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Polícia Civil apreende novo carregamento de droga que pertencia a quadrilha desmantelada em Várzea Grande

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Mais 20 tabletes de droga foram apreendidos pela Polícia Civil, nesta terça-feira (03.12), em diligência contínua da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), com apoio da Politec e dos cães farejadores do canil da Polícia Penal.

O carregamento de pasta base de cocaína foi localizado pelos policiais civis na residência situada no bairro Santa Isabel, em Várzea Grande, pertencente ao casal preso na segunda-feira (02), com cerca de 1,1 tonelada de maconha.

Dando sequência nas investigações, surgiu a suspeita de haver mais quantidade de entorpecentes no local, razão pela qual equipe da DRE retornou ao endereço no início da tarde desta terça-feira (03).

Novamente foram percorridos cerca de 90 metros da trilha existente no fundo do imóvel, até o ponto onde estava ocultada a 1,1 tonelada de maconha, e os policiais civis passaram a escavar.

Em seguida, foi encontrado um tambor de cor laranja, com 20 tabletes grandes de pasta base de cocaína, várias porções e recipientes plásticos contendo a mesma substância, além de fitas adesivas de cor marrom e outros materiais utilizados para a venda ilícita.

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Diante da nova apreensão e das características semelhantes das peças de maconha e da pasta base de cocaína, foi evidenciando que os dois carregamentos pertenciam ao jovem preso em flagrante na primeira ação.

Conforme apurado pela DRE, os indícios demonstram que, além de enterrar e armazenar grande quantidade de droga, o suspeito utilizava sua residência como laboratório para preparar os entorpecentes para venda.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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