MATO GROSSO
Produtos confeccionados por reeducandos de MT são apresentados no evento nacional
MATO GROSSO
Entre os trabalhos estão pinturas em tela, imagens sacras, bonecas em tecidos, e artefatos de madeira, sendo que todos produzidos pelos privados de liberdade.
Os produtos foram confeccionados pelos reeducandos da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, Cadeia Pública Feminina de Nortelândia e Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, em Rondonópolis, e apresentados pelos policiais penais Eudes Gonçalves e Claudiane Almeida, que representam Mato Grosso no evento.![]()
A policial penal Claudiane Almeida destacou que o trabalho desenvolvido pelos privados de liberdade tem se tornado uma importante ferramenta de ressocialização, uma vez que eles passam por capacitação profissional e também encontram uma nova perspectiva de vida por meio das atividades desenvolvidas.
“Essas iniciativas têm impactado positivamente a vida dos reeducandos, dando oportunidades de transformação e reintegração na sociedade. Também visam promover a conscientização, a reflexão e o desenvolvimento pessoal dos detentos, com o objetivo de reduzir a reincidência criminal e fomentar a ressocialização”, enfatizou.![]()
A servidora afirmou que a recuperação do privado de liberdade requer esforço de vários setores. “É importante ressaltar que a ressocialização não é um processo simples, mas sim um desafio complexo que exige esforço conjunto da sociedade, do sistema prisional e dos próprios detentos. As oficinas de trabalho desempenham um papel importante nesse processo, promovendo uma reinserção social de forma responsável e humanizada”, pontuou.
O evento
O seminário conta com a presença de representantes de todos estados, com o objetivo de alinhar a execução da política de trabalho no Sistema Penal. Tem como público-alvo representantes dos órgãos da execução penal, representantes de instituições públicas e privadas que compõem a rede parceira da política de trabalho, integrantes da sociedade civil, os servidores dos sistemas prisionais estaduais e demais pessoas interessadas no tema.
No cerne das discussões está o intuito de promover o debate sobre a oferta de trabalho às pessoas em cumprimento de pena nos regimes fechado, semiaberto, aberto, em medidas alternativas à prisão, em medidas de segurança e egressas do sistema prisional. Na programação consta painéis com palestras, oficinas, momento para troca de experiência, visibilidade de boas práticas e entrega da certificação aos selecionados no Selo Resgata.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande
O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.
Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.
“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.
O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.
Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.
Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.
“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.
(Com informações da Assessoria)
Fonte: Governo MT – MT
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