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POLITÍCA NACIONAL

Eleições 2026: conheça o primeiro suplente de cada partido representado na CLDF

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O Distrito Federal elegeu neste domingo (4) seus 24 representantes para a 10ª Legislatura da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), que se inicia em 2027 e vai até 2030. Ao todo, 17 representantes mantiveram seus mandatos e 7 novos parlamentares assumirão uma cadeira a partir do ano que vem.

O PL conquistou o maior número de vagas ao eleger 5 deputados distritais, seguido por PT, MDB, PP e Republicanos (com 3 cadeiras cada), PSOL e PSB (com 2 eleitos cada), e União Brasil, Podemos e PSD (com 1 representante cada).

Diversas lideranças alcançaram votação expressiva nas urnas e, embora não tenham conquistado a vaga direta, garantiram a posição de suplentes de suas legendas. Esses nomes podem assumir mandatos no decorrer da legislatura, seja por licenças, nomeações para outros cargos ou qualquer tipo de vacância. Confira quem são os primeiros suplentes de cada partido com representação na CLDF:


Delegado Fernando Fernandes (Republicanos) – 20.560 votos

Delegado da Polícia Civil, atuou como escrivão, conselheiro tutelar, administrador regional de Ceilândia e deputado distrital. Pauta sua atuação em segurança pública, prevenção ao uso de drogas e infraestrutura social com foco em Ceilândia e Sol Nascente.


Iolando (MDB) – 19.780 votos

Militar reformado da FAB, exerceu mandato de deputado distrital por duas legislaturas (2019–2026) e atuou como presidente da a Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC). Foca sua atuação em acessibilidade, inclusão social e direitos da pessoa com deficiência e dos idosos.

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Julia Lucy (PL) – 19.586 votos

É servidora pública federal e foi deputada distrital (2019–2022), período em que exerceu a função de Procuradora da Mulher na CLDF. Atua no incentivo ao empreendedorismo, desburocratização administrativa, fiscalização do gasto público e combate à violência contra a mulher.


Claudio Abrantes (UNIÃO BRASIL) – 15.801 votos

É policial civil e bacharel em Direito. Com forte ligação política em Planaltina, exerceu mandatos como deputado distrital e também ocupou cargos no Executivo do Distrito Federal. Já presidiu a Codhab e atuou na Secretaria de Cultura. Sua trajetória é marcada pela defesa da segurança pública, da cultura e da regularização fundiária.


Subtenente Geraldo Alves (PODEMOS) – 12.412 votos

Policial militar da PMDF com mais de 30 anos de serviço na corporação. Disputou eleições anteriores para a CLDF e direciona suas propostas para a segurança pública, valorização das forças policiais e demandas comunitárias da região do Gama.

Professora Jéssica Motta (PSB) – 11.458 votos

Professora da rede pública de ensino do Distrito Federal. Defende o fortalecimento da educação pública, a valorização da carreira do magistério e políticas públicas voltadas à juventude.

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Valdelino Barcelos (PP) – 10.781 votos

Empresário do setor de transporte de cargas e deputado distrital (2019–2022), período em que presidiu a Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana da CLDF. Defende pautas ligadas às áreas de mobilidade urbana, infraestrutura e transporte.


Cleber DF Aguasclaras (PSD) – 8.390 votos

Empresário morador de Águas Claras, com atuação no acompanhamento das demandas comunitárias locais. Foca em propostas de mobilidade urbana, infraestrutura, segurança e apoio ao comércio da região.
 


Jacy Afonso (PT) – 7.165 votos

Bancário do Banco do Brasil, ex-presidente do PT-DF e da CUT-DF, e ex-administrador regional de Santa Maria. Concentra sua pauta política na defesa dos direitos dos trabalhadores, fortalecimento do serviço público e gestão de programas sociais no DF.


Madu K (PSOL) – 3.460 votos

Ativista social e militante dos direitos da juventude e da comunidade LGBTQIA+ no Distrito Federal. Tem atuação ligada à defesa da diversidade, igualdade de gênero, Direitos Humanos e ampliação de políticas públicas para os jovens.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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Paulo Paim defende que fim da escala 6×1 avance esta semana no Senado

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O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (6), defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e acaba com a escala 6×1.

— O presidente [do Senado] Davi Alcolumbre anunciou na semana passada que a PEC estaria na pauta desta semana, e está. Serão três sessões. Vamos tratar, enfim – como já fez a Câmara dos Deputados -, do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial. O texto foi aprovado na Câmara. De 513 parlamentares, só 19 votaram contra. Eu tinha certeza de que o Senado não ia manchar a história do Parlamento — afirmou.

O parlamentar reafirmou que a proposta moderniza as relações de trabalho e argumentou que o aumento da produtividade proporcionado pelos avanços tecnológicos deve resultar em melhores condições para os trabalhadores.

— Reduzir a jornada não é trabalhar menos para produzir menos; é trabalhar melhor, é modernizar a economia e produzir mais. Se a tecnologia aumentou tanto a capacidade de produzir, por que o trabalhador continua preso a uma jornada da época ainda de décadas e décadas atrás? Se tudo está mudando, por que a jornada do operário, do trabalhador, deveria permanecer congelada como no passado? — perguntou.

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Paim também rebateu críticas de que a redução da jornada poderia prejudicar a economia. O senador citou estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) segundo os quais a medida pode contribuir para a criação de até 4 milhões de empregos, ampliar a produtividade e permitir que mais jovens conciliem trabalho e estudo.

— A redução da jornada não pode ser tratada como sinônimo de desemprego; pelo contrário, ela tem que ser tratada como exemplo de mais emprego. Ela pode distribuir horas de trabalho; estimular novas contratações; aumentar o tempo disponível para consumo, lazer, educação, serviços; e pode movimentar a economia. Uma pessoa descansada trabalha com mais concentração, mais segurança e mais capacidade de aprendizado — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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