MATO GROSSO
Trânsito em um lado do viaduto da Avenida do CPA será interrompido para realização de correções estruturais
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito de uma das pistas da Avenida Miguel Sutil sobre o Viaduto do CPA (Viaduto Roberto Campos) precisará ser interrompido a partir da próxima segunda-feira (09.12). Nesta data será interrompida a pista sentido Coxipó – Rodoviária.
A medida é necessária para realização de correções emergenciais na estrutura do viaduto, com o objetivo de evitar um colapso da laje de transição, trecho da estrutura no começo do viaduto.
Durante a execução das obras de ampliação do viaduto, a equipe da Sinfra-MT constatou que ocorreu um deslocamento do material utilizado no aterro da cabeceira do viaduto.
Este deslocamento ocorreu ao longo dos anos, antes do início da obra. O viaduto, inaugurado na década de 1980, está em via de administração municipal e nos últimos anos registrou vazamentos de lama por meio de rachaduras em sua base.
Desta forma, em alguns pontos a estrutura de suporte da laje está oca, o que diminui a sua resistência. O trabalho que será executado a partir da próxima segunda-feira é para corrigir esses vazios e retornar às condições de segurança estruturais.
Após a conclusão da pista sentido Coxipó – Rodoviária, será fechada a pista do outro lado, sentido ao Coxipó. A previsão é que os trabalhos sejam realizados até o dia 20 de dezembro.
Rota de Desvio
Durante o fechamento da pista sentido Coxipó – Rodoviária, o trânsito da Avenida Miguel Sutil precisará ser deslocado para a Avenida do CPA.
Quem estiver na Avenida Miguel Sutil precisará descer pela alça lateral até a Avenida do CPA, cruzar a Avenida e subir a alça do outro lado, situada ao lado da Academia Smart Fit.
O cruzamento será semaforizado e a Sinfra está fazendo melhorias na pista, com retirada de calçadas, para possibilitar este desvio provisório.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Artesanato indígena de MT vira destaque nacional e movimenta R$ 68 mil em um dia na Bienal de SP
O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.
Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.
Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.
Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.
“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.
Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.
Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.
“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.
Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.
A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.
“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.
A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.
Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.
“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.
O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.
Fonte: Governo MT – MT
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