MATO GROSSO
Agricultores familiares contemplados com kits de irrigação em MT destacam garantia de aumento na renda
MATO GROSSO
O projeto conta com a parceria da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e prefeituras municipais, com objetivo de incentivar o desenvolvimento da agricultura familiar, nas cadeias produtivas da bovinocultura de leite, fruticultura, mandioca, apicultura, piscicultura e turismo rural.
Ao todo, foram entregues 98 kits de irrigação tipo aspersão e gotejamento para agricultores dos municípios de Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia e Planalto da Serra.
No sítio da produtora Ângela Maria Tavares e da família dela, o sistema para irrigar a produção de maracujá já está em funcionamento. A propriedade que fica em Nova Brasilândia tem um hectare e a ideia é ampliar a área para mais meio hectare.
Ângela conta que, no período de um ano e sete meses, a renda da família foi somente da venda da fruta nos mercados da região e produção de polpa que comercializa para os vizinhos.
“É uma fruta ótima, mas precisa de água. Por isso, fiquei muito feliz em poder participar do projeto e receber o sistema de irrigação que já está em pleno funcionamento. Com o sistema de irrigação antigo tinha que dividir a área em quatro partes e dava muito trabalho. Agora, ligamos a bomba e toda área é molhada, além da economia da energia que antes precisava ficar ligada por mais de hora. Hoje, em meia hora, o serviço é concluído. Além de facilitar a lida, estamos contentes e com a garantia de renda para os próximos anos”, afirma.![]()
Foto: Lucas Diego/Seaf-MT
Proprietário do Sítio Ribeirão da Costa, localizado no Distrito de Água Fria, em Chapada dos Guimarães, Camilo Lemes de Souza, destaca o projeto como uma vitória aos produtores rurais.
“Todos os dias sonhava em ter condições de trabalho para aumentar a renda. O sistema de irrigação chegou em uma boa hora e vai fazer toda diferença. Estou muito feliz”, pontuou.
Na área, ele ¿produz banana, mamão e mandioca.
O coordenador do projeto, Dionei Ribeiro, que é técnico da Empaer, explica que o projeto foi pensado para fomentar o desenvolvimento regional junto a municípios do Vale do Rio Cuiabá, por meio de ações que visam a melhoria da qualidade de vida da população.
“Foi realizado um diagnóstico e identificadas as vocações de maior importância econômica e observadas as características geográficas de cada município e as cadeias produtivas vocacionais da agricultura familiar”, informou.
Segundo Ribeiro, será realizada uma capacitação e assistência técnica voltada aos produtores beneficiários do projeto, cadastrados nas cadeias produtivas.
“É de suma importância a assistência técnica continuada aos produtores, para garantir que a aplicação de recursos feita pelo Estado tenha eficiência, além de constância e qualidade na produção e comercialização dos produtos”.
O projeto
O Agro familiar é uma iniciativa piloto e vai incentivar o desenvolvimento da agricultura familiar, beneficiando produtores das comunidades tradicionais e assentamentos nos três municípios. Ele está pautado em quatro eixos de atuação: Estruturação das propriedades com máquinas e equipamentos; Capacitação de produtores, Assistência Técnica e Regularização Ambiental e Fundiária.
Foram levados em consideração os seguintes aspectos: população, características geográficas, extensão territorial, vegetação e flora, unidades de conservação, bacia hidrográfica, solo, clima e regime pluviométrico de cada município.
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Foto: Lucas Diego/Seaf-MT
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.
Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.
Modo de atuação
De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.
No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.
Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.
Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.
O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.
“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.
Operação Janus
O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.
Fonte: Governo MT – MT
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