POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova projetos que alteram a Luos e regularizam equipamentos públicos
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) da Câmara Legislativa aprovou, nesta terça-feira (18), três projetos de Lei Complementar (PLC) de autoria do Poder Executivo que promovem alterações na Lei de Uso e Ocupação do Solo do Distrito Federal (Luos). Participaram da reunião os deputados Hermeto (MDB), Pepa (PP)— líder do governo na CLDF —, Jaqueline Silva (MDB) — relatora das propostas —, e Gabriel Magno (PT), único parlamentar a votar contra os projetos.
O PLC nº 91/2025 atualiza o zoneamento do SIA, garante a continuidade do licenciamento de atividades econômicas já existentes e cria uma regra de transição de um ano para resguardar direitos adquiridos de proprietários e empreendedores diante das mudanças urbanísticas. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz Meira da Silva, a proposta busca corrigir inconsistências identificadas na aplicação da Luos desde sua publicação, considerando as demandas atuais de ocupação do território e a necessidade de atualização da norma.
Já o PLC nº 105/2026 revisa regras urbanísticas de Taguatinga, moderniza a atualização cadastral da Luos e fortalece exigências de qualificação urbana das fachadas e de integração dos edifícios com o espaço público. Por fim, foi aprovado o PLC nº 106/2026, que promove uma revisão do zoneamento e dos parâmetros urbanísticos do Jardim Botânico e, assim como as outras proposições, cria uma regra de transição de um ano para resguardar direitos de proprietários e empreendedores afetados pelas mudanças.
Gabriel Magno pediu o adiamento da apreciação das propostas, alegando a proximidade do período eleitoral e a relevância das matérias. De acordo com o parlamentar, os projetos podem impactar “a dinâmica da cidade”, afetando a mobilidade urbana, o meio ambiente e a economia. Ainda segundo o distrital, algumas mudanças representam “uma carta branca para a especulação imobiliária”.
A relatora Jaqueline Silva, por sua vez, argumentou que as propostas foram debatidas em audiências públicas e receberam contribuições da sociedade e de outros deputados antes da votação. A Luos, instituída pela Lei Complementar nº 948/2019, regula o uso dos terrenos e os parâmetros urbanísticos do Distrito Federal, definindo as atividades permitidas e as regras de ocupação aplicáveis a cada região administrativa.
Reorganização fundiária
A CAF também aprovou o PL nº 2.204/2026, do Poder Executivo, que autoriza a regularização, ampliação, adequação e reorganização fundiária de áreas destinadas a equipamentos públicos em sete regiões administrativas do Distrito Federal, além de viabilizar a doação de terrenos à União para regularização de imóveis federais.
A proposta prevê a regularização e a ampliação de áreas ocupadas por escolas, centros educacionais, conselhos tutelares, centros comunitários, restaurante comunitário, farmácia de alto custo, junta militar, terminal rodoviário e centro de convivência para idosos.
O texto também amplia terrenos de equipamentos públicos já existentes, especialmente em Ceilândia, Gama, Sobradinho e Recanto das Emas; reorganiza áreas públicas para adequação de parques urbanos e do sistema viário; regulariza a Feira Central de Taguatinga e a Praça do Relógio; bem como autoriza a doação de terrenos à União para regularização de imóveis federais já instalados no Plano Piloto.
Ponte Alta do Gama
Ainda na reunião, o colegiado aprovou o PL 2.420/2026, também do Poder Executivo, que transforma o atual Parque Ecológico e Vivencial da Ponte Alta do Gama em Parque Distrital, com limites oficialmente definidos e regras de gestão compatíveis com o Sistema Distrital de Unidades de Conservação.
Segundo o GDF, a proposta garante segurança jurídica ao definir oficialmente a área do Parque da Ponte Alta do Gama, além de fortalecer os instrumentos de proteção ambiental, fiscalização e gestão da área.
Fonte: Câmara Legislativa – DF
POLITÍCA NACIONAL
Falta de segurança em vias e violência contra profissionais de saúde são temas debatidos na sessão
A falta de segurança em algumas vias do Distrito Federal e o aumento de casos de violência contra profissionais da saúde foram temas de destaque na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta terça-feira (18). Parlamentares apontaram problemas de segurança para pedestres na via de acesso à ponte JK e na pista reversa que sobe da Granja do Torto para Sobradinho.
O deputado Max Maciel (PSOL) lamentou que o governo tenha voltado atrás nas mudanças que estavam sendo implementadas na via que dá acesso à ponte JK, inclusive com a instalação de faixas de pedestre e semáforos. Para ele, as mudanças são necessárias para garantir a segurança dos pedestres na região. O distrital afirmou que a segurança dos pedestres deve estar acima do risco de congestionamentos.
Já o deputado João Cardoso (PL) chamou a atenção para o fato de a pista reversa que existe da Granja do Torto para Sobradinho não possuir radar para fiscalizar a velocidade dos veículos. Por conta disso, segundo ele, estão ocorrendo pegas no local, com veículos em alta velocidade, colocando em risco toda a população. O distrital disse que já reclamou no Detran e no DER e recebeu do último órgão o argumento de que não há comprovação técnica de excesso de velocidade. Cardoso sugeriu que o DER faça uma fiscalização no local para averiguar a velocidade dos veículos.
Profissionais de saúde
O deputado Jorge Vianna (Democrata) disse que está muito próximo o momento de morrer alguém por espancamento em um hospital público. Para ele, essa será a consequência do aumento de ataques violentos contra os profissionais de saúde. Segundo ele, somente nos últimos dias foram registradas agressões a uma farmacêutica no Paranoá e a uma enfermeira em Samambaia. O distrital também criticou influencers e candidatos que usam as redes sociais para estimular ataques aos equipamentos de saúde.
Dissídio dos vigilantes
O deputado Chico Vigilante (PT) pediu celeridade ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) na análise do dissídio coletivo dos vigilantes. A data base da categoria é 1º de janeiro e o sindicato da categoria encaminhou sua pauta de reivindicações em outubro. Mas somente em março, segundo o distrital, o sindicato patronal apresentou uma proposta, alterando uma série de conquistas e mudando o plano de saúde. Os trabalhadores rejeitaram a proposta. De lá para cá, seis empresas assinaram acordos individuais com seus trabalhadores, abarcando cerca de 12 mil vigilantes. O restante da categoria agora aguarda o resultado do dissídio coletivo, em análise no TRT.
Informamos que a cobertura realizada pela Agência CLDF, durante o
período eleitoral, estará ajustada à Lei 9.504/1997 e às orientações da Justiça Eleitoral.
Fonte: Câmara Legislativa – DF
-
ESPORTES7 dias atrásSão Paulo empata com Bolívar em La Paz e leva decisão das oitavas para o Morumbis
-
OAB MT4 dias atrásOAB-MT realiza II Simpósio Estadual de Direito Notarial e Registral e fortalece debate sobre atuação extrajudicial
-
Guarantã do Norte5 dias atrásProjeto Nossa Energia
-
OAB MT6 dias atrásOAB-MT realiza lançamento coletivo de livros jurídicos em comemoração ao 11 de Agosto e entrega moções de aplausos a autoras
-
ESPORTES6 dias atrásFlamengo reage no segundo tempo e empata com o Cruzeiro pela Libertadores
-
OAB MT1 dia atrásEm audiência da Justiça Eleitoral, Gisela Cardoso destaca atuação da OAB-MT para garantir processo democrático
-
BRASIL6 dias atrásDireitos humanos no cotidiano: entenda o que são e como buscar seus direitos
-
PICANTES6 dias atrásMarcus Menna anuncia retorno aos palcos aos 50 anos: ‘Vem ver o Spoiler, tá top’




