VÁRZEA GRANDE
DAE-VG intensifica fiscalizações e identifica ligações clandestinas no Construmat e na Alameda
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Por meio de denúncia anônima, equipes identificaram sete ramais clandestinos, que além de comprometerem a pressão da rede, provocavam vazamentos e desperdício de água
O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) realizou, nesta semana, uma ação de fiscalização nos bairros Construmat e Alameda, após uma denúncia anônima apontar possíveis irregularidades na rede de abastecimento. Durante a vistoria, a equipe técnica identificou sete ligações clandestinas, que estavam comprometendo o sistema e provocando vazamentos constantes na região.
Segundo a equipe do DAE-VG, o trabalho é detalhado e continuará sendo executado até que toda a área esteja regularizada. “Encontramos vários ramais clandestinos feitos com materiais inadequados, o que tem causado danos ao asfalto e dificultado a execução de melhorias, como o recapeamento. O objetivo é corrigir essas irregularidades e garantir um abastecimento eficiente e seguro para todos os moradores”, destacou a equipe.
O DAE-VG reforça que os imóveis com situação cadastral irregular serão notificados e terão o fornecimento cortado até que realizem a regularização cadastral e de débitos junto à autarquia.
A instituição orienta ainda que todos os consumidores mantenham seus cadastros atualizados, o que facilita a comunicação por e-mail ou WhatsApp, o recebimento de informativos e o registro de solicitações de atendimento.
“O DAE não quer deixar ninguém sem água. Nosso compromisso é fornecer água a todos, mas é essencial saber quem são os consumidores e qual é a real demanda de cada região”, reforça a direção da autarquia.
As ações de fiscalização seguem ocorrendo em diferentes bairros de Várzea Grande com o objetivo de combater as ligações clandestinas, reduzir perdas de água tratada e melhorar a eficiência do sistema de abastecimento em toda a cidade.
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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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