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Várzea Grande publica contratação da Fipe para emitir estudos sobre água e esgoto

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Prefeita Flávia Moretti e o vice Tião da Zaeli – ambos do PL – pontua que enquanto não houver completado o processo de concessão, a atual gestão continuará realizando os serviços necessários no DAE

A Prefeitura de Várzea Grande publicou no Jornal Oficial dos Municípios da AMM, da última quarta-feira (14), a contratação da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para fornecer estudo e auxilie o Município na definição do melhor modelo para a licitação da prestação dos serviços públicos para universalização do sistema de abastecimentos de água e esgotamento sanitário.

A prefeita Flávia Moretti (PL) pontua que enquanto não houver completado o processo de concessão, ela e o vice-prefeito, Tião da Zaeli (PL), continuarão realizando os serviços necessários no DAE. “O DAE ainda sofre com questões de vazamentos e outros problemas, por isso não podemos parar. Falei com o Tião para que nos ajude a operar o DAE e que possa fazer os investimentos necessários para avançarmos neste quesito. Não haverá lacunas na prestação de serviços à população enquanto se estuda o melhor modelo de concessão privada”, exclamou a prefeita.

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Um exemplo prático da manutenção no sistema de abastecimento, são as obras, iniciadas ontem, dia 15, aniversário de 158 anos de fundação da cidade, com a emissão da ordem de serviço no bairro Paiaguás. A comunidade receberá a implantação de nova adutora e eliminação de vazamentos, entre muitos outros serviços, onde serão investidos quase R$ 600 mil, somente para ampliar o abastecimento, regularizar ligações e eliminar vazamentos.

“Esse é um dos primeiros passos, mas é um desejo da população e eu também desejo que ocorra esta concessão. O nosso governo é participativo, governamos ao lado da população e queremos a participação dela em nossas ações, principalmente, acompanhando e fiscalizando cada ato”, conta Moretti.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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