AGRONEGÓCIO
Minas Gerais: superleite deve movimentar R$ 300 em Pompéu
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Pompéu (178km da capital, Belo Horizonte) se prepara para sediar a Superleite 2024, um dos maiores eventos do agronegócio no Centro-Oeste de Minas Gerais.
O evento, que acontecerá de 16 a 19 de julho, no Parque de Exposições em Pompéu, deve movimentar mais de R$ 300 milhões em negócios e receber cerca de 30 mil visitantes.
Com mais de 100 empresas expositoras e fornecedores de insumos, máquinas e equipamentos agrícolas, a feira em sua 13ª edição está focada em facilitar negócios para grandes, médios produtores rurais e agricultura familiar.
O evento, que ocorre de terça a sexta-feira, visa superar os R$ 300 milhões em negócios do ano anterior, com expectativa de crescimento de 20%. Além das transações comerciais, oferece um extenso programa de palestras e oficinas essenciais para cadeias produtivas, promovidas pelo Senar.
Pompéu, conhecida como a capital mineira do leite, destaca-se também pela agricultura de precisão, impulsionando um significativo crescimento na área plantada de grãos. A Superleite não só fortalece a economia local e movimenta o setor agropecuário, mas também contribui para o desenvolvimento tecnológico e genético do rebanho bovino regional, com leilões e competições especializadas.
Fonte: Pensar Agro
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MPA participa da 3ª Cúpula da Pesca de Pequena Escala em Roma
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou, neste domingo (6), da 3ª Cúpula da Pesca Artesanal (SSF Summit 2026), realizada na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, Itália. O encontro reuniu governos, organizações de pescadores e pescadoras, sociedade civil e organismos internacionais para discutir a implementação das Diretrizes Voluntárias para a Sustentabilidade da Pesca em Pequena Escala.
O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou da mesa de alto nível ao lado do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, e de ministros de outros países. Em sua intervenção, destacou que a sustentabilidade da pesca deve caminhar junto com a conservação dos recursos pesqueiros e a garantia de condições dignas de vida para as comunidades que vivem da atividade.
Edipo apresentou iniciativas brasileiras voltadas à pesca artesanal, incluindo o reconhecimento dos territórios pesqueiros tradicionais, políticas para mulheres e jovens, a integração entre conhecimentos científico e tradicional, a extensão pesqueira e a ampliação do acesso ao crédito. Também ressaltou a importância do pescado para a segurança alimentar e nutricional e o combate à fome.
“Não existe futuro para a pesca sem a conservação dos recursos pesqueiros, assim como não existe pesca sustentável sem garantir condições de vida dignas para as mulheres e os homens que vivem das águas. Incentivar o consumo de pescado é também uma estratégia de segurança alimentar e de combate à fome”, afirmou.
Plano Nacional da Pesca Artesanal
O diretor do Departamento de Territórios Pesqueiros e Ordenamento do MPA, Cristiano Quaresma, apresentou o Plano Nacional da Pesca Artesanal (PNPA) como principal instrumento brasileiro para transformar as Diretrizes-SSF em políticas públicas. Construído com a participação de pescadores e pescadoras de diferentes regiões do país, o Plano estabelece uma estratégia para os próximos dez anos e contempla temas como territórios tradicionais, gestão sustentável dos recursos pesqueiros, trabalho digno, igualdade de gênero, juventudes e mudanças climáticas.
“A nossa experiência demonstra que as Diretrizes tornam-se mais fortes quando transformamos participação em decisão, direitos em políticas públicas e pescadores e pescadoras em protagonistas de seu próprio futuro”, destacou Quaresma.
Reuniões bilaterais
Paralelamente à Cúpula da Pesca de Pequena Escala, a delegação realizou reuniões bilaterais com a Representação Permanente do Brasil e com a Direção de Pesca e Aquicultura da FAO. Entre os temas abordados, destacaram-se a reconstrução da estatística pesqueira marinha brasileira, projetos de cooperação internacional, mecanismos de financiamento e implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto (PSMA), voltado ao combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.
A participação brasileira reforça a estratégia do MPA de ampliar a cooperação internacional e fortalecer a presença do Brasil nos debates globais sobre pesca, aquicultura, segurança alimentar e sustentabilidade.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]
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