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POLITÍCA NACIONAL

Eleições 2026: Confira o cronograma completo de prazos e votações

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aprovou em sessão extraordinária, o calendário oficial das Eleições Gerais de 2026. A resolução define todo o cronograma do processo eleitoral no qual os brasileiros retornarão às urnas para eleger o Presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O documento fixa o primeiro turno do pleito para 4 de outubro e um eventual segundo turno para 25 de outubro, delimitando prazos decisivos para o ano eleitoral.

A divulgação antecipada garante transparência e previsibilidade para partidos, candidatos e cidadãos. Entre as regras, a população deve ficar atenta aos prazos de um eventual segundo turno: de 29 de setembro a 6 de outubro, eleitores só poderão ser presos em flagrante, por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto. Além disso, de 3 a 5 de outubro, haverá nova restrição ao porte e transporte de armas para caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) em todo o país.

Agosto de 2026

O mês marca o início de proibições severas à programação de rádio e TV no dia 6, data em que as emissoras ficam proibidas de veicular propaganda fora do horário legal, conceder tratamento privilegiado a candidatos, exibir conteúdos satíricos com alusões políticas ou transmitir pesquisas manipuladas. Já em 28 de agosto, entra no ar o horário eleitoral gratuito correspondente ao primeiro turno — a programação segue até 1º de outubro.

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Setembro de 2026

Em 14 de setembro (20 dias antes do 1º turno) se estabelece a data limite para a conclusão da Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais pelo TSE. Também se encerra o prazo para solicitações de apoio de transporte por comunidades indígenas e quilombolas. A partir de 19 de setembro (15 dias antes do pleito) os candidatos e candidatas não podem ser detidos ou presos, a não ser em flagrante delito. De 29 de setembro a 6 de outubro, eleitoras e eleitores não podem ser presos ou detidos, salvo em flagrante delito, em decorrência de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto dos dias.

Outubro de 2026

Na véspera do pleito, 3 de outubro, acontece a Realização da Cerimônia de Verificação do Sistema de Gerenciamento da Totalização dos resultados eleitorais. A proibição total de transporte de armas e munições por parte de colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) em todo o território nacional vale de 3 a 5 de outubro. A votação do primeiro turno acontece no domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h (horário de Brasília).

Havendo segundo turno no dia 25, a veiculação da propaganda eleitoral gratuita acontece entre 9 e 23 de outubro, acompanhada da renovação de imunidade dos candidatos participantes do 2º turno, que a partir de 10 de outubro não podem ser presos, exceto em flagrante. A contar de 19 de outubro eleitores não podem ser presos, exceto em flagrante, por crime inafiançável ou quebra de salvo-conduto. De 24 a 26 de outubro inicia-se a nova restrição de porte e transporte de armas de fogo para CACs em território nacional.

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Novembro de 2026

A reabertura do cadastro eleitoral começa em 3 de novembro. Retomam-se os atendimentos presenciais nos cartórios, serviços online de alistamento e transferências pela internet, além da emissão de certidões de quitação eleitoral.

Dezembro de 2026

3 de dezembro é o prazo final para que eleitores que deixaram de votar no 1º turno apresentem a justificativa de ausência sem penalidade. A data limite estabelecida para a diplomação das eleitas e dos eleitos pela Justiça Eleitoral é 18 de dezembro.

Janeiro de 2027

A posse oficial do presidente da República e do vice-presidente da República eleitos é realizada em 5 de janeiro de 2027. Governadores e vice-governadores eleitos tomam posse em 6 de janeiro. O prazo para entrega de justificativa de ausência no 2º turno das eleições expira em 8 de janeiro de 2027.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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Executivo envia Orçamento de 2027 ao Congresso com mínimo de R$ 1.741

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Salário mínimo de R$ 1.741, inflação de 3,6% e crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,46%. Esses são alguns pontos da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento ao Legislativo.

O aumento previsto de R$ 120 no valor do salário mínimo (hoje R$ 1.621) representa uma alta de aproximadamente 7,4% no valor nominal. O índice representa um ganho de 2,3% acima da inflação projetada para este ano.

O documento ainda apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Conforme o texto, o Executivo prevê taxa básica de juros (Selic) em 12,53% e câmbio médio de R$ 5,22 para o dólar. Já o superávit primário, que é a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta, deve ficar em R$ 18,6 bilhões, valor que representa pouco mais de 0,1% do PIB.

Tramitação

Pela Constituição, a Lei Orçamentária Anual, que trata do Orçamento, deve ser entregue pelo Poder Executivo até 31 de agosto de cada ano, com a previsão de ser aprovada até dezembro. 

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A proposta do Executivo para a Lei Orçamentária Anual de 2027 será examinada inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Depois, a matéria será apreciada pelo Congresso Nacional e seguirá para sanção do presidente Lula.

O Congresso ainda precisa votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/2026). A matéria deveria ter sido votada até o dia 17 de julho. Como não houve a votação, a tendência é que o texto seja analisado agora neste segundo semestre.

Receitas e despesas

A LOA é o documento que estima receitas e fixa as despesas públicas para o ano seguinte. A lei busca garantir que o dinheiro arrecadado dos cidadãos seja aplicado de forma clara, planejada e responsável.

Em outras palavras, determina a verba que será aplicada em áreas cruciais como saúde, educação, segurança, transporte e infraestrutura. Embora a iniciativa seja do Executivo, os parlamentares podem inserir mudanças no texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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