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A JE Mora ao Lado: mesário há 20 anos, participou pela primeira vez ainda na universidade

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Natural de Resende, no Rio de Janeiro, Cristian Xavier atua como mesário há mais de 20 anos. A parceria com a Justiça Eleitoral começou no pleito de 2000, quando passou no vestibular e participou do trote solidário proposto pela faculdade: doar sangue e se inscrever como mesário voluntário nas eleições. “Topei no ato. Desde então fui mesário, secretário até chegar a presidente de seção eleitoral”.

Mesários - A JE Mora ao lado - Cristian Xavier

Veja a entrevista no canal do TSE no YouTube.

Cristian se formou em engenharia mecânica e mudou de cidade e de estado. Foi trabalhar em São Paulo, mas manteve o domicílio eleitoral. Assim, em toda eleição ele volta para Resende (RJ) para votar, auxiliar no processo eleitoral e rever familiares e amigos de infância. “Sou mesário há muitos anos no mesmo local onde eu nasci. O dia da votação é um dia muito especial”, ressalta. 

Para ele, trabalhar nas eleições é uma forma de demonstrar amor pelo Brasil. “Sou muito apaixonado pelo meu país, e trabalhar nas eleições é uma forma de ajudar a mudar o futuro. Isso é muito importante”. Cristian não esconde sua preferência pelos pleitos  municipais: “Eleição municipal é mais amor, mais paixão, mais familia”, afirma. 

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Ele pretende prosseguir nessa missão por muitos anos e convoca os brasileiros a vivenciar essa emoção. “Você que é fiel ao nosso país e luta por sua melhoria contínua, venha fazer parte ativamente do processo eleitoral”.   

Série Mesários – a JE mora ao lado 

Essa história faz parte da série Mesários – a Justiça Eleitoral mora ao lado. Os textos estão sendo publicados a partir de fevereiro, mês em que a Justiça Eleitoral comemora 90 anos. A ideia é mostrar que a atuação para garantir o processo democrático por meio das eleições só é possível graças às mesárias e aos mesários que participam ativamente do processo eleitoral em todo o país.

MC/CM, DM

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Fonte: TSE

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Renato Nery: sua morte exige voz, justiça e memória

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A morte brutal do advogado e ex-presidente da OAB-MT, Dr. Renato Gomes Nery, não pode ser tratada com indiferença. Trata-se de um crime que atinge diretamente a advocacia e a democracia. Renato foi um homem honrado, combativo e comprometido com a justiça — sua memória exige respeito e posicionamento firme por parte da sociedade e das instituições.

É inaceitável que um colega de trajetória tão marcante seja silenciado sem uma reação proporcional à gravidade do que ocorreu. Tive a honra de iniciar minha vida institucional na OAB-MT como conselheiro estadual em sua gestão. Conheci de perto o homem e o advogado.

Como ex-presidente da OAB-MT, tenho a obrigação de falar de Renato Nery. Não posso me calar diante da execução de um colega que também ocupou essa honrosa função. A presidência da Ordem não é apenas um cargo: é um compromisso com a defesa intransigente da advocacia e da democracia. Renato honrou essa missão com coragem, combatividade e senso de justiça.

A execução do colega, agora apontada pelas investigações como motivada por disputas fundiárias, exige não apenas uma rigorosa apuração policial, mas também uma profunda reflexão sobre os riscos enfrentados pelos que exercem a advocacia com independência e compromisso. O advogado precisa ter, acima de tudo, segurança para atuar. Sem isso, toda a estrutura democrática se fragiliza.

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É essencial que todos os desdobramentos do crime sejam investigados com máxima seriedade, inclusive aqueles de natureza patrimonial – para afastar oportunistas. Nada pode ser omitido ou minimizado. Só assim evitaremos injustiças irreparáveis e honraremos verdadeiramente a memória de Renato.

Neste momento em que prisões foram realizadas, inclusive de pessoas apontados como mandantes, é justo reconhecer o trabalho diligente dos órgãos de segurança pública, especialmente da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa. A atuação firme e técnica tem sido crucial para elucidar os fatos e oferecer respostas à sociedade.

À família de Renato, deixo minha solidariedade mais sincera. Que o legado de integridade, coragem e compromisso deixado por ele sirva como farol para todos os que ainda acreditam no poder transformador da advocacia e na força da verdade.

Renato Nery merece ser lembrado, respeitado e defendido — em vida e na memória. Seu nome não pode ser esquecido, nem a sua luta ignorada.

Por Ussiel Tavares, advogado e ex-presidente da OAB-MT

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