maestro Israel Ronner Nunes, do Coral Excelso, pela primeira maestrina Shirley Souza da Silva, do Coral Excelso, e pelo segundo maestro Rômulo Benício Barbosa, do Coral Vozes Angelicais. A cerimônia contou com a execução solene do Hino Nacional Brasileiro e com a entrega de moções de louvor assinadas pelo presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB), a dezenas de coristas que se destacaram no canto sacro.

O deputado Eduardo Pedrosa destacou que o surgimento e a consolidação dos três corais homenageados estão diretamente entrelaçados com a história de Brasília e com a ocupação da capital por trabalhadores pioneiros, conhecidos como candangos. Segundo o deputado, muitos desses trabalhadores, de confissão cristã evangélica, erguiam templos de madeira provisórios onde cultuavam e proclamavam a palavra de Deus por meio do canto sagrado. “Cada uma dessas instituições musicais traz uma trajetória rica de serviço comunitário e dedicação que atravessa gerações”, afirmou.

Tiago Orihuela/Agência CLDF

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O Coral Vozes Angelicais, por exemplo, nasceu em um templo de madeira no Núcleo Bandeirante e se desenvolveu de forma contínua junto à Assembleia de Deus Ministério Madureira de Brasília, tornando-se referência pelas apresentações e cantatas de Natal encenadas na Catedral Baleia. Com apresentações que já cruzaram o país por estados como Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Rio de Janeiro, o grupo conta atualmente com mais de 60 coristas sob a regência do maestro Fábio Silva Alves.

Por sua vez, o Coral Excelso, fruto da Catedral das Assembleias de Deus do Gama, teve início em um modesto barracão de madeira erguido no Setor Leste com o apoio solidário de fiéis do Núcleo Bandeirante e da Vila IAPI. O grupo cresceu sob as regências históricas dos maestros Pedro Miguel da Silva e José Maria Moreira, tornando-se notório por sua qualidade técnica e por revelar músicos de destaque com atuação no cenário nacional e internacional.

Já o Coral Ágape surgiu na Primeira Igreja Batista de Ceilândia, cuja história remonta à transferência da congregação do Núcleo Bandeirante para a nova região administrativa. Fundado pelo pastor Argio Bandeira, o grupo passou pela regência da missionária Ângela Aparecida Alcântara Ribeiro e, posteriormente, foi assumido pela maestrina Nair Teixeira Silva, que segue na liderança de seus quinze coristas.

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O maestro Rômulo Benício observou que a atividade do canto funciona como um catalisador de convivência humana saudável, ressaltando que os ensaios representam grandes momentos de diversão e troca mútua entre os integrantes. Shirley Souza da Silva corroborou essa visão, pontuando que o canto coral funciona como um espaço de acolhimento e união de diferentes gerações, reunindo desde crianças e jovens até a terceira idade.

Tiago Orihuela/Agência CLDF

O tema da saúde mental e do poder terapêutico da música foi abordado com profundidade durante a solenidade. A maestrina Nair Teixeira Silva relatou o impacto positivo do coral na vida de participantes que relatam alívio de dores físicas, depressão e crises emocionais agudas, funcionando inclusive como uma importante barreira contra sentimentos de desistência. O deputado Eduardo Pedrosa reforçou esse testemunho compartilhando um relato de sua atuação parlamentar na comunidade de São Sebastião, onde uma mãe em profundo sofrimento psicológico manifestou ter recuperado a vontade de viver ao ser acolhida e envolvida em um projeto comunitário associado à música e à dança.

Ao final da sessão solene, o público presente pôde acompanhar a apresentação musical conjunta dos corais Excelso, Vozes Angelicais e Ágape, realizada na área externa da CLDF. A sessão solene está disponível na íntegra no canal da TV Câmara Distrital no Youtube.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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