AGRONEGÓCIO
Brasil já colhe a próxima safra de soja, enquanto algumas regiões ainda nem plantou
AGRONEGÓCIO
O Brasil é um país tão grande e com tantas nuances que nesse momento em que muitos estados enfrentam problemas para plantar a próxima safra de soja, por conta das intempéries climáticas – de um lado excesso de chuvas e de outro seca – alguns estão em plena colheita.
Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgados nesta segunda-feira (08.01), mostram que a colheita da soja alcançou 0,6% da área total em Mato Grosso – que lidera, com 1,4% da área já colhida -, São Paulo e Paraná, ambos com 1% da área colhida, seguidos por Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul, ainda em áreas muito pontuais.
Esses números representam um avanço em comparação aos 0,3% colhidos no mesmo período do ano anterior. O clima tem sito responsável por quebras de até 20% na produção, além de provocar replantios e atraso no plantio em vários estados. Por conta disso, a projeção para a safra de soja 23/24, já foi reduzida para 159,1 milhões de toneladas.
MILHO – Ao mesmo tempo a colheita do milho, que teve início no final de dezembro, alcançou 4,2% da área, mostrando um aumento em relação aos 1% do ciclo anterior.
O plantio do milho primeira safra, atingiu 84,3%, ficando abaixo dos 90,1% semeados no mesmo período do ano anterior.
Fonte: Pensar Agro
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Cavalo é vendido por R$ 88 milhões em leilão de Nazário
O cavalo Inferno Sixty Six entrou para a lista dos animais mais valorizados da equinocultura brasileira após atingir avaliação de R$ 88 milhões durante um leilão realizado em Nazário, município localizado a cerca de 70 quilômetros de Goiânia. A negociação ocorreu durante a 5ª edição do JBJ Ranch & Família Quartista Weekend e reforçou o avanço de um mercado que vem movimentando cifras cada vez maiores dentro do agronegócio nacional.
A valorização ocorreu após a venda de 50% das cotas do garanhão por R$ 44 milhões. O acordo, fechado entre criatórios e investidores ligados ao segmento de genética equina, prevê pagamento parcelado em 55 vezes de R$ 800 mil. Com isso, o animal passou a figurar entre os mais caros já negociados no país.
O valor elevado reflete um movimento que vem transformando o mercado de cavalos esportivos no Brasil. Mais do que patrimônio rural ou símbolo de status, animais de genética superior passaram a ser tratados como ativos de alto valor econômico, capazes de gerar receitas contínuas por meio da comercialização de sêmen, embriões, coberturas e descendentes destinados às competições.
Inferno Sixty Six é considerado um dos principais reprodutores da modalidade Rédeas, uma das categorias mais valorizadas do cavalo Quarto de Milha. Nascido em 2012, o garanhão reúne linhagens tradicionais da raça e já acumula mais de US$ 200 mil em premiações nas pistas norte-americanas. Seus filhos ultrapassam US$ 5 milhões em ganhos em provas internacionais, indicador que pesa diretamente na formação de valor desses animais.
O crescimento desse segmento acompanha a expansão da indústria do cavalo no Brasil. Dados da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha mostram que a raça lidera o número de registros no país e sustenta boa parte das negociações envolvendo genética esportiva. O Brasil possui um dos maiores plantéis de Quarto de Milha do mundo, impulsionado principalmente pelas provas de Rédeas, Três Tambores e Laço.
A cadeia econômica ligada ao cavalo também ganhou relevância dentro do agro. Levantamentos do setor apontam que a equinocultura brasileira movimenta dezenas de bilhões de reais por ano, considerando criação, eventos, genética, nutrição animal, medicamentos, transporte, leilões e atividades esportivas. Além do impacto econômico direto, o segmento gera milhares de empregos e atrai investimentos cada vez maiores de produtores rurais e empresários.
O próprio leilão em Goiás dá dimensão desse avanço. Segundo os organizadores, o evento movimentou aproximadamente R$ 257 milhões em apenas três dias, resultado que mais que dobrou o volume financeiro da edição anterior. Foram negociados animais, coberturas, embriões e cotas de reprodutores considerados estratégicos para o mercado internacional da raça.
A valorização dos cavalos de elite também acompanha a crescente profissionalização do setor. Hoje, avaliações genéticas, desempenho esportivo, fertilidade e histórico de produção passaram a ter peso semelhante ao de indicadores financeiros usados em outros segmentos do agronegócio.
Em meio à busca por genética de alta performance, o mercado brasileiro de cavalos esportivos se consolida como um dos mais dinâmicos do agro nacional e negócios como o de Inferno Sixty Six mostram que o setor já opera em um patamar bilionário.
Fonte: Pensar Agro
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