POLITÍCA NACIONAL
Vetos parciais ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias são apreciados na CLDF
POLITÍCA NACIONAL
Os deputados distritais se reuniram, nesta terça-feira (01), durante a sessão ordinária, para a apreciação de vetos parciais do Poder Executivo ao Projeto de Lei nº 2.323/2026, que estabelece as diretrizes orçamentárias do Distrito Federal para o exercício financeiro de 2027.
Os vetos do Palácio do Buriti atingiam diversos artigos do projeto. Na sessão de hoje, os parlamentares derrubaram vetos a 16 artigos, parágrafos e alíneas do texto original, e mantiveram 14. Entre os artigos que foram reincorporadaos ao texto da lei, estão obrigações ao Poder Executivo de divulgar, por exemplo, o valor total de cada projeto executado, o percentual de execução física e financeira acumulado, a fonte de recursos e a descrição do produto, acompanhada de sua unidade de medida.
Entre os vetos do Executivo que foram mantidos pelos deputados distritais na votação de hoje estão artigos como o que determinava que deveriam ser destinados à função saúde no mínimo 40% do orçamento da seguridade social, assegurando a vinculação de receita de tributos em consonância com a Emenda Constitucional nº 29, de 13 de dezembro de 2000, e Lei Complementar Federal nº 141, de 13 de janeiro de 2012. Os artigos cujos vetos foram mantidos deixam de fazer parte da futura norma. Os vetos foram votados com a presença de 17 parlamentares e 7 ausências.
Fonte: Câmara Legislativa – DF
POLITÍCA NACIONAL
Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, um projeto de lei que cria regras para a regularização ambiental de áreas rurais embargadas em razão de infrações ambientais. O PL 6.531/2025 segue agora para a Câmara dos Deputados.
A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) para disciplinar a regularização de áreas embargadas por descumprimento das regras de proteção da vegetação nativa previstas no Código Florestal (Lei 12.651, de 2012). O texto recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA).
A proposta obriga a autoridade ambiental a informar o produtor sobre a possibilidade de um termo de compromisso logo no ato da multa ou embargo. Se o produtor pedir para assinar esse acordo e o órgão ambiental não responder em 60 dias, as punições econômicas (como o bloqueio de acesso ao crédito rural) serão automaticamente suspensas. Isso permite que o agricultor volte a buscar financiamento enquanto o processo de regularização continua correndo.
Autor do projeto, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) diz que a medida favorece os pequenos produtores que têm áreas embargadas e ficam impossibilitados de produzir.
— O órgão [ambiental] terá 60 dias para dar resposta ao produtor; se o órgão não se manifestar, o produtor passa a produzir. Da forma que estamos hoje, é luta desigual com os nossos produtores — afirmou.
Além de saudar a aprovação do projeto, o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) cobrou justiça para os produtores de todos os estados da Região Amazônica.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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