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Pequenas Centrais Hidrelétricas apresentam projetos de instalação em Poxoréu e Primavera do Leste

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MATO GROSSO

Empreendimentos em fase de licenciamento na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) vão apresentar Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), em audiências públicas remotas nos dias 4 e 5 de abril.

As reuniões são voltadas, principalmente aos moradores das comunidades  impactadas com as Pequenas Centrais Hidrelétricas Vila União, Cumbuco e Geóloga Lucimar Gomes, nos municípios de Poxoréu (254,2 km de Cuiabá) e Primavera do Leste (192, 60 km de Cuiabá).

O evento será transmitido ao vivo via canal YouTube da Sema-MT. Interessados em participar devem se inscrever pelos sites dos empreendimentos – aqui e aqui – e podem enviar perguntas ou contribuições antecipadamente pelas plataformas. 
 

A avaliação dos estudos ambientais é uma etapa necessária no processo de licenciamento tradicional de empreendimentos, e tem como objetivo fazer o diagnóstico da área afetada pela obra, possibilitando uma avaliação correta dos impactos e de medidas de monitoramento. Também é um instrumento de transparência e participação social nas decisões que envolvem impactos locais. 

As audiências pela internet foram instituídas por meio do decreto nº 1299/2022, com o objetivo de aumentar o alcance das audiências públicas realizadas por empresas interessadas em obter licenças ambientais. 

Calendário das Audiências:

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PCH Vila União
A reunião apresentará os relatórios e estudos de impacto ambiental dos empreendimentos em Primavera do Leste e Poxoréu
Data: 04.04
Horário: 9h às 12h
Inscrição: www.pchvilauniao.com.br
Estudos de Impacto Ambiental: http://www.pchvilauniao.com.br/#estudos

PCH Cumbuco e PCH Geóloga Lucimar Gomes
Relatórios e estudos de impacto ambiental dos empreendimentos PCH Cumbuco e PCH Geóloga Lucimar Gomes, ambas localizadas no município de Primavera do Leste, serão apresentados e discutidos com os moradores
Data: 05.04
Horário: 9h às 12h
Inscrição: www.pchcumbuco.com.br
Estudos de Impacto Ambiental: www.pchcumbuco.com.br.

*Com supervisão de Lorena Bruschi

Fonte: GOV MT

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MP MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

Publicados

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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