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Avallone é reeleito presidente da Comissão de Fiscalização

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O deputado Carlos Avallone (PSDB) foi reeleito, por unanimidade, presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O vice-presidente é o deputado Valmir Moretto (Republicanos). A eleição ocorreu na manhã desta terça-feira (9). O mandato é de um ano.

Avallone afirmou, após a eleição, que a proposta é de dar continuidade aos trabalhos que já vinha sendo realizado na comissão. Segundo ele, em 2023, a comissão conseguiu a liberação de 98,8% de todas as emendas parlamentares de todos os 24 deputados. 

“Isso nunca aconteceu. Foi um trabalho que a Comissão fez junto aos gabinetes de cada um dos deputados e a decisão de o governador em pagá-las. Se a decisão de o governador não pagar, não tem jeito. Pode fazer qualquer reunião que não vai pagar. Para isso qualificamos as equipes de gabinetes à elaboração das emendas”, explicou Avallone. 

O parlamentar disse ainda que está empenhado em trabalhar para trazer a população junto à Comissão de Fiscalização e, com isso, ter uma maior participação dela na elaboração do orçamento do estado. “Hoje, a participação da população é muito pequena como, por exemplo, na elaboração do orçamento mulher. Mas isso está melhorando bastante. A proposta é continuar trabalhando nessa mesma linha, para que a comissão dê à população a resposta que ela merece”, disse Avallone.      

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Abaixo a composição da Comissão de Fiscalização para a 2ª sessão legislativa da 20ª Legislatura (2023/2027). 

Membros Titulares: 

Valmir Moretto (Republicanos), Juca do Guaraná (MDB), Lúdio Cabral (PT), Dilmar Dal Bosco (União) e Carlos Avallone (PSDB).

Membros Suplentes:

Max Russi (PSB), Janaina Riva (MDB), Valdir Barranco (PT), Diego Guimarães (Republicanos) e Beto Dois a Um (PSB).


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

CPI da Saúde ouve procurador-geral do Estado para esclarecer contratos emergenciais e pagamentos indenizatórios

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizará, nesta quarta-feira (17), às 14h, a 12ª reunião ordinária com a oitiva do procurador-geral do Estado, Francisco Assis Lopes. A convocação foi confirmada após o adiamento de agendas anteriores e integra a fase de aprofundamento das investigações sobre contratações emergenciais e pagamentos indenizatórios realizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) entre os anos de 2019 e 2023.

O presidente da CPI, deputado estadual Wilson Santos (PSD), considera o depoimento estratégico para o andamento dos trabalhos, uma vez que Francisco homologou pareceres jurídicos relacionados a processos administrativos da SES durante o período investigado, elaborados pelo procurador Felippe Tomaz Borges, sendo que este já depôs à comissão no dia 27 de maio. Por meio dele, as informações prestadas abriram novos desdobramentos sobre a aplicação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 001/2019, firmado entre a Secretaria de Saúde e o Ministério Público Estadual (MPE).

O TAC tinha como uma de suas principais finalidades reduzir e gradativamente extinguir a prática dos pagamentos indenizatórios, mecanismo utilizado para remunerar fornecedores sem a formalização prévia dos procedimentos licitatórios ou contratuais adequados. Contudo, conforme apontam as investigações, a prática continuou sendo adotada pela SES mesmo após a pandemia da Covid-19 e o encerramento do período de calamidade pública.

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“A CPI seguirá avançando de forma gradual e responsável. O TAC foi assinado pela SES junto ao Ministério Público Estadual. Tinha vários objetivos e um deles era colocar um ponto final nos pagamentos por indenização. E aconteceu justamente o contrário. Até hoje a Secretaria de Saúde prioriza os pagamentos por indenização, evita realizar licitações, evita usar o instituto da dispensa de licitação e vai direto ao pagamento por indenização”, afirmou Wilson Santos.

Com o depoimento do procurador-geral, os parlamentares pretendem esclarecer os fundamentos jurídicos que respaldaram os pareceres emitidos pela PGE, além de compreender de que forma as orientações jurídicas influenciaram a adoção e a continuidade das contratações emergenciais e dos pagamentos indenizatórios ao longo dos últimos anos.

A expectativa da comissão é reunir novos elementos para avaliar a legalidade, a excepcionalidade e a permanência desses procedimentos administrativos, especialmente após o fim das medidas emergenciais adotadas durante a pandemia.

Serviço

Evento: 12ª reunião da CPI da Saúde

Data: 17 de junho de 2026

Horário: 14h

Local: Sala de Comissões da Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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Fonte: ALMT – MT

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