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O que é o investimento estrangeiro direto em telecomunicações?
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O setor de telecomunicações demanda investimentos contínuos para implantação, ampliação, modernização e manutenção de redes e serviços. Parte desses recursos pode ser proveniente de investidores ou empresas sediadas em outros países, por meio do chamado Investimento Estrangeiro Direto (IED).
Esse tipo de investimento é destinado à economia real e pode ser aplicado em projetos de infraestrutura, aquisição de equipamentos, expansão de operações, desenvolvimento tecnológico e outras atividades relacionadas ao setor.
O que é o Investimento Estrangeiro Direto?
O Investimento Estrangeiro Direto (IED) ocorre quando empresas ou investidores de outros países aplicam recursos em empreendimentos instalados no Brasil com perspectiva de atuação de longo prazo.
Diferentemente de investimentos financeiros, como a compra de ações ou títulos, o IED está relacionado à participação em atividades econômicas e ao desenvolvimento de empreendimentos.
Como esses investimentos podem ser utilizados?
No setor de telecomunicações, os recursos podem ser destinados a diferentes finalidades, como:
* implantação e modernização de redes de telecomunicações;
* expansão de redes de fibra óptica;
* instalação de antenas e equipamentos;
* construção de data centers;
* implantação de cabos submarinos;
* desenvolvimento de tecnologias voltadas às telecomunicações;
* pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico.
A forma de aplicação dos investimentos depende das estratégias das empresas e das características de cada projeto.
Qual a diferença entre investimento direto e investimento financeiro?
O investimento direto está relacionado à participação em empreendimentos e atividades produtivas, geralmente com horizonte de longo prazo.
Já o investimento financeiro envolve aplicações em ativos, como ações, títulos e outros instrumentos negociados no mercado financeiro, sem necessariamente haver participação na gestão ou operação das empresas.
Por que as telecomunicações recebem investimentos?
A prestação de serviços de telecomunicações depende de infraestrutura física e tecnológica, que exige atualização permanente para acompanhar a evolução das tecnologias e atender às necessidades de comunicação da sociedade.
Entre os componentes dessa infraestrutura estão redes de fibra óptica, antenas, cabos submarinos, data centers, equipamentos de transmissão e sistemas de processamento de dados.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações
BRASIL
Defesa participa de diálogo sobre descarbonização do transporte marítimo
Brasília (DF), 4/8/2026 – O Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, participou, nesta terça-feira (4), de diálogo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre descarbonização do transporte marítimo. O evento, realizado em Brasília (DF), contou com a participação do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, além de representantes do governo, da indústria, do setor marítimo e da cadeia de biocombustíveis.
Na ocasião, especialistas, representantes das indústrias e setor produtivo discutiram temas relacionados ao uso do combustível etanol nas embarcações e a redução das emissões de carbono no transporte marítimo. Também foram debatidos aspectos relacionados à competitividade da indústria nacional, à inovação tecnológica e à participação do Brasil nas cadeias globais de comércio.
Durante o evento, o Ministro José Mucio observou que a busca por alternativas energéticas para a navegação integra as discussões internacionais sobre redução de emissões. “Precisamos encontrar alternativas ao uso desse combustível no sentido de reduzir a pegada de carbono nesse modal de transporte e, consequentemente, diminuir a emissão de carbono diretamente na atmosfera”, afirmou.
As discussões abordaram ainda o processo de descarbonização conduzido no âmbito da Organização Marítima Internacional (IMO), organismo responsável pela definição de normas globais para o transporte marítimo. Os participantes discutiram propostas e aspectos regulatórios relacionados às normas nacionais e internacionais voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa no setor marítimo.
De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o transporte marítimo responde por cerca de 96% das mercadorias brasileiras comercializadas com o exterior, considerando o volume transportado. Segundo a entidade, as discussões conduzidas no âmbito da IMO podem influenciar futuras normas internacionais relacionadas à descarbonização da navegação, com impactos sobre a competitividade do comércio exterior brasileiro.
Por Daniel Lima
Fotos: Érico Alves
Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070
Fonte: Ministério da Defesa
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