CUIABÁ
Search
Close this search box.

JURÍDICO

Confira o trabalho das comissões no decorrer da semana

Publicado em

JURÍDICO

Confira a seguir como foi a atuação das comissões temáticas do Conselho Federal da OAB no decorrer da semana:

Comissão Especial de Direito Imobiliário

Nesta quinta-feira (10/11) a Comissão Especial de Direito Imobiliário esteve reunida com os presidentes das comissões de Direito Imobiliário das seccionais para falar sobre o projeto de uma coletânea de artigos de autoria dos membros das comissões. O projeto partiu do presidente, Alencar Ferrugini, e do vice-presidente, Marcus Vinicius Motter Borges.

A ideia do projeto é que cada uma das 27 seccionais da OAB, por meio de suas respectivas comissões de Direito Imobiliário, contribua com três artigos para cada volume da coleção. Os artigos deverão obrigatoriamente abordar aspectos, gerais ou específicos, do assunto tratado no volume à luz do entendimento do Tribunal de Justiça ou Corregedoria Geral de Justiça do respectivo estado do coautor.

“Nós temos a concepção que a Comissão Especial de Direito Imobiliário consegue abranger todas as seccionais, e assim, nós resolvemos unifica-las em três trabalhos, no qual demonstrarão não somente a advocacia, mas toda a sociedade o potencial que uma comissão e a OAB tem para todos nós”, destacou Alencar Ferrugini.

O projeto foi bem aceito por todos presentes, que aceitaram em contribuir com artigos que são pertinentes para o direito imobiliário. “O projeto é da comissão de direito imobliário para outras comissões de direito imobiliário, mas nada impede que possamos convidas membros de outras comissões para serem coautores. Vamos estimular essas parcerias, assim eles irão corroborar com mais informações e conteúdo”, ressaltou Marcus Vinicius Motter Borges.

Estiverem presentes na reunião os membros consultores Bruno Barsi de Souza Lemos, Daiana de Oliveira Staudt, Magno Martins Teixeira, Ricardo Vogt de Oliveira, Ticiana Marinho Timbó Queiroz. E os presidentes e representantes das comissões das seccionais Arthur Rios Junior (OAB-GO), Rafael Roberts (OAB-ES), Daniela Veltri (OAB-SP), Diego Valerio Pres (OAB-PI), Efson Rodrigues (OAB-RO), Felipe Rebelo (OAB-AL), Gabriel Franco (OAB-MS), Jéssica Costa (OAB-ES), José Ricardo Pereira Lira (OAB-RJ), Maria Luiza (OAB-RN), Matheus Cifani (OAB-MG), Rodrigo Alvares (OAB-SE), Victor Cunha (OAB-ES), Gilvano Figueiredo (OAB-CE) e Gustavo Amorim (OAB-PA).

Comissão Especial de Mercado de Capitais

Leia Também:  Nota MT distribuirá mais R$ 550 mil em prêmios esta semana

A Comissão Especial de Mercado de Capitais voltou a se reunir nesta quinta-feira (17/11) para debater a hipótese de dolo eventual na esfera administrativa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN). O debate foi conduzido pela secretária-adjunta, Marina Copola.

Copola apresentou estudo elaborado por ela sobre o tema, diferenciando os tipos de dolo, com especial ênfase na figura do dolo eventual. Conforme concluiu a advogada,“não parece ser possível praticar um ato considerado de risco, como as operações financeiras, e manter uma postura indiferente ao resultado”.

Após a apresentação, os integrantes da comissão debateram a necessidade de reforma da Instrução CVM 8 (que dispõe sobre condições artificiais de demanda, oferta ou preço de valores mobiliários, manipulação de preço, operações fraudulentas e práticas não eqüitativa) e da Resolução CVM 62 (que Veda as práticas de criação de condições artificiais de demanda, oferta ou preço de valores mobiliários, manipulação de preço, realização de operações fraudulentas e uso de práticas não equitativas, e revoga a Instrução CVM nº 8), a fim de trazer maior abrangência ou maior claridade acerca dos elementos subjetivos descritos.

Foi proposta a continuidade dos estudos do tema e, conforme necessária, possível propositura de sugestões para alteração da vigente Resolução 62.

1º Encontro de Presidentes de Comissões de Sociedades de Advogados

A OAB Nacional promoveu na tarde desta quinta-feira (17/11) o 1º Encontro de Presidentes de Comissões de Sociedades de Advogados da gestão 2022/2024. A reunião contou com a presença de integrantes da Comissão Nacional das Sociedades de Advogados e presidentes das comissões das seccionais. Os temas centrais debatidos no encontro dizem respeito à otimização e atualização do Cadastro Nacional de Advogados e à busca pela uniformização de procedimentos no âmbito das seccionais em relação aos registros das sociedades de advogados.

O conselheiro decano da CFOAB e presidente do conselho gestor do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados (Fida), Felipe Sarmento, representando o presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, participou da abertura do encontro. “Um dos pontos de destaque nessa construção é a questão do Cadastro Nacional das Sociedades de Advogados. Acho que temos muito o que dialogar sobre esse tema. Tenham a certeza de que terão todo apoio do presidente Simonetti e da diretoria do Conselho Federal e da Coordenação de Comissões”, disse Sarmento.

Leia Também:  Encerramento da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência é marcado por desfile e apresentações musicais

“A Comissão Nacional de Sociedades de Advogados tem uma importância singular. Discutir a regularização dos escritórios é algo muito importante, bem como ouvir as demandas de cada uma das comissões seccionais. Outro ponto importante é o incentivo para a criação de comissões de sociedade de advogados em todas as seccionais”, acrescentou ele, que é o coordenador-geral das comissões do Conselho Federal.

O presidente da Comissão Nacional das Sociedades de Advogados, Carlos Augusto Monteiro Nascimento, festejou a oportunidade do diálogo que o encontro proporcionou. “Fico extremamente satisfeito com o resultado deste 1º Encontro de Presidentes de Comissões de Sociedades de Advogados da atual gestão. Foi uma grande oportunidade para trocar experiências e buscar soluções para o enriquecimento e fortalecimento do sistema OAB como um todo”, resumiu ele.

Além dos debates sobre o Cadastro Nacional de Advogados e a uniformização de procedimentos no âmbito das seccionais em relação aos registros das sociedades de advogados, o grupo buscou se aprofundar em outros temas de impacto nacional. “Discutimos também a efetividade, a regulamentação interna e a aplicação da Lei 14.365/22, no âmbito do Conselho Federal e das seccionais, inclusive com  a criação de câmaras de mediação e arbitragem”, explicou Nascimento.

Segundo o presidente da comissão, restou estabelecida a necessidade da aproximação e integração das seccionais para o fortalecimento de um sistema cada vez mais convergente e integrado. “Precisamos estabelecer parâmetros muito bem definidos para todas as seccionais. Entre diversas providências a serem implementadas, a correta e ágil alimentação do Cadastro do CFOAB mostra-se fundamental para que obtenhamos todos os dados que retratem a realidade, o verdadeiro panorama e o perfil das sociedades de advogados em todo o sistema. Dessa forma, poderemos melhor identificar o cenário mais completo, mais fiel das sociedades de advogados em âmbito nacional”, afirmou ele.

Nascimento afirmou ainda que tudo que foi discutido no encontro desta tarde será consolidado em um documento que será enviado à apreciação da diretoria do Conselho Federal para eventuais deliberações.

Fonte: OAB Nacional

Propaganda

JURÍDICO

Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor

Publicados

em

Por

Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor

Prazo para a prestação de contas parcial das Eleições 2026 termina neste domingo, 13 de setembro, e mostra por que acompanhar o dinheiro da campanha também faz parte do voto consciente.

Durante uma eleição, o eleitor acompanha pesquisas, propostas, debates, alianças e propaganda. Mas há outro aspecto que também merece atenção: d e onde vem o dinheiro que financia uma campanha e como ele está sendo utilizado.

Neste domingo, 13 de setembro, termina o prazo para que partidos, candidatas e candidatos apresentem à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial das Eleições 2026 . Nela devem constar as movimentações financeiras e os recursos estimáveis em dinheiro registrados desde o início da campanha até 8 de setembro.

A prestação parcial funciona como uma espécie de fotografia financeira da campanha naquele momento. Ela permite verificar quanto foi arrecadado, quem contribuiu, quais despesas foram realizadas e como os recursos estão sendo empregados.

Mas é importante fazer uma distinção: informações financeiras da campanha podem aparecer antes da prestação parcial , porque os recursos recebidos devem ser informados à Justiça Eleitoral durante a própria campanha e os relatórios financeiros podem ser disponibilizados na internet em até 48 horas.

Leia Também:  Conheça mais sobre o STM, órgão de cúpula da Justiça mais antiga do País

O dia 15 de setembro representa outro marco. Nessa data, a Justiça Eleitoral divulgará oficialmente, na internet, a prestação de contas parcial consolidada, com indicação dos doadores e dos respectivos valores declarados, observadas as regras de proteção de dados pessoais.

Para o eleitor, essas informações ajudam a enxergar a campanha por outro ângulo. Conhecer propostas é essencial, mas compreender quem financia uma candidatura e para onde o dinheiro está sendo direcionado também contribui para uma escolha mais consciente.

Para candidatos e partidos, a atenção deve ser redobrada. A prestação parcial precisa refletir a movimentação real da campanha. Omissões, inconsistências ou informações incorretas podem repercutir posteriormente na análise das contas eleitorais.

Também é importante lembrar que essa é apenas uma etapa. Após as eleições, haverá a prestação de contas final, quando toda a movimentação financeira da campanha será submetida à análise da Justiça Eleitoral.

A transparência eleitoral não está apenas no discurso do candidato. Ela também está na origem dos recursos, nos gastos realizados e na possibilidade de fiscalização pela sociedade.

Leia Também:  Ministro Fachin pede que governo informe providências para garantir aborto nas hipóteses legais

Em uma democracia, saber quem pede o voto é fundamental. Saber quem financia a campanha também.

André Pozeti
Advogado, especialista em Direito Eleitoral, ex-juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e membro da Comissão Eleitoral da OAB/MT.

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA