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SAÚDE

Chikungunya ultrapassam 2 mil registros em Cuiabá

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Cuiabá registrou 2.114 notificações de casos de chikungunya nas primeiras sete semanas epidemiológicas de 2025, conforme o Boletim DCZ divulgado nesta quarta-feira (19.02) pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) da Diretoria de Vigilância em Saúde (DIVISA). Do total, 1.977 casos foram confirmados. O documento também aponta que a capital mato-grossense investiga seis óbitos causados pela doença, enquanto outros seis já foram confirmados.

Os dados indicam um aumento importante na média semanal de notificações em relação a 2024. Neste ano, a média é de 302 registros semanais, contra apenas três no mesmo período do ano passado – um crescimento alarmante de 9.091,3%.

Já os casos de dengue somam 925 notificações em 2025, sendo 724 confirmados. Apesar da alta em comparação a 2024, houve uma leve redução nos registros nas duas últimas semanas. A média de notificações de dengue neste ano é de 132 casos semanais, contra 41 em 2024, um aumento de 220%. Um óbito por Dengue está sob investigação.

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Por meio do documento, a Secretaria Municipal de Saúde destacou também a importância das medidas preventivas para conter a proliferação do Aedes aegypti, vetor das doenças. Entre as ações realizadas pela pasata, 119.062 imóveis foram visitados, 13.189 tratados, além de mais de 15 mil depósitos tratados e 2.532 eliminados.

O boletim aponta ainda que os números ainda podem sofrer alterações devido a notificações tardias. A recomendação é que a população elimine possíveis criadouros do mosquito, principalmente neste período chuvoso, para evitar o agravamento da situação e a sobrecarga no sistema de saúde.

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Venda de azeite San Olivetto é proibida em todo o Brasil pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição imediata da comercialização do azeite de oliva extra virgem da marca San Olivetto em todo o território nacional. A medida inclui ainda a suspensão da distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto.

De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada após a identificação de inconsistências graves relacionadas às empresas envolvidas na cadeia de comercialização do azeite. O rótulo do produto indica como importadora a empresa Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda., porém, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da companhia encontra-se suspenso desde maio do ano passado por irregularidades cadastrais junto à Receita Federal.

Além disso, a empresa apontada como distribuidora do produto já teve suas atividades encerradas. O registro consta como baixado desde novembro de 2024, após processo de liquidação voluntária.

Diante desse cenário, a Anvisa concluiu que não é possível garantir a procedência e a segurança do azeite, fator que motivou a adoção de medidas sanitárias rigorosas. Como consequência, todos os lotes do azeite San Olivetto deverão ser apreendidos pelas autoridades competentes em todo o país.

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A orientação aos consumidores é que evitem a compra e o consumo do produto, reforçando a importância de verificar a procedência e a regularidade dos alimentos antes da aquisição.

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