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7 clubes de jazz para conhecer em Nova York
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Seja nas tradicionais casas do Harlem ou nos novos clubes de Manhattan, o jazz está intrinsecamente ligado à história musical de Nova York . A cidade conserva endereços históricos onde um público fiel se aperta em diminutos salões de poucas cadeiras e os novos nomes da cena passam noites revisitando clássicos onde ícones já fizeram história.
A nossa seleção de sete clubes de jazz inclui o local onde Billie Holiday foi descoberta e casas onde Thelonious Monk e Les Pauls se apresentavam toda semana. Confira:
Smalls
Aberto em 1994 pelo ex-enfermeiro naval, Mitch Borden, o Smalls teve idas e vindas como clube de jazz e chegou a funcionar até mesmo como um bar brasileiro em 2003. Ainda no começo dos anos 2000, os donos voltaram às origens do empreendimento e passaram a promover shows novamente.
Hoje, o ambiente intimista e pequeno (o “Smalls” do nome não por acaso) está decorado com fotografias de ícones do jazz e acomoda até 50 pessoas em cadeiras de metal próximas umas das outras. Quem não se incomoda de ficar em pé, também pode curtir as apresentações ao lado do bar.
Onde? 183 West 10th Street – Greenwich Village
Quando? De segunda a quinta-feira, das 19h às 3h30, de sexta-feira a domingo, das 14h às 3h30. 30 shows por semana. Confira a agenda aqui.
Quanto? US$ 35 antecipado para shows de domingo até quinta-feira; US$ 40 antecipado para shows de sexta-feira a sábado; US$ 25 na porta. Ingressos disponíveis aqui . Há o mínimo de consumação de um drink.
Zinc Bar
Aberto no antigo Cinderella Club , onde Thelonious Monk era o pianista da casa na década de 1940, o Zinc Bar é mais espaçoso que outros clubes de Nova York . Com poltronas e mesas mais afastadas entre si, o clube não deixa de ser intimista pela proximidade do palco e a iluminação quente. A decoração art déco é o charme do espaço.
O clube também promove apresentações de stand-up e shows de jazz brasileiro, bossa nova e ritmos caribenhos.
Onde? 82 West 3rd Street – Greenwich Village.
Quando? De segunda a sexta-feira, das 18h às 2h30, e de sábado a domingo, das 18h às 3h. Confira a agenda de shows aqui.
Quanto? A partir de US$ 30. Não é possível fazer reservas, o clube recomenda que você chegue entre 20 e 30 minutos antes da apresentação para garantir lugar.
Minton’s Playhouse
Thelonious Monk, Miles Davis, Kenny Clarke, Carmen McRea, Ella Fitzgerald e Louis Armstrong são alguns dos nomes que já se apresentaram no icônico clube, considerado o berço do bebop. O saxofonista Henry Minton fundou o espaço em 1938 e emprestou seu nome à casa, que foi um epicentro da cena no Harlem durante a década de 1940.
A decoração transporta o público para os anos 1950. Na entrada, o bar serve drinks e refeições e, aos fundos, está o palco onde ocorrem apresentações às 20h e às 21h30.
Onde? 206 West 118th Street – Harlem.
Quando? De quarta-feira a domingo, das 18h às 3h e aos domingos, das 12h às 3h. Confira a agenda de shows aqui.
Quanto? A partir de US$ 28,52. Ingressos disponíveis aqui .
Bill’s Place
O clube no porão de um prédio funcionou como um speakeasy na década de 1930 e é o local onde a cantora Billie Holiday foi descoberta aos 17 anos, em 1933, pelo produtor de discos, John Hammond. Hoje, o quarteto Bill Saxton and The Harlem All Stars ocupa o pequeno palco com piano, bateria, saxofone e baixo e apresenta clássicos de Coltrane, Thelonious Monk e outras lendas da música para um público de até 30 pessoas.
Para conseguir um bom lugar, chegue ao menos 40 minutos antes do show. As apresentações têm em torno de uma hora e Bill costuma conversar com a plateia no final sobre a história do lugar e sua infância no Harlem.
O cardápio tem apenas refrigerantes, sucos e água, mas o clube oferece copos e gelo para quem trouxer bebida alcoólica de casa e também permite a entrada com alimentos.
Onde? 148 West 133rd Street – Harlem.
Quando? Às sextas-feiras e aos sábados, das 7h às 19h e às 21h30.
Quanto? US$ 36. Ingressos disponíveis no site .
Iridium
Elogiado por seu sistema de som e acústica, o Iridium é conhecido como o local onde o guitarrista Les Paul tocou todas às segundas-feiras por 14 anos, até falecer em 2009. O músico convidava grandes nomes para se juntar a ele no palco, como Paul McCartney, Chet Atkins e Slash.
Hoje, o clube tem bar com comidas e bebidas e promove um show por noite, seja de jazz, pop indie, rock alternativo ou R&B. Até 180 pessoas podem assistir às apresentações.
Onde? 1650 Broadway.
Quando? Das 19h à meia-noite. Shows às 20h30 sem dias fixos. Confira a agenda aqui.
Quanto? A partir de US$ 27. Ingressos disponíveis no site .
The Django
No subsolo do Roxy Hotel , The Django presta homenagem ao guitarrista francês Django Reinhardt. A decoração do ambiente lembra antigos clubes parisienses com suas paredes de tijolo aparente, sofás em curva e teto abobadado. O bar tem carta de drinques da premiada Natasha David além do menu de refeições.
Rolam dois shows por noite divididos em dois sets cada, às 19h30, 21h, 22h30 e à meia-noite. As reservas feitas valem apenas por 90 minutos, depois que um set termina os funcionários pedem que você se retire caso tenha comprado apenas um ingresso.
Onde? The Roxy Hotel , subsolo, 2 6th Avenue – Tribeca
Quando? De segunda à sábado, das 18h30 à 1h, e aos domingos, das 18h à meia-noite. Confira a agenda de shows aqui .
Quanto? US$ 35 e mínimo de consumação de dois drinks. Ingressos disponíveis aqui .
Jazz at Lincoln Center
O projeto Jazz at Lincoln Center foi criado pelo Lincoln Center , mas não fica no famoso conjunto de prédios, e sim a poucas quadras dali, no Time Warner Center , o shopping em frente à Columbus Circle . São três salas de espetáculos no 6º andar do prédio: Rose Theater, The Appel Room e Dizzy’s Club . As duas últimas têm uma vista estonteante da Columbus Circle e do Central Park . A direção artística está a cargo de ninguém mais ninguém menos que o grande trompetista Wynton Marsalis.
Onde? 10 Columbus Circle
Quando? Shows todas as noites às 19h e às 21h. Confira a agenda aqui .
Quanto? A partir de US$ 40. Ingressos disponíveis aqui .
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Fonte: Turismo
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Conheça o Centro Histórico da Cidade de Goiás: onde história, poesia e tradições permanecem vivas
A cerca de 140 quilômetros de Goiânia, Cidade de Goiás, também conhecida como Goiás Velho, preserva um dos acervos arquitetônicos coloniais mais autênticos do interior do Brasil. Reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco em 2001, a antiga capital do estado encanta visitantes com suas ruas de pedra, casas de taipa, pontes históricas e uma rica tradição cultural marcada pela poesia de Cora Coralina e pelas celebrações religiosas.
Fundada no início do século 18, durante o Ciclo do Ouro, a cidade nasceu do povoamento liderado pelos bandeirantes. O isolamento geográfico ao longo dos séculos e a transferência da capital do estado para Goiânia, na década de 1930, ajudaram a preservar o traçado urbano original, perfeitamente integrado às margens do Rio Vermelho e aos pés da Serra Dourada.
Reconhecimento
A Unesco concedeu o título de Patrimônio Mundial ao Centro Histórico da Cidade de Goiás por ser um testemunho excepcional da ocupação e da expansão do território brasileiro para o interior durante os séculos 18 e 19.
O reconhecimento destaca a arquitetura local, que usou técnicas e materiais da região, como a taipa de pilão e o pau-a-pique, além da perfeita harmonia entre as construções coloniais e a paisagem natural ao redor.
O que fazer
Entre os principais atrativos da Cidade de Goiás estão:
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Casa de Cora Coralina: às margens do Rio Vermelho, a antiga residência da poetisa abriga acervo pessoal, móveis, livros e objetos que contam sua história e obra.
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Palácio do Conde dos Arcos: antiga sede do governo goiano, preserva móveis antigos, jardins e obras de arte que relembram os períodos Colonial e Imperial.
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Museu das Bandeiras: instalado no antigo prédio da Câmara e Cadeia, reúne acervo com objetos, documentos e arte sacra da época da colonização.
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Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte: atual Museu de Arte Sacra da Cidade de Goiás, guarda o maior acervo das esculturas de Veiga Valle, importante artista do barroco goiano.
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Igreja Matriz de Santana: situada na praça principal, é a matriz histórica e um dos marcos visuais do Centro Histórico.
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Chafariz de Cauda: monumento em pedra, construído no século 18, para abastecimento de água da antiga capital.
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Mercado Municipal: ponto de encontro para provar a gastronomia típica, como o empadão goiano, empadas e cachaças locais.
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Rota dos Doces Caseiros: tradição mantida por doceiras locais que produzem doces cristalizados e em calda, símbolo da identidade cultural da cidade.
Quando visitar
A Cidade de Goiás pode ser visitada durante todo o ano, mas alguns eventos tornam a experiência ainda mais especial:
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Semana Santa e Procissão do Fogaréu: a mais famosa tradição da cidade reúne milhares de visitantes à meia-noite da Quarta-Feira Santa, quando homens encapuzados percorrem as ruas escuras com tochas acesas ao som de tambores.
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Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA): um dos mais importantes festivais do audiovisual ambiental da América Latina, movimentando a cidade com exibições, oficinas e atrações musicais.
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Festival Gastronômico do Estado de Goiás: evento que celebra a culinária regional reunindo chefs, pratos típicos e apresentações culturais.
Como chegar
Cidade de Goiás fica na região central do estado, distante cerca de 140 quilômetros de Goiânia.
Para quem chega de avião, o ponto de desembarque mais próximo é o Aeroporto Internacional de Goiânia, a partir de onde o trajeto até a Cidade de Goiás é feito de carro ou ônibus pela rodovia GO-070, em um percurso de aproximadamente duas horas.
Patrimônio Mundial
A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.
O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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