CUIABÁ
Search
Close this search box.

CUIABÁ

Inauguração do novo Mercado do Porto se aproxima e atividades da estrutura antiga serão suspensas a partir do dia 17

Publicado em

CUIABÁ

Ao se aproximar a inauguração da primeira fase da renovação do Mercado Antônio Moisés Nadaf, o Mercado do Porto, a administração municipal de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, reforça que as atividades do espaço comercial serão interrompidas nos dias 17, 18, 19 e 20 de junho para permitir que os permissionários efetuem a mudança para o novo local.

Após quase três décadas de existência, esta é a primeira vez que o espaço passará por um amplo processo de revitalização, um desejo antigo do prefeito Emanuel Pinheiro.

“É com imensa satisfação que anunciamos o início dessa nova fase do Mercado do Porto no dia 21 de julho. No entanto, é necessário que os permissionários tenham tempo suficiente para realizar a mudança para o novo local e preparar tudo para receber a população de Cuiabá. Portanto, será necessário suspender as atividades no local por quatro dias, entre 17 e 20 de julho, para que, às 6h do dia 21 de julho, o Mercado já esteja funcionando plenamente nas novas instalações e às 8h, a gestão irá entregar um novo cartão postal da cidade, com espaço moderno, confortável. Digno de nossa cidade”, declarou Emanuel Pinheiro.

Leia Também:  Região do Altos do Parque tem 2.500 buracos tapados em dois dias de mutirão

A cerimônia de abertura ocorrerá no dia 21, a partir das 8h, com uma programação especial que englobará não apenas o dia da inauguração, mas também o sábado e domingo, incluindo promoções e atividades relacionadas à cultura local.

“Vamos entregar o novo Mercado do Porto com uma estrutura duradoura e atrativa, que se tornará um novo ponto turístico na cidade. O local contará com iluminação em LED, asfalto de alta qualidade, paisagismo, cercas, calçadas e jardins”.

Patrimônio artístico cultural imaterial

Por meio da Lei 11511/21, o Mercado Antônio Moisés Nadaf, O Mercado do Porto, foi declarado como patrimônio histórico, artístico e cultural imaterial.

A feira que deu origem ao Mercado do Porto nasceu na região central de Cuiabá, na praça Rachid Jaudy, no meio da avenida Isaac Póvoas, com pouco mais de 10 feirantes, expondo seus produtos em charretes e algumas poucas barracas improvisadas e, ao longo dos anos, foi mudando de lugar, de acordo com o aumento dos feirantes e o crescimento dos consumidores.

Embora sejam raras as pesquisas históricas, feirantes mais antigos relatam que a feira saiu da praça Rachid Jaudy, na década de 50, para o espaço entre o estádio Presidente Dutra e o Arsenal de Guerra, depois foi para a Avenida da Prainha, atrás do Quartel da Polícia Militar, onde hoje é o Shopping Popular. Funcionou no bairro Verdão; na praça Maria Ricci, no Porto; Mercado do Peixe, atual Museu do Rio. E, em 10 de fevereiro de 1995, foi instalado na avenida 8 de Abril, no local chamado popularmente de Campo do Bode, entre o córrego Mané Pinto e o Rio Cuiabá.

Leia Também:  Confira as vagas de emprego; Sine oferta 409 vagas nesta quarta-feira (6)

Hoje é um complexo comercial varejista composto por 149 permissionários divididos por setores de pescados, açougues, frios, doces, lanchonetes, restaurantes, hortigranjeiros, rações e similares, confecções e utilidades domésticas. O Mercado funciona de terça-feira a domingo, embora alguns comércios abram nas segundas-feiras. Em média, 120 mil pessoas frequentam o mercado por mês.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Propaganda

CUIABÁ

Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

Publicados

em

A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

Leia Também:  Moradores das residências terapêuticas são apadrinhados por voluntários e recebem presentes em festa de Natal

Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

Leia Também:  Semob capacita colaboradores da Águas Cuiabá sobre sinalização temporária de obras

Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA