POLÍTICA
Assembleia vai analisar Mensagem do governo que prevê gestão do Hospital Central para o Albert Einstein
POLÍTICA
Deputados estaduais participaram, nesta quarta-feira (9), da reunião que marcou a entrega da Mensagem do governo do estado que autoriza o Executivo a firmar parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein para a gestão do novo Hospital Central, em Cuiabá. A proposta será encaminhada à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para análise e votação dos parlamentares. A Mensagem que tramita como Projeto de Lei Completar nº 10/25 já foi lida na sessão matutina desta quarta-feira (9).
A medida visa garantir segurança jurídica e institucional para a formalização da parceria entre o governo do estado e a organização paulista, que será responsável pela administração, implementação de protocolos clínicos, capacitação de profissionais e organização dos fluxos assistenciais da nova unidade hospitalar.
O documento foi entregue pelo governador Mauro Mendes (União) ao presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB). “Esse hospital é um sonho antigo da população mato-grossense. Ver que ele será entregue com estrutura de excelência e sob a gestão de uma das instituições mais respeitadas do país é motivo de orgulho. A Assembleia vai analisar com responsabilidade e celeridade esse projeto que está bem estruturado. Assembleia Legislativa sempre foi parceira do governo do estado aprovando leis importantes pata o estado”, afirmou Max Russi.
De acordo com o governador Mauro Mendes, o Hospital Central será entregue com padrão de excelência. “Depois de analisar vários modelos, nós conseguimos construir uma parceria com o melhor hospital do Brasil, um dos melhores hospitais da América Latina e o vigésimo segundo melhor do mundo, que é o hospital Albert Einstein, que já faz gestão de cinco hospitais públicos no país. Nós já estamos há vários meses dialogando, fazendo dezenas de reuniões para construir um modelo operativo. Os deputados, durante a reunião, puderam tirar algumas dúvidas e agora pedimos a ALMT celeridade na aprovação do PLC. Queremos, no dia 22 de abril, assinar o contrato e, após isso, dar início a fase pré-operacional para o Hospital Albert Einstein começar a fazer as mobilizações e seleção dos profissionais. Prioritariamente serão contratados profissionais daqui do Estado. Em setembro, terão início as operações e, em dezembro, nós vamos ter cirurgia, com o hospital funcionando cem por cento”, explicou o governador.
De acordo com o PLC, a organização paulista assumirá a administração da nova unidade por meio do Proadi-SUS – programa do Ministério da Saúde, que permite a atuação de entidades filantrópicas de excelência. Os parlamentares presentes manifestaram apoio à iniciativa e ressaltaram o papel da Assembleia na viabilização do projeto.
O primeiro secretário da ALMT, deputado Dr. João (MDB), disse que o Hospital Central vai atender 288 leitos, mais 80 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com todas as especialidades cirúrgicas e clínicas. “Vai ser um hospital de referência para todas as áreas em nível nacional, que vai atender a alta complexidade, inclusive transplante renal. Nosso povo terá todas as especialidades que necessitam”, enfatizou.
O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Paulo Araújo (PP), disse que o funcionamento do Hospital Central é esperado pela população de Mato Grosso. “São 34 anos de espera e com certeza esse hospital vai salvar muitas vidas. Conforme o cronograma de planejamento, a partir de agosto ou setembro já estará em funcionamento. Vamos acompanhar a implantação dessas especialidades de alta complexidade e algumas especialidades extremamente importantes, onde o Sistema único de Saúde (SUS) tem muita dificuldade em regular os pacientes”, destacou.
De acordo com o deputado Diego Guimarães (Republicanos) “a unidade, que começou a ser construída em 1984, teve suas obras paralisadas por diversas gestões e tornou-se um símbolo da lentidão e do abandono de grandes projetos públicos no estado. Sabemos também que com a descontinuação dos serviços prestados pela Santa Casa migrarão para o Hospital Central. Vai ser um dos poucos hospitais no Brasil com a tecnologia, serviço e a qualidade administrado pelo Hospital Albert Einstein. Todos os órgãos de controle irão fiscalizar essa contratação, esse modelo que será implementado, e administrado pelo Hospital Albert Einstein, uma das instituições de saúde mais respeitadas do Brasil e da América Latina”, enfatizou.
Também estiveram presentes a reunião, os deputados estaduais Wilson Santos (PSD), Elizeu Nascimento (PL), NininhoDr Eugênio (PSB), representantes doo Tribunal de Contas do Estado (TCE), Tribunal de Justiça de Mato Gross (TJMT) e do Ministério Público do Estado (MPMT, além de outras autoridades do estado.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Procuradoria da ALMT emite parecer para investigar Albert Einstein e OSS de Cáceres na CPI da Saúde
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) deu mais um passo para ampliar o foco das investigações sobre contratos e gestão da saúde pública estadual. Durante reunião realizada nesta quarta-feira (13), a Procuradoria da Casa de Leis apresentou parecer favorável à ampliação do escopo temporal da comissão, permitindo que os deputados avancem na análise de fatos relacionados aos anos de 2024 e 2025.
A medida abre caminho para inclusão de novas frentes investigativas que envolvem a atuação da Organização Social de Saúde (OSS) no Hospital Regional de Cáceres e os pagamentos realizados à Sociedade Beneficente Hospital Israelita Albert Einstein pela administração do Hospital Central de Cuiabá, no período de maio a dezembro de 2025, sendo que a unidade entrou em funcionamento somente em janeiro de 2026.
O parecer foi apresentado durante reunião da CPI da Saúde, presidida pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), e representa o primeiro passo para o andamento dos trâmites internos necessários à inclusão formal das solicitações feitas pelos deputados estaduais Max Russi (Pode) e Dejamir Soares (PSDB). Segundo o procurador da Assembleia Legislativa, Francisco Edmilson Brito Junior, a manifestação jurídica considerou que os novos fatos possuem relação direta com o objeto original da CPI.
“A procuradoria recebeu o requerimento do deputado Wilson Santos para ampliação do escopo da CPI da Saúde. Foi solicitado a possibilidade de estender a investigação em relação aos anos de 2024 e 2025, tendo em vista que a CPI vai de 2019 a 2023. Neste parecer, a procuradoria deu parecer favorável, considerando a doutrina e a jurisprudência, por atender requisitos como pertinência temática, conexão lógica e vínculo material com o fato determinado originário”, posicionou o procurador.
Durante a explanação, Francisco salientou que é necessária aprovação do parecer da procuradoria pelos membros da CPI, elaboração e apresentação de requerimento formal e registro em ata. Caso o colegiado decida pela não ampliação, o requerimento deverá ser encaminhado ao plenário da Assembleia Legislativa para decisão final.
Wilson Santos afirmou que as novas denúncias apresentadas à comissão, envolvem contratos que precisam de esclarecimentos públicos e aprofundamento técnico. “São duas sugestões que recebemos. O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, quer que a gente investigue a presença da OSS que chegou recentemente ao Hospital Regional de Cáceres, e o enfermeiro Dejamir Soares quer saber também porque o governo pagou cerca de R$ 190 milhões à Sociedade Beneficente Albert Einstein, em um período que o Hospital Central de Mato Grosso estava fechado”, afirmou o parlamentar.
O Hospital Central de Cuiabá foi inaugurado em 19 de dezembro de 2025 e entrou em funcionamento oficialmente em 19 de janeiro de 2026. “Agora, esse tema pode estar dentro da CPI da Saúde, sendo preciso seguir os trâmites da Casa de Leis para a inclusão oficial. A CPI pode ficar ampliada até dezembro de 2025. Já temos oito assinaturas favoráveis à investigação. Recebi a denúncia e levei aos demais membros da comissão para as devidas decisões”, explica o deputado.
O presidente da CPI da Saúde confirmou que a denúncia relacionada à atuação da OSS Agir no Hospital Regional de Cáceres também será analisada pela comissão. “Não é possível que a SES tenha permitido isso sem justificativa plausível. Vamos apresentar requerimento para que preste esclarecimentos. Tem que haver alguma lógica para pagamentos dessa magnitude com o hospital ainda fechado. E nós vamos cobrar essas explicações”, finaliza.
O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, destacou a importância da ampliação das investigações e afirmou que a CPI tem papel fundamental para garantir transparência na aplicação dos recursos públicos da saúde estadual. Ele descreveu que é preciso o acompanhamento rigoroso dos contratos e da atuação das organizações sociais para que a comissão apresente respostas claras à sociedade, especialmente diante do impacto direto dos serviços de saúde na vida da população mato-grossense.
Fonte: ALMT – MT
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