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Mobilização social e ativismo pela democracia serão abordados em live nesta quinta-feira (22)

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A Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom) realiza nesta quinta-feira (22), às 19h, a terceira live do Ciclo de Debates “Educomunicação, Democracia e Eleições”. Com o tema “Educomunicação, mobilização social e ativismo pela democracia”, o encontro reunirá representantes do Programa de Combate à Desinformação do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCd) – que são parceiros desta ação – e do projeto de extensão Escola de Educomunicação e Direitos Humanos (EducomDH), da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). A transmissão ocorrerá simultaneamente pelos canais no YouTube da ABPEducom e do STF e pela TV Justiça. Haverá interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Sob mediação da jornalista, educomunicadora e sócia da ABPEducom Suéller Costa, a mesa terá como objetivo destacar iniciativas que vêm mobilizando a sociedade para promover a constante conscientização de seus direitos e deveres, dentre eles, os relacionados ao acesso à informação, e, por sua vez, da comunicação e expressão. Estratégias adotadas para auxiliar no combate à desinformação, em especial em tempos de eleições, serão evidenciadas pelos grupos envolvidos, que se comprometem em trabalhos que visam, sobretudo, ao fortalecimento da democracia. A iniciativa é correalizada pelo Núcleo Regional da ABPEducom no Vale do Paraíba e tem apoio do Educom Alto Tietê.

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Representantes

O Programa de Combate à Desinformação do STF será representado por Gabriela Guerreiro, jornalista e coordenadora de Imprensa do Supremo e integrante do Comitê Gestor do programa. Ela é doutoranda em Poder e Processos Comunicacionais do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília (UnB).

Edgard Rebouças é o coordenador de Pesquisa da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCd) e abordará o trabalho que desenvolve à frente da iniciativa. Sua formação é em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, com mestrado em Ciências da Informação e Comunicação pela Universidade Grenoble 3, na França, e doutorado em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo. É professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e coordena o Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades e o Observatório da Mídia, ambos dessa instituição. Rebouças é também o atual diretor de Relações Internacionais da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).

Andrea Trigueiro é jornalista, pesquisadora, professora da Unicap e associada da ABPEducom. Tem passagem por veículos como a Rádio Jornal, Rádio Clube de Pernambuco, CBN e Rede Globo Nordeste. Atualmente, integra o grupo Dialógica Comunicação Estratégica, com consultoria na área do Marketing Digital e Media Training. Desenvolve trabalhos no campo da Educomunicação e Direitos Humanos com foco na produção de conteúdo para web. É coordenadora da especialização em Jornalismo Independente da Unicap, da agência laboratório UniLab.com e do projeto de extensão EducomDH. Trigueiro é mestre em Educação Matemática e Tecnológica pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e doutora em Comunicação pela mesma instituição.

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Fonte: STF

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Renato Nery: sua morte exige voz, justiça e memória

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A morte brutal do advogado e ex-presidente da OAB-MT, Dr. Renato Gomes Nery, não pode ser tratada com indiferença. Trata-se de um crime que atinge diretamente a advocacia e a democracia. Renato foi um homem honrado, combativo e comprometido com a justiça — sua memória exige respeito e posicionamento firme por parte da sociedade e das instituições.

É inaceitável que um colega de trajetória tão marcante seja silenciado sem uma reação proporcional à gravidade do que ocorreu. Tive a honra de iniciar minha vida institucional na OAB-MT como conselheiro estadual em sua gestão. Conheci de perto o homem e o advogado.

Como ex-presidente da OAB-MT, tenho a obrigação de falar de Renato Nery. Não posso me calar diante da execução de um colega que também ocupou essa honrosa função. A presidência da Ordem não é apenas um cargo: é um compromisso com a defesa intransigente da advocacia e da democracia. Renato honrou essa missão com coragem, combatividade e senso de justiça.

A execução do colega, agora apontada pelas investigações como motivada por disputas fundiárias, exige não apenas uma rigorosa apuração policial, mas também uma profunda reflexão sobre os riscos enfrentados pelos que exercem a advocacia com independência e compromisso. O advogado precisa ter, acima de tudo, segurança para atuar. Sem isso, toda a estrutura democrática se fragiliza.

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É essencial que todos os desdobramentos do crime sejam investigados com máxima seriedade, inclusive aqueles de natureza patrimonial – para afastar oportunistas. Nada pode ser omitido ou minimizado. Só assim evitaremos injustiças irreparáveis e honraremos verdadeiramente a memória de Renato.

Neste momento em que prisões foram realizadas, inclusive de pessoas apontados como mandantes, é justo reconhecer o trabalho diligente dos órgãos de segurança pública, especialmente da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa. A atuação firme e técnica tem sido crucial para elucidar os fatos e oferecer respostas à sociedade.

À família de Renato, deixo minha solidariedade mais sincera. Que o legado de integridade, coragem e compromisso deixado por ele sirva como farol para todos os que ainda acreditam no poder transformador da advocacia e na força da verdade.

Renato Nery merece ser lembrado, respeitado e defendido — em vida e na memória. Seu nome não pode ser esquecido, nem a sua luta ignorada.

Por Ussiel Tavares, advogado e ex-presidente da OAB-MT

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