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Advogada elogia atendimento via WhatsApp para verificação de alvarás no Tribunal de Justiça

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MATO GROSSO

A advogada Daniela Santos Matteucci, que atua há 4 anos em Cuiabá na área de Direito Condominial, LGPD e Visual Law, foi uma das primeiras a testar o novo canal de atendimento, via WhatsApp, disponibilizado pelo Departamento de Depósitos Judiciais do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para verificação do status de alvarás, que pode estar em cinco fases: emitido, finalizado, assinado, pago ou cancelado.
 
A ferramenta começou a funcionar segunda-feira (13), desde então já foram atendidos cerca de 500 advogados/advogadas e partes por dia, pelo canal. Daniela Matteucci aprovou a novidade. “Fiquei encantada com a rapidez e eficiência do atendimento oferecido pelo Departamento de Depósitos Judiciais através do WhatsApp. Em poucos minutos, consegui obter informações atualizadas e precisas sobre o status dos alvarás de um cliente, o que é fundamental para a advocacia. É mais um avanço e certamente contribuirá para otimizar o trabalho dos advogados e melhorar o acesso dos cidadãos à justiça”, declarou.
 
O alvará judicial, também conhecido como alvará de levantamento, é uma autorização concedida pelo juiz responsável pelo caso que permite ao credor sacar o dinheiro que está em depósito. No entanto, muitas vezes é difícil para os interessados obterem informações precisas sobre o status do alvará, pois o processo passa por várias fases até que o pagamento seja efetivado.
 
Segundo a diretora do Departamento de Depósitos Judiciais, Mônica Priscila Lazareti dos Santos Oliveira, a vantagem do novo canal de atendimento é a otimização do tempo para os advogados e partes, que podem obter informações precisas de forma rápida e simples. “Para utilizar o novo canal de atendimento basta salvar o número 3617-3707 no WhatsApp e enviar uma mensagem com a identificação, nome da parte e o número do processo e do alvará. A equipe do departamento poderá então verificar em qual fase o alvará se encontra, desde a emissão até o pagamento.”
 
A diretora explica que, o atendimento também pode ser realizado por consulta aos dados bancários. “Temos advogados com grande número de clientes. A consulta irá facilita a identificação sobre qual processo se refere aquele valor que caiu na conta. E também disponibiliza um link para acesso ao comprovante de pagamento”, informa.
 
Mônica Oliveira destaca que a equipe do departamento também está sendo beneficiada pela ferramenta. “Agiliza o atendimento e reduz as filas de espera”, comenta. “O Departamento de Depósitos Judiciais está disponível para oferecer informações precisas e atualizadas sobre o status de alvarás judiciais via WhatsApp e outras formas de atendimento, sempre buscando aprimorar o serviço prestado aos advogados e partes envolvidas em processos judiciais”.
 
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#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.

Descrição da imagem: arte colorida em que aparece uma mão segurando um aparelho de telefone celular. No visor aparece a frase Status de Alvara, ao lado a frase: Judiciário disponibiliza canal exclusivo para advogados e partes. 

Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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A Justiça começa onde as pessoas vivem

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No balcão do fórum, a Justiça perde a abstração. Quem chega não pergunta por rankings. Quer saber se a audiência ocorrerá, se a urgência foi examinada ou por que o processo parou. Antes da decisão, o atendimento forma a imagem do Judiciário.

A administração central acompanha dados indispensáveis sobre processos, prazos, estrutura e orçamento. O primeiro grau mostra o que eles não alcançam. A falta de um servidor pesa de modo diverso conforme o tamanho da unidade, as distâncias e as demandas locais.

Instituições extensas correm o risco de confundir igualdade com uniformidade. Comarcas semelhantes podem enfrentar condições distintas. Oferecer-lhes recursos e soluções idênticos parece objetivo, mas pode conservar desigualdades. A equidade exige reconhecer as diferenças e responder a elas com critérios claros.

Mato Grosso torna isso visível. Suas 79 comarcas se distribuem por um território extenso e diverso. Em algumas regiões, o serviço digital evita deslocamentos. Onde faltam conexão ou domínio das ferramentas, o apoio presencial continua indispensável. A solução que aproxima algumas pessoas pode deixar outras à margem.

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A Administração Presente responde a essa realidade. Decisões da sede precisam ser examinadas onde produzirão efeitos. O contato com magistrados, servidores, advocacia e cidadãos revela problemas que, de longe, parecem simples ou sequer aparecem. A visita adquire sentido quando a escuta orienta providências.

Novas demandas sem reforço da capacidade exigem reavaliar recursos. Quando o obstáculo está no fluxo interno, cobrar mais produtividade pode agravá-lo. Às vezes, a tecnologia oferece a resposta. Em outras situações, falta alguém preparado para orientar quem não conseguiu acessar o serviço.

Os indicadores continuam essenciais. Reduzir o congestionamento diminui a espera de quem depende do processo. Produtividade deve representar decisões consistentes em tempo útil. Os dados cumprem sua finalidade quando ajudam a revelar o que precisa mudar para quem procura a Justiça.

Antes da sentença, a qualidade já está sendo percebida. Informação difícil de localizar, prédio inacessível ou descuido com quem chega fragilizado também definem o serviço. A pessoa precisa compreender o que pode ser feito, o que depende de decisão e quanto poderá esperar. O julgamento correto é indispensável; durante a espera, clareza e cuidado evitam desorientação.

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Na Presidência, confirmamos que o primeiro grau é onde decisões concebidas na capital encontram a realidade. Se uma política funciona na sede e tropeça nas comarcas, a administração precisa rever o que planejou.

Administrar um tribunal exige perceber a distância entre o serviço organizado e o que chega ao cidadão. Ela aparece no fórum: numa orientação incompreendida, numa providência tardia, numa resposta que perdeu parte da utilidade. Os relatórios ajudam a medi-la. A experiência de quem procurou a Justiça revela o que ainda precisa ser corrigido.

Autor: José Zuquim Nogueira

Fotografo:

Departamento: Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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