Turismo
Paraense que iniciou carreira limpando aviões hoje é comissária
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Azmavete de Almeida, 42 anos, natural de Belém (PA), conseguiu neste ano realizar o sonho de se tornar comissária de bordo da companhia Azul. Mas sua história com a aviação começou muito antes de seu trabalho na Azul. Ganhou paixão pela aviação quando entrava nas aeronaves para realizar a limpeza.
“Em 2015, consegui meu primeiro emprego. Era em uma terceirizada que fazia a limpeza de aeronaves e, todos os dias, eu reparava na rotina das comissárias. Certa vez, conversei com uma delas que me falou o quanto estava cansada, mas que amava o que fazia. Aquilo me tocou, passei a observar como era apaixonante aquela vivência. Quatro anos depois, fui demitida e passei a trabalhar em um supermercado, mas não gostei. Meu sangue batia mais forte pela diversão, era um desejo incontrolável de trabalhar ali”, recordou.

Azmavete de Almeida usou parte do dinheiro que recebeu da demissão do supermercado para pagar um curso online de comissários, mas não conseguiu concluir o treinamento de sobrevivência na selva, uma das etapas do curso, marcado para o mês de outubro de 2020, porque precisou cuidar da mãe que havia se acidentado.
“É muito difícil sentir que o seu sonho foi ceifado, já tinha desistido, quando um dia fiquei olhando para o céu e vi o Bandeirão, avião da Azul, passar. Entendi como um recado divino para despertar e correr atrás daquilo que eu queria”, completou.
Agente de aeroporto
Antes se entrar para Associação Voar, instituição que financia a formação de profissionais da aviação, Azmavete de Almeida trabalhou como agente de aeroporto da Azul em Campinas.
Ela fez todas as etapas do processo. “Na última vez, em Azullville, sede da empresa em Barueri, em 2022, tinham 24 a 25 pessoas tentando entrar no processo da bolsa de estudos para comissária. Eu sempre disse que uma daquelas vagas era minha. Acreditei. Fiz todas as entrevistas com os gestores e um vídeo. Um belo dia, vejo chegar na casa um ônibus da Azul com as diretoras de Comissários e de Operações a bordo. Eles vieram em festa me falar que tinha sido aprovado na Associação Voar. Todo o meu curso foi cuidado por eles, inclusive alimentação e transporte. Concluí com sucesso a etapa que anos atrás não consegui”, afirmou Azmavete.
Fonte: Turismo
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No frio? Conheça a praia brasileira com mar quente o ano todo

Enquanto o inverno se aproxima e as temperaturas caem em grande parte do país, um destino no litoral do Rio de Janeiro oferece um contraste surpreendente: águas quentes durante todo o ano. Localizada próxima à Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Praia do Laboratório atrai visitantes em busca de um mergulho relaxante, mesmo nos dias mais frios.
Por que a água é quente?
O fenômeno ocorre devido ao processo de resfriamento das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A água do mar é utilizada para resfriar o vapor gerado na produção de energia elétrica e, após passar por um sistema isolado, é devolvida ao oceano com temperatura entre 3°C e 5°C mais elevada.
Segundo a Eletronuclear, responsável pelas usinas, não há contato entre a água do mar e materiais radioativos, garantindo segurança aos banhistas. Monitoramentos realizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) confirmam que a praia é própria para banho desde 2016.
Um cenário paradisíaco e tranquilo
Com uma pequena faixa de areia cercada por vegetação exuberante, a Praia do Laboratório é um refúgio pouco explorado por turistas. Suas águas calmas são ideais para mergulho e observação da vida marinha, incluindo tartarugas que frequentam a região.
O acesso não é sinalizado, o que ajuda a preservar a tranquilidade do local. Partindo de São Paulo, o trajeto mais comum é pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), seguindo por uma estrada asfaltada próxima às usinas. Apesar da ausência de infraestrutura comercial, vendedores ambulantes costumam circular no local durante a alta temporada.
Destaque nas redes sociais
Recentemente, a praia ganhou fama após um vídeo de um mergulho nas águas quentes viralizar nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações. Apesar de algumas dúvidas sobre a segurança devido à proximidade com a usina, não há riscos à saúde.
Vale a pena visitar?
Para quem busca um destino diferente, longe das agitações turísticas, a Praia do Laboratório é uma ótima opção. Além do banho relaxante, o cenário natural proporciona um dia de paz e conexão com a natureza. Recomenda-se levar água e alimentos, já que o local não conta com quiosques ou restaurantes.
Se a ideia é fugir do frio e mergulhar em águas quentes em pleno inverno, esse recanto escondido no litoral fluminense pode ser a escolha perfeita.
Como chegar:
Partindo de São Paulo: siga pela BR-101 (Rio-Santos) até Angra dos Reis.
Acesso à praia: procure uma estrada asfaltada próxima às usinas nucleares (não há placas indicativas).
Estacionamento: há um local para estacionar perto da orla.
Fonte: Turismo
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