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POLITÍCA NACIONAL

Para Kajuru, Brasil deve investir para agregar valor às terras-raras

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O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) afirmou nesta terça-feira (1º) que o Brasil deve investir no desenvolvimento de uma cadeia industrial capaz de produzir tecnologia de ponta na área de minerais críticos e estratégicos. Em pronunciamento no Plenário, o parlamentar criticou o modelo brasileiro de exportação de recursos naturais como as terras-raras e destacou a importância de políticas públicas voltadas ao setor de minerais.

— Precisamos aprovar o Projeto de Lei 2.780/2024, já votado na Câmara, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos e cria mecanismos para fortalecer a cadeia produtiva desses minerais do país. Trata-se de um marco legislativo importante para aperfeiçoar a regulação do setor, estimular a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico e criar condições para que o Brasil agregue valor aos seus recursos minerais — afirmou o senador.

Para Kajuru, a regulamentação do setor não acarretará a interrupção de acordos internacionais com outros países conhecidos pela exploração mineral, mas criará novos mecanismos para avaliar possíveis parcerias geopolíticas.

Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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Vetos parciais ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias são apreciados na CLDF

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Os deputados distritais se reuniram, nesta terça-feira (01), durante a sessão ordinária, para a apreciação de vetos parciais do Poder Executivo ao Projeto de Lei nº 2.323/2026, que estabelece as diretrizes orçamentárias do Distrito Federal para o exercício financeiro de 2027.

Os vetos do Palácio do Buriti atingiam diversos artigos do projeto. Na sessão de hoje, os parlamentares derrubaram vetos a 16 artigos, parágrafos e alíneas do texto original, e mantiveram 14. Entre os artigos que foram reincorporadaos ao texto da lei, estão obrigações ao Poder Executivo de divulgar, por exemplo, o valor total de cada projeto executado, o percentual de execução física e financeira acumulado, a fonte de recursos e a descrição do produto, acompanhada de sua unidade de medida.

Entre os vetos do Executivo que foram mantidos pelos deputados distritais na votação de hoje estão artigos como o que determinava que deveriam ser destinados à função saúde no mínimo 40% do orçamento da seguridade social, assegurando a vinculação de receita de tributos em consonância com a Emenda Constitucional nº 29, de 13 de dezembro de 2000, e Lei Complementar Federal nº 141, de 13 de janeiro de 2012. Os artigos cujos vetos foram mantidos deixam de fazer parte da futura norma. Os vetos foram votados com a presença de 17 parlamentares e 7 ausências.

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Fonte: Câmara Legislativa – DF

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