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SAÚDE

Adesão a planos de saúde cresce mais de 10% em MT

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SAÚDE

Percentualmente falando, os planos de saúde em Mato Grosso crescem mais que no Brasil

O número de beneficiários de planos de saúde em Mato Grosso alcançou a marca de 665.455 em dezembro do ano passado, o que significa aumento de 10,48% em relação a 2020. A informação é da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No último mês de 2020, o número de planos ativos chegou a 602.312.

Com demanda, Marlene Moraes passou de consultora de vendas à corretora

Algumas informações geram curiosidade sobre esse mercado. O crescimento em Mato Grosso surpreende em relação aos números no Brasil, quando em um ano registrou aumento de 3,18% em relação a dezembro de 2020.

Os planos coletivos abarcam o maior número de beneficiários. Ou seja, empresas investem em benefícios aos

funcionários. Outro detalhe interessante foi o crescimento de beneficiários por faixa etária. Na análise anual, a faixa etária de 39 a 43 anos foi a que apresentou o crescimento mais expressivo na assistência médica (7,12%), seguido pela faixa etária de 44 a 48 anos (6,49%).

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Pandemia gera maior interesse

Especialistas relacionam a expansão da preocupação dos brasileiros com saúde e bem-estar com a grande necessidade de atendimento médico no período da pandemia.

A empresária Michelen Ferreira Araújo, 36 anos, contratou um plano durante a pandemia. “As unidades de saúde sempre lotadas e notícias de falta de atendimento me levaram a contratar um plano. Uma segurança mais. Fiquei mais tranquila”, disse Michelen.

Michelen Ferreira - cliente Amar Corretora

Michelen adquiriu um plano de saúde no período da pandemia

O crescimento dos planos ativos é atribuído ao momento de muita procura por atendimento hospitalar e também às muitas opções de operadoras de seguros e ampliação dos benefícios. “Com um plano, o consumidor sabe exatamente qual a rede disponível para atendimento médico e fazer exames. Muitas operadoras ampliaram a rede credenciada e hospitais também trouxeram novidades como, por exemplo, a telemedicina, onde o paciente não precisa sair de casa e é possível receber prescrição de medicamentos, obter pedidos de exames, receber atestados ou encaminhamentos para outros serviços de saúde, tudo isso em formato digital”, revela Marlene Moraes, especialista em Saúde da Amar Corretora.

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Marlene destaca cuidados importantes na hora de contratar um Plano ou Seguro Saúde.

  • verifique se o plano ou seguro (a principal diferença está na rede de atendimento) está de acordo com sua necessidade;
  • se acomodação é privativa ou compartilhada;
  • o plano é hospitalar e ambulatorial ou somente hospitalar;
  • o local de atendimento é apenas na cidade do beneficiário, no estado ou em grupos de cidades, estados ou em todo o brasil;
  • também é indispensável saber sobre alguma carência a ser cumprida;
  • se é coparticipação, tem acesso e compreende bem a tabela de reembolso.

Ainda de acordo com Marlene, o plano de saúde precisa seguir regras e estar cadastrado na ANS.

Autor: S.A. Comunicação

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SAÚDE

Ministério da Saúde reforça vacinação de crianças e adolescentes em São Paulo

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O Ministério da Saúde iniciou a Campanha de Multivacinação 2026 para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos e elevar as coberturas vacinais em todo o país. A mobilização segue até 1º de setembro, com o Dia D nacional em 22 de agosto. Ao longo de 2026, o estado São Paulo já recebeu 41,1 milhões de doses de vacinas, todas integrantes do Calendário Nacional de Vacinação.

“Estamos recuperando a cobertura vacinal, mas sempre temos que manter isso atualizado. Também estamos chamando a atenção para o reforço da vacina do sarampo. Outros países do mundo pararam de vacinar, tiveram explosão de casos de sarampo. Os Estados Unidos estão vivendo o maior surto de sarampo nos últimos 35 anos da história deles. E esses casos vêm para o Brasil, de forma importada”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Para viabilizar a campanha, 1,5 milhão de doses de vacinas foram distribuídas aos estados. Ao longo de 2026, o Ministério da Saúde já destinou mais de 180 milhões de doses a todos os estados e ao Distrito Federal, garantindo o abastecimento da rede e apoiando as estratégias de vacinação em todo o país.

A distribuição das vacinas destinadas à campanha aos estados está em andamento, conforme as solicitações encaminhadas pelas unidades federativas. Alguns estados ainda não registraram solicitações no sistema, o que pode indicar que os estoques já disponíveis estão sendo utilizados para a mobilização.

A pasta garante o abastecimento regular de vacinas a todos os estados e o Distrito Federal. A gestão do quantitativo dos imunizantes é feita pelas secretarias de saúde dos estados, responsáveis por solicitar os imunizantes ao Ministério.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra doenças imunopreveníveis. Manter altas coberturas é fundamental para proteger crianças e adolescentes, reduzir a circulação de vírus e bactérias e evitar o retorno ou a disseminação de doenças que podem causar complicações graves, sequelas e até mortes.

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Entre as doenças que podem ser evitadas pela vacinação estão formas graves de tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, infecções por rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos, influenza (gripe), covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela (catapora), infecções pelo papilomavírus humano (HPV) e dengue.

Esta é a primeira edição da multivacinação com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.

A mobilização também contempla atualizações recentes do calendário, como a oferta da vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos e a vacinação contra a covid-19 para crianças, conforme as indicações específicas de cada imunizante.

A vacinação será seletiva. Os profissionais de saúde vão conferir a caderneta e aplicar somente as doses necessárias para iniciar ou completar o esquema previsto. Pais e responsáveis devem levar o documento aos serviços de vacinação.

Vacinas disponíveis

Durante a estratégia, poderão ser ofertadas, conforme idade, histórico vacinal e indicação:

  • BCG;
  • Hepatite B;
  • Penta (DTP/Hib/HB);
  • Poliomielite (VIP);
  • Rotavírus humano;
  • Pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente;
  • Meningocócica C;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Meningocócica ACWY;
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • dT;
  • HPV4;
  • Dengue tetravalente. 

Vacinação contra o sarampo

Como parte da mobilização, o Ministério da Saúde intensificou a vacinação contra o sarampo nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Nesses três municípios, a orientação é ampliar a oferta da vacina para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, de forma indiscriminada, durante a estratégia.

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“Nós estamos chamando pessoas até 59 anos para se vacinar contra o sarampo, para a gente ter garantia do bloqueio, não deixar acontecer no Brasil o que está acontecendo nos Estados Unidos hoje, e nem o que aconteceu em São Paulo em 2019, que chegou a 20 mil casos de sarampo. A campanha vai até o dia 1º de setembro. O Ministério da Saúde distribuiu quase 180 milhões de doses de vacinas para crianças e adolescentes em todo o país”, informou o ministro.

A medida foi adotada após o registro de casos de sarampo relacionados à importação do vírus e busca elevar a cobertura vacinal, ampliar a proteção da população e reduzir o risco de transmissão.

A vacina utilizada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Para crianças de 6 a 11 meses, a chamada dose zero é uma dose adicional e não substitui as doses de rotina, que devem ser aplicadas aos 12 e aos 15 meses. A necessidade de vacinação das demais faixas etárias será verificada pelos profissionais de saúde de acordo com a idade e o histórico vacinal.

Em São Paulo, 3,2 milhões de doses da vacina tríplice viral foram destinadas ao reforço do abastecimento, garantindo a continuidade da vacinação contra o sarampo. 

Novo reforço contra a poliomielite

Desde 3 de agosto de 2026, o esquema de vacinação contra a poliomielite passou a incluir o segundo reforço da vacina poliomielite (VIP) aos 4 anos de idade.

A mudança complementa o esquema exclusivamente com VIP adotado pelo Brasil desde 2024 e reforça a proteção contra a poliomielite, doença que ainda não foi erradicada mundialmente.

O Brasil não registra casos de poliomielite há décadas e mantém a vacinação como principal medida para evitar a reintrodução do poliovírus.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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