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Horta comunitária do bairro Santa Maria entra na etapa de irrigação

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Os canteiros da horta comunitária do Centro de Referência em Assistência Social – CRAS, unidade Santa Maria, onde está sendo realizado o curso de Olericultura Básica, entra em uma nova etapa, o de plantio em alguns canteiros e, em outros onde as sementes já plantadas, os cuidados no processo de irrigação. 

Como explica o instrutor do Senar (Sistema Nacional de Aprendizagem Rural), Guilherme Guimaraes Vilela, o curso de Olericultura é baseado em várias etapas, entre aulas práticas e teóricas, e cada uma com a sua especificação. “Neste um mês de curso trabalhamos com o preparo da terra, produção de folhagem e do sistema de irrigação de hortaliças e de frutas, totalizando uma carga horária de 200 horas”. 

Ele destacou também que neste primeiro mês já se tem o que colher, uma vem que os primeiros canteiros foram semeados nos primeiros dias de curso, e a evolução das mudas já pode ser constatada. “Todos os canteiros estão preparados para receber uma espécie de hortaliça e frutas, mas nem todos os canteiros terão plantio das sementes, as espécies serão plantadas de acordo com a disponibilidade, ou preferência por um tipo de produto”.

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A coordenadora do CRAS Santa Maria, Ionice Feliciano Ribeiro, todo o espaço reservado para a horta já esta pronta para ser semeada, e a partir das primeiras colheitas, dos canteiros que já estão em processo de produção daremos sequência a novas produções. “A nossa intenção é produzir além de hortaliças, verduras e frutas tropicais, mas temos que seguir todas as metas previstas para cada plantio. Os alunos que participaram cursos que envolvem esse setor já estão capacitados e o resultado dos primeiros plantios já podem ser constatados”, destacou.

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, disse que a ideia de ocupar os espaços livres para a implantação das hortas comunitárias foi sugerida pela primeira-dama de Várzea Grande, a promotora de justiça Kika Dorilêo Baracat, em uma de suas visitas ao local. “Ela propôs essa iniciativa por entender que essa também é uma forma de se empreender, por isso a realização dos cursos de olericultura básica, ajudando a comunidade local na distribuição dos alimentos cultivados”, destacou.

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A titular da pasta disse ainda que esse projeto de horta comunitária deverá se estender às outras unidades dos CRAS, instalados nos bairros Cristo Rei, São Mateus e Jardim Glória. “Os usuários do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos também irão ajudar no cuidado com a horta bem como as crianças, uma vez que o espaço servirá também como uma fonte de atividade e aula de campo”, destacou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande MT

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Prefeitura reforça proibição de queimadas e alerta para aplicação de multas em Várzea Grande

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Com o período de estiagem e o aumento do risco de incêndios, a Prefeitura de Várzea Grande reforça a orientação para que os moradores não utilizem fogo para limpar terrenos, eliminar lixo ou queimar vegetação. A prática é proibida no município e pode resultar em multa.

A orientação faz parte da campanha “VG Sem Queimadas”, realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A iniciativa amplia as ações de prevenção, fiscalização e conscientização durante o período de maior risco de incêndios, entre agosto e outubro.

A Lei Municipal nº 4.515/2019 proíbe a realização de queimadas em vias públicas e dentro de imóveis públicos ou particulares, tanto na área urbana quanto na zona rural de Várzea Grande. O Decreto Federal nº 6.514/2008 também estabelece penalidades. O artigo 58-A prevê punição para quem provocar incêndio em floresta ou qualquer forma de vegetação nativa. Já o artigo 62, inciso XI, estabelece penalidade para quem queimar resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto ou em recipientes, instalações e equipamentos não licenciados para a atividade.

Quem colocar fogo pode ser multado

De acordo com a orientação jurídica, quem for flagrado colocando fogo poderá ser autuado mesmo que o terreno não seja de sua propriedade. Para a responsabilização, a fiscalização deve contar com o flagrante ou com provas concretas que demonstrem a autoria da queimada.

“O valor da multa varia conforme a natureza da infração. Nos casos de lixo, resíduos sólidos ou rejeitos queimados a céu aberto, a legislação federal prevê multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 50 milhões. Já nos casos de incêndio provocado em vegetação nativa, a multa prevista é de R$ 10 mil por hectare ou fração”, alerta o secretário da pasta, Ricardo Amorim.

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Proprietário também pode ser responsabilizado

O proprietário ou possuidor do imóvel também poderá ser responsabilizado quando a fiscalização constatar omissão na conservação do terreno ou falta de medidas para impedir ou conter a propagação do fogo.

“É necessário que seja identificada a relação entre a omissão e a ocorrência da queimada. Caso o proprietário demonstre que tomou providências para evitar ou combater o incêndio, essas informações deverão ser consideradas durante a fiscalização. Entre as medidas que podem comprovar a tentativa de prevenção ou combate estão o acionamento do Corpo de Bombeiros, o registro de boletim de ocorrência e a comunicação aos órgãos competentes”, explica o gestor.

A legislação municipal também prevê penalidade para quem deixar de prevenir ou impedir que terceiros realizem queimadas dentro de sua propriedade.

Prefeitura reforça estrutura de combate

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, a parceria com o Corpo de Bombeiros prevê o reforço da estrutura de atendimento às ocorrências.

“O termo de cooperação técnica pode ser estendido até o início de novembro, caso a falta de chuvas persista. O Município disponibiliza três veículos para auxiliar as equipes do Corpo de Bombeiros nas ocorrências, sendo duas caminhonetes equipadas com bombas de jato de água e um caminhão-pipa com capacidade para 20 mil litros de água”, explicou.

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A campanha “VG Sem Queimadas” busca reduzir as ocorrências durante o período de estiagem e orientar a população sobre os riscos ambientais e as consequências legais da utilização do fogo.

“Orientamos ainda aos proprietários que mantenham os terrenos limpos e adotem medidas para evitar a propagação das chamas. Em caso de incêndio, a recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros e comunicar os órgãos responsáveis. O cidadão autuado tem direito de apresentar defesa administrativa dentro dos prazos previstos em lei, com garantia do contraditório e da ampla defesa”, pontua Amorim.

Denúncias

As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp da Fiscalização Ambiental, pelo número (65) 98464-7809, inclusive com o envio da localização de possíveis focos de incêndio. As ocorrências também podem ser comunicadas diretamente ao Corpo de Bombeiros Militar, pelo 193, com atendimento 24 horas por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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