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Seplag capacita servidores públicos para o uso de ferramentas inteligentes na produção científica

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A Escola de Governo de Mato Grosso, vinculada à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), capacitou, nesta quarta-feira (1º.10), a primeira turma do curso “Inteligência Artificial na Pesquisa Acadêmica”. Realizado na sede da instituição, em Cuiabá, o encontro reuniu servidores de diferentes órgãos do Poder Executivo estadual.

Os participantes conheceram ferramentas de inteligência artificial aplicadas à produção científica, com foco na agilidade e na qualidade do processo de pesquisa. Além da Seplag, o curso contou com representantes da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), de Infraestrutura (Sinfra), de Justiça (Sejus) e de outras pastas estaduais.

Para a adjunta da Escola de Governo, Marioneide Kliemaschewsk, a capacitação se soma à articulação estratégica que fomenta e acompanha a educação profissional no setor público estadual. “Atualmente, já realizamos ações sistêmicas que proporcionam oportunidades para que os servidores não estagnem suas habilidades e, junto a isso, precisamos criar condições para que essas oportunidades sejam efetivamente aproveitadas ao máximo”, destaca a adjunta, mencionando o impacto que pode gerar o curso para quem, por exemplo, pretende cursar pós-graduação.

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Neste ano, a Escola de Governo realizou a quarta edição do Seminário de Gestão do Conhecimento. Esse evento fomenta a produção científica voltada às necessidades da administração pública e compete, sobretudo, aos servidores que usufruem parcial ou integralmente da Licença para Qualificação Profissional.

O curso foi ministrado pela servidora pública de MT, Rozimeire Shimizu, que é também doutora e, atualmente, pós-doutoranda pela Universidade de Brasília (UnB). Ela enfatizou os benefícios que podem ser gerados ao servidor que se desafia no universo científico. “A importância é discutir o uso da inteligência artificial na pesquisa acadêmica e como utilizar essa tecnologia na elaboração da pesquisa, na estruturação de textos e na revisão. Essa ferramenta tem sido utilizada no meio acadêmico para ganhar tempo e qualidade, por isso, torna-se necessário capacitar os agentes em como usar essa tecnologia”, explica.

O curso teve carga horária de quatro horas e, ao término, os participantes receberam certificado de conclusão. Crédito: Inácio de Paula | Seplag-MT

Entre as tecnologias digitais mencionadas durante a aula estão o ChatGPT, Jenni AI, DeepSeek e Perplexity. Segundo o servidor público da Secretaria de Estado de Saúde, Lauro Vasconcelos, além do uso de tecnologias, o curso também contemplou aspectos essenciais da vida acadêmica, como prazos, etapas de qualificação, elaboração e correção de projetos.

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“O conteúdo abordou as principais ferramentas modernas de busca e análise de informações, fundamentais para apoiar o servidor-pesquisador na elaboração e produção de trabalhos científicos. Ao estimular o uso responsável da inteligência artificial na pesquisa e ao reforçar a importância da produção científica aplicada, o curso oferece subsídios para que os servidores possam propor soluções inovadoras aos desafios da gestão pública, resultando em uma prestação de serviços mais qualificada à população mato-grossense”, finaliza.

Siga o perfil da Escola de Governo de MT e acompanhe tudo, clicando aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Sema orienta cerca de 300 pequenos produtores em Querência sobre como regularizar suas propriedades

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) reuniu nesta terça e quarta-feira (28 e 29.4), no município de Querência, aproximadamente 300 pequenos produtores para repassar orientações sobre as providências a serem adotadas para regularização ambiental de suas propriedades no Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental (Simcar Assentamento). Os encontros, promovidos nos assentamentos Pingos D’Água e Brasil Novo, reuniram moradores de cinco comunidades.

A mobilização foi viabilizada por meio de uma parceria do órgão ambiental com a Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura do município de Querência, Instituto Mato-grossense de Carne (Imac) e Instituto Produzir, Conservar e Incluir (PCI).

Com uma área total de 139.178 hectares, os cinco assentamentos localizados em Querência possuem 1.512 propriedades e registram um percentual de 15,81% de vegetação nativa. O restante é composto por áreas de uso consolidado (49,44%), que foram desmatadas e utilizadas antes de 2008, e de uso antropizado do solo (34,18%), qualquer área onde a vegetação nativa foi removida ou modificada após 22 de julho de 2008, marco temporal previsto no Código Florestal.

As cinco comunidades possuem 158 nascentes mapeadas e estão com embargos emitidos pela Ibama e Sema em várias propriedades.

O diagnóstico foi elaborado pelo Imac com base em dados do Sistema de Cadastro Ambiental (Car Digital 2.0) e produtos cartográficos do Geoportal da Sema.

Segundo a secretária-adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto, o primeiro contato com os moradores das comunidades rurais no município de Querência foi positivo e marcou o início da articulação para a regularização fundiária e ambiental dos cinco assentamentos.

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“Foram firmadas tratativas para assinatura de um acordo de cooperação técnica com o município, Imac, Incra e associações para viabilizarmos a regularização ambiental dessas propriedades e solução dos embargos. Vamos buscar também o envolvimento do Ibama”, informou a secretária-adjunta de Gestão Ambiental.


Assentamento Brasil Novo

O prefeito municipal de Querência, Gilmar Wentz, ressaltou a importância de a Sema ir até os assentamentos para levar informação e orientação aos pequenos produtores “A regra está imposta no Código Florestal, existe uma metodologia a ser seguida e todos precisam se adequar. Os produtores rurais precisam ser orientados e entender que por mais que Mato Grosso seja grande em soja, milho e algodão, existem culturas alternativas que poderão ser utilizadas para recomposição florestal”, afirmou.

Moradora do assentamento Pingos D´Água, Maria das Graças Lopes Gouveia, 72 anos, conta que mora na comunidade há 27 anos e que o seu maior sonho é conseguir regularizar a sua propriedade. “Depois de tudo que a gente passou aqui, o que ainda está atrapalhando é o embargo do assentamento. O meu sonho é regularizar a minha propriedade para a gente trabalhar em paz”, disse.

Dona de uma área de 62 hectares, Maria das Graças revelou que mantem preservada a área próxima ao rio e sabe da importância de proteger a reserva legal. “Eu nasci na roça e meu pai sempre ensinou que tem que proteger a água, pois precisamos dela para viver. Não tiramos nada de árvore do fundo do nosso lote, onde passa o rio”, assegurou.

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Nessa quarta-feira (29), a secretária adjunta de Gestão Ambiental também se reuniu com médio e grandes produtores no Sindicato Rural . O objetivo foi explicar as funcionalidades do CAR Digital 2.0.

Simcar Assentamento

Lançado em novembro do ano passado pelo Governo de Mato Grosso para impulsionar a regularização ambiental, o módulo Simcar Assentamento já tem a adesão de oito municípios.

Além de Querência, também existem articulações para viabilização da regularização ambiental de assentamentos em Tangará da Serra, Barra do Bugres, Nova Olímpia, Alto Paraguai, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Várzea Grande. Em todas essas cidades, estão sendo firmados acordos de cooperação técnica com a participação de várias instituições para auxílio aos pequenos produtores.

O módulo Simcar Assentamento possibilita ao Incra e Intermat, órgãos fundiários, efetuar diretamente o cadastro ambiental rural do projeto de assentamento no sistema utilizado pela Sema para análise e aprovação do perímetro.

Após essa análise, é realizada a inclusão da malha de lotes com a individualização de cada beneficiário para que a Sema efetue de forma automatizada o Cadastro Ambiental Rural (CAR) de cada lote.

Com a aprovação do CAR por lote, o imóvel rural que tiver passivo ambiental, seja de área de reserva legal ou de área de preservação permanente, deve assinar o termo de compromisso com o órgão ambiental para recuperação da área degradada em déficit.

Fonte: Governo MT – MT

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