JURÍDICO
Ministra Rosa Weber dá posse a secretários e assessores que atuarão na gestão
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Um dia após assumir a Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Rosa Weber empossou, nesta terça-feira (13), a nova diretoria do Tribunal para a próxima gestão. Além do novo diretor-geral, Miguel Piazzi, e do novo secretário-geral, Estêvão Waterloo, tomaram posse dezenas de profissionais, entre secretários, assessores-chefes, chefes de gabinete e coordenadores.
Na solenidade, a presidente agradeceu a todos os empossados. “Tenho certeza absoluta de que, com o comprometimento e a dedicação de todos e com o esforço comum, conseguiremos entregar à sociedade brasileira a melhor prestação de serviços, considerando e buscando o aperfeiçoamento da nossa instituição, que é um orgulho para todos nós”, afirmou.
Veja a lista completa da equipe da nova gestão:
Secretaria-Geral da Presidência
Estêvão André Cardoso Waterloo, secretário-geral
Secretaria do Tribunal
Miguel Ricardo de Oliveira Piazzi, diretor-geral
Gabinete da Presidência
Paula Pessoa Pereira, chefe de gabinete
Rogério Augusto Viana Galloro, assessor especial
Júlio Luz Sisson de Castro, assessor II
Juízes auxiliares da Presidência
Mateus de Freitas Cavalcanti Costa
Hugo Sinvaldo Silva da Gama Filho
Juiz instrutor da Presidência
Márcio Schiefler Fontes
Secretaria Judiciária
Adauto Cidreira Neto, secretário
Secretaria de Gestão de Precedentes
Aline Carlos Dourado Braga, secretária
Auditoria Interna
Armando Akio Santos Doi, auditor-chefe
Assessoria de Cerimonial
Célia Regina de Oliveira Gonçalves, assessora-chefe
Assessoria de Articulação Parlamentar
Clay Souza e Teles, assessor-chefe
Assessoria de Segurança da Informação
Marcelo Antonio da Silva, assessor-chefe
Assessoria de Assuntos Internacionais
Osvaldo dos Santos Pizzá, assessor-chefe
Assessoria Processual
Ana Paula Vilela de Pádua, assessora-chefe
Daniel Augusto Moreira, assessor especial
Gabriel Henrique Lessa Richard, assessor especial
Giuliano Koth Ribas, assessor especial
Marcella Pereira Ferraro, assessora especial
Breno Pinheiro Franco de Araujo, assessor I
Luciana Lopes e Silva Figueroa, assessora I
Assessoria de Análise de Recursos
Carlos Augusto de Araújo Lima Filho, assessor-chefe
Daniela Fernandes Daros, assessora especial
Marina Godoy de Miranda Araújo, assessora I
Assessoria do Plenário
Carmen Lilian Oliveira de Souza, assessora-chefe
Gabinete do Secretário-Geral da Presidência
Edimar Rosa da Silva, chefe de gabinete
Fabio Luis Furrier, assessor especial
Patrícia Pereira de Moura Martins, assessora especial
Gabinete do Diretor-Geral
Cleber Silva Mota, chefe de gabinete
Luciano Ribeiro de Santana, assessor I
Marcio Tagliari Filho, assessor I
Central do Cidadão
Gustavo da Fonseca Sandanielli Montú, assessor-chefe
Secretaria de Altos Estudos, Pesquisas e Gestão da Informação
Manuelita Hermes Rosa Oliveira Filha, secretária
Secretaria de Comunicação Social
Mariana Araújo de Oliveira, secretária
Assessoria de Projetos Judiciais
Raulino Palha de Miranda, assessor-chefe
Secretaria de Gestão Estratégica
Vinícius Nascimento Porto, secretário
Secretaria de Gestão de Pessoas
Cícero Rodrigues de Oliveira Gomes, secretário
Nelson Parucker Junior, assessor I
Secretaria de Serviços Integrados de Saúde
Denise Gomes da Silva, secretária
João Ferreira Marques, assessor II
Cláudia Torres Lima da Silveira, assessora I
Secretaria de Administração de Serviços e Gestão Predial
Edmilson Palma Lima, secretário
Secretaria de Orçamento, Finanças e Contratações
Jean Mary Almeida Soares, secretário
Cyntia Maria Martins Santos, assessora I
Secretaria de Segurança
Marcelo Canizares Schettini Seabra, secretário
Rogério Gomes Viana, assessor I
Assessoria Jurídica
Mônica Maria Gomide Madruga Ribeiro, assessora-chefe
Fábio Conforto de Alencar Moreira, assessor I
João Naylor Villas-Boas Agra, assessor I
Nádia Melissa Casagrande, assessora I
Secretaria de Tecnologia da Informação
Natacha Moraes de Oliveira, secretária
Assessoria de Apoio Gerencial
Rodrigo Lobo Canalli, assessor-chefe
Assessoria de Apoio à Governança e Conformidade
Valmi Alves de Sousa, assessor-chefe
Luciano Quadrado de Moraes, assessor II
Frederico Lobo de Oliveira, assessor I
Roberto Bezerra, assessor
Coordenadoria de Registros Funcionais e Pagamento
Fabiano Alcântara Parente Farias, coordenador
Coordenadoria de Planejamento e Gestão das Contratações
Juscieli Batista de Sousa Urquiza, coordenadora
Coordenadoria Processos Criminais
Paula Vasconcelos da Silva, coordenadora
Fonte: STF
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Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor
Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor
Prazo para a prestação de contas parcial das Eleições 2026 termina neste domingo, 13 de setembro, e mostra por que acompanhar o dinheiro da campanha também faz parte do voto consciente.
Durante uma eleição, o eleitor acompanha pesquisas, propostas, debates, alianças e propaganda. Mas há outro aspecto que também merece atenção: d e onde vem o dinheiro que financia uma campanha e como ele está sendo utilizado.
Neste domingo, 13 de setembro, termina o prazo para que partidos, candidatas e candidatos apresentem à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial das Eleições 2026 . Nela devem constar as movimentações financeiras e os recursos estimáveis em dinheiro registrados desde o início da campanha até 8 de setembro.
A prestação parcial funciona como uma espécie de fotografia financeira da campanha naquele momento. Ela permite verificar quanto foi arrecadado, quem contribuiu, quais despesas foram realizadas e como os recursos estão sendo empregados.
Mas é importante fazer uma distinção: informações financeiras da campanha podem aparecer antes da prestação parcial , porque os recursos recebidos devem ser informados à Justiça Eleitoral durante a própria campanha e os relatórios financeiros podem ser disponibilizados na internet em até 48 horas.
O dia 15 de setembro representa outro marco. Nessa data, a Justiça Eleitoral divulgará oficialmente, na internet, a prestação de contas parcial consolidada, com indicação dos doadores e dos respectivos valores declarados, observadas as regras de proteção de dados pessoais.
Para o eleitor, essas informações ajudam a enxergar a campanha por outro ângulo. Conhecer propostas é essencial, mas compreender quem financia uma candidatura e para onde o dinheiro está sendo direcionado também contribui para uma escolha mais consciente.
Para candidatos e partidos, a atenção deve ser redobrada. A prestação parcial precisa refletir a movimentação real da campanha. Omissões, inconsistências ou informações incorretas podem repercutir posteriormente na análise das contas eleitorais.
Também é importante lembrar que essa é apenas uma etapa. Após as eleições, haverá a prestação de contas final, quando toda a movimentação financeira da campanha será submetida à análise da Justiça Eleitoral.
A transparência eleitoral não está apenas no discurso do candidato. Ela também está na origem dos recursos, nos gastos realizados e na possibilidade de fiscalização pela sociedade.
Em uma democracia, saber quem pede o voto é fundamental. Saber quem financia a campanha também.
André Pozeti
Advogado, especialista em Direito Eleitoral, ex-juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e membro da Comissão Eleitoral da OAB/MT.
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