BRASIL
Desfile, exposição e apresentação aérea marcam a Semana da Pátria
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Brasília (DF), 31/8/2026 – A Semana da Pátria, em celebração ao Dia da Independência, comemorado em 7 de setembro, contará com diversas atrações na capital federal. A programação inclui o tradicional desfile na Esplanada dos Ministérios, a apresentação aérea de aeronaves na Base Aérea de Brasília e a Exposição da Semana da Pátria, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek. Todos os eventos terão entrada gratuita.
A exposição no Parque da Cidade ocorrerá de 5 a 7 de setembro, das 9h às 17h, no Estacionamento 12, próximo ao Parque Ana Lídia, e reunirá representantes das Forças Armadas, das forças auxiliares e de órgãos de segurança pública do Distrito Federal. A programação contará com atividades voltadas ao público infantil e apresentações de bandas militares.
Os visitantes poderão conhecer meios e equipamentos empregados pelas Forças Armadas em diferentes atividades operacionais, além de participar de experiências interativas. Entre as atrações estão simuladores de paraquedismo, periscópio, réplica da aeronave Demoiselle, painéis do Museu Aeroespacial (Musal) e visita virtual ao Farol da Ilha Rasa, experiência imersiva que permite ao visitante explorar digitalmente um dos mais antigos faróis da costa brasileira.
Base Aérea
A programação na Base Aérea de Brasília será dividida em dois momentos. No dia 5 de setembro, será realizada a 1ª Expo de Aviação & Tecnologia – Brasília Air Show, destinada a convidados e profissionais previamente credenciados. As solicitações de convite deverão ser encaminhadas ao e-mail [email protected] e estarão sujeitas à análise e à disponibilidade de credenciamento.
No dia 6 de setembro, das 9 às 17 horas, a Base Aérea de Brasília receberá o público para uma programação especial de visitação. Os visitantes poderão conhecer aeronaves militares, equipamentos operacionais, exposições institucionais e atividades relacionadas à missão da Força Aérea Brasileira (FAB). A programação também contará com demonstrações aéreas e apresentações operacionais. A entrada é gratuita, mediante retirada antecipada de ingresso eletrônico nesta página.
Desfile cívico-militar
No dia 7 de setembro, será realizado o desfile cívico-militar, com início previsto para às 9 horas. A programação terá início com o desfile de alunos de escolas públicas e dos eixos temáticos.
Em seguida, desfilarão as tropas a pé das Forças Armadas, da Polícia Militar do Distrito Federal e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Na sequência, ocorrerá o desfile motorizado, com viaturas da Marinha, do Exército e das forças auxiliares. A tradicional pirâmide humana do Batalhão de Polícia do Exército e o desfile hipomóvel integrarão as apresentações seguintes. O evento será encerrado com demonstrações da Esquadrilha da Fumaça e de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB).
O público deve ficar atento aos itens cuja entrada não será permitida: latas, copos, coolers e caixas térmicas; fogos de artifício; armas de qualquer natureza; apontadores a laser; animais, exceto cães-guia; bolsas e mochilas com soma das dimensões superior a 100 cm; malas, pastas e caixas; capacetes; máscaras; mastros; cartazes; fogões; churrasqueiras; e barracas.
Por Rafael Paixão
Fotos: Érico Alves
Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
(61) 2023-5321
Fonte: Ministério da Defesa
BRASIL
Capacitismo: o que é, como identificar e como combater a discriminação no dia a dia
O termo “capacitismo” se refere à discriminação e ao preconceito social praticados contra pessoas com deficiência. Trata-se da ideia errônea de que a capacidade ou o valor de um indivíduo estão atrelados às limitações físicas, sensoriais, intelectuais ou mentais. Essa conduta gera barreiras que impedem o acesso aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social, cultural e civil em igualdade de oportunidades.
O que é e como se manifesta?
O capacitismo pode ocorrer de forma direta ou indireta, manifestando-se por meio de ações, estruturas ou discursos. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI-Lei nº 13.146/2015) define como discriminação qualquer diferenciação, exclusão ou restrição que prejudique ou anule o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais dessa população.
A discriminação se consolida quando o ambiente ou a sociedade impõem impedimentos. As barreiras capacitistas podem se dividir em diferentes categorias:
- Barreiras arquitetônicas: ausência de rampas, elevadores ou banheiros adaptados em prédios públicos e privados;
- Barreiras tecnológicas e comunicacionais: sites e aplicativos sem suporte para leitores de tela para pessoas cegas, além de eventos ou transmissões sem interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) ou legenda para pessoas surdas;
- Barreiras atitudinais: Atitudes, preconceitos e estereótipos que marginalizam ou infantilizam a pessoa com deficiência;
- Barreiras de transporte: frota de transporte coletivo sem adaptadores de acessibilidade ou piso baixo, dificultando a autonomia e a mobilidade.
Comportamentos a evitar e como corrigi-los
No dia a dia, o capacitismo pode se expressar de forma sutil em conversas ou atitudes atreladas ao hábito. Reconhecer essas condutas é o primeiro passo para corrigi-las:
- Infantilização de adultos com deficiência: tratar um adulto usando tom de voz infantil ou expressões no diminutivo subestima sua capacidade de entendimento e autonomia. Fale com a pessoa de forma natural e direta;
- Falar pelo acompanhante: ao atender uma pessoa com deficiência em serviços públicos ou comerciais, dirija a pergunta diretamente a ela, e não ao acompanhante;
- Dúvida sobre a capacidade profissional ou intelectual: presumir que uma pessoa com deficiência não é capaz de trabalhar, estudar ou tomar as próprias decisões é uma forma de preconceito;
- Uso de elogios excessivos por ações banais: tratar tarefas rotineiras realizadas por pessoas com deficiência como atos de “superação heroica” reforça a ideia de que a deficiência é algo a ser superado – quando o que deve ser superado são as barreiras impostas a essas pessoas.
Como combater o capacitismo?
O combate ao capacitismo exige a eliminação de barreiras atitudinais e a garantia de acessibilidade ampla:
- Promova a autonomia: sempre pergunte se a pessoa precisa de ajuda antes de agir, e respeite a resposta ou as instruções fornecidas por ela;
- Utilize terminologia correta: o termo oficial e adequado estabelecido pela legislação é “pessoa com deficiência”. Devem ser evitadas expressões como “portador de deficiência”, “necessidades especiais” ou “deficiente”;
- Garantia de comunicação acessível: certifique-se de que reuniões, documentos e conteúdos digitais contem com recursos como audiodescrição, intérpretes de Libras e textos alternativos em imagens;
- Respeito aos espaços reservados: mantenha desobstruídas as vagas de estacionamento regulamentadas, assentos preferenciais e rampas de acesso.
Disque 100
A legislação brasileira assegura o direito à igualdade e penaliza atos de discriminação. O enfrentamento de barreiras e atitudes capacitistas é um dever coletivo respaldado pela LBI.
Caso presencie ou seja vítima de capacitismo, denuncie. O Disque 100 funciona gratuitamente, 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive sábados, domingos e feriados. As denúncias podem ser realizadas pelos seguintes canais:
Telefone: disque 100, gratuitamente, de qualquer telefone fixo ou celular;
WhatsApp: (61) 99611-0100;
Telegram: busque por “DireitosHumanosBrasil” no aplicativo;
Atendimento em Libras: videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras);
E-mail: [email protected]
Presencialmente: na Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, em Brasília (DF).
Leia também:
Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual reforça luta por inclusão e respeito
Texto: R.M.
Edição: F.T.
Atendimento exclusivo à imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDHC
(61) 2027-3538
Acesse o canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no WhatsApp.
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