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Presidente do Tribunal participa da abertura de congresso da Academia Matogrossense de Direito

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MATO GROSSO

A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Clarice Claudino da Silva, participou na noite desta quinta-feira (11 de maio), na Associação Mato-Grossense de Magistrados (AMAM), da solenidade de abertura do ‘II Congresso Internacional da Academia Matogrossense de Direito’, que vai tratar sobre ‘O Direito e o Futuro de Tecnologias Aplicáveis e Alternativas Extrajudiciais Para a Solução de Conflitos’.
 
O evento é realizado com apoio da Escola Superior de Magistratura (ESMAGIS-MT), com participação de membros do Sistema de Justiça; magistrados, promotores, defensores públicos, advogados, comunidade acadêmica e outros estudiosos da área jurista.
 
“Nós somos sempre parceiros das boas iniciativas, quanto mais nós tivermos oportunidades de divulgação de temas da relevância, como esses que serão discutidos neste congresso, o Tribunal de Justiça estará sempre apoiando. Pois é uma iniciativa que agrega valores, traz experiências, que faz uma comunidade bem entrosada diante deste tema do evento, que é muito importante na atualidade”, declarou a presidente do TJMT.
 
Durante a abertura do congresso, também foi realizada a posse da Diretoria da Academia Brasileira de Direito, biênio 2023-2025, que será comandada pelo advogado cuiabano Fábio Artur da Rocha Capilé. Ele destacou a importância e o papel do colegiado, além do foco da sua gestão, que vai trabalhar a cultura jurídica para gerar resultados para a sociedade.
 
“A Academia Brasileira de Direito é composta por representantes de todos os estados da nossa nação. Além desta característica única da academia, ela possui os maiores juristas do país. Dentro desta perspectiva, a gente vem atuando no sentido de trabalhar a cultura jurídica com aprofundamento dos estudos e fazendo com que este conhecimento adquirido ao longo do tempo possa reverberar em prol da sociedade, para que a gente possa oferecer elementos realmente importantes para a transformação da sociedade”, explicou Capilé.
 
Outro momento aguardado pelos participantes foi a palestra magna do ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, sobre Segurança Jurídica e o Desenvolvimento Social, realizada de forma online.
 
Presente no evento, o juiz Eduardo Calmon de Almeida Serra enfatizou sobre a relevância do encontro, com destaque também para o lançamento de diversos livros sobre Direito.
 
“Este congresso vai discutir temas de extrema importância para a sociedade, a comunidade jurídica brasileira, com essa temática do ‘Direito e Futuro’, traz uma série de subtemas que vão ensejar o debate, permitindo que questões sejam refletidas pelos participantes. Além disso, serão lançadas obras jurídicas que foram editadas por integrantes membros da Academia Matogrossense de Direito, que refletem sobre o mundo jurídico desenvolvido ao longo deste tempo de preparação”, explicou o magistrado.
 
Durante o lançamento os participantes puderam conferir diversos livros; Licitação e Cultura, A Crise do Sistema Presidencialista no Brasil: Proposta de Um Novo Sistema de Governo, Filosofias das Abordagens no Direito Constitucional e Internacional, Família e Sociedade, Sistema Eletrônico Registros Públicos, entre outras obras.
 
Sobre o evento – O II Congresso Internacional da Academia Matogrossense de Direito está sendo realizado entre 11 e 12 de maio, na sede da AMAM. O evento, realizado pela Academia Matogrossense de Direito (AMD) e pela Academia Brasileira de Direito (ABD), conta com apoio de diversos parceiros, dentre eles a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), coordenada pela diretora-geral, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos.
 
Carlos Celestino
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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