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Medidas para reduzir a conta de luz

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Um dos itens que mais pressiona a inflação brasileira é elevado custo da energia elétrica. Com isso, intensificaram-se as discussões sobre medidas que podem contribuir para a redução das tarifas desse serviço, que afeta o custo de vida das famílias e das empresas.

À guisa de contribuir com o debate, elenco a seguir algumas medidas que, implantadas, produzirão considerável redução dos preços da energia elétrica.

A primeira seria retirar a Conta de Desenvolvimento Energético – CDE das faturas pagas pelos consumidores. Trata-se de um fundo financeiro criado em 2002, logo após a crise energética de 2001, com o objetivo de subsidiar e promover descontos nas contas de luz. O fundo é financiado por todos os consumidores. Na fatura mensal aparece sob o codinome “encargos setoriais”. Uma espécie de “poupança forçada” que cada consumidor faz para, futuramente, mitigar reajustes ou aumentos elevados nas contas. Ao longo do tempo, Executivo, Câmara Federal e Senado foram adicionando mais benefícios e aumentando a participação da CDE no custo final da fatura. Como, por exemplo, isentar de pagar a CDE os consumidores das regiões norte e nordeste. Sendo um benefício fiscal federal, nada mais justo e transparente do que ser financiado pelo próprio orçamento federal.

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A capitalização do fundo CDE com recursos da privatização da Eletrobras é outra medida que contribuirá para subvencionar custos das concessionárias, devendo estas transferirem o benefício aos consumidores. Na legislação que autorizou a venda do controle da Eletrobras estão previstos R$ 5 bilhões para a CDE.  Esse montante pode ser aumentado para R$ 10 bilhões, sem causar danos ao caixa da União. Estima-se que o tesouro nacional receberá R$ 35 bilhões com a venda das ações da companhia.

A redução e padronização da alíquota de ICMS da energia elétrica para 17% terá papel importante para diminuir os valores cobrados atualmente nas contas de luz. Essa medida já foi aprovada pela Câmara Federal e encontra-se em análise pelo Senado da República. A despeito da choradeira de governadores e secretários fazendários, o benefício que a medida vai proporcionar aos cidadãos e empresas justifica a equalização tributária. Os efeitos nos caixas dos estados podem ser compensados com os extraordinários ganhos de arrecadação de ICMS nos anos de 2020, 2021 e 2022. Para 2023, todos terão tempo suficiente para adequação de suas despesas correntes às possíveis quedas de arrecadação. Em Mato Grosso, a alíquota de ICMS da energia elétrica já é de 17%. Portanto, o impacto nas receitas será nulo.

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O Congresso pode, também, aprovar legislação que autorize a União a devolver, sob a forma de compensação, os créditos tributários do setor de elétrico, estimados em R$ 60 bilhões. São relativos aos tributos federais PIS/COFINS pagos indevidamente à Receita Federal. Esses créditos já são reconhecidos em decisão do STF. As empresas da área energética querem o dinheiro de volta em seus caixas, mas lei específica pode autorizar a compensação mensal, permitindo que a redução tributária seja repassada aos consumidores.

Por último, o legislativo federal poderia incluir, no projeto de lei do novo marco legal do setor elétrico (PL 414/2021), autorização para renovação antecipada das concessões federais que não são operadas pela Eletrobras, mediante pagamento de outorgas pelas atuais concessionárias. Esses recursos devem ir todo para o fundo financeiro da CDE, transformando-se em benefício direto aos consumidores brasileiros, aliviando o custo de vida das famílias e as operações das empresas.

Vivaldo Lopes, economista formado pela UFMT, onde lecionou na Faculdade de Economia.  É pós-graduado em  MBA- Gestão Financeira Empresarial pela FIA/USP. E-mail: [email protected]

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Transformando dor em propósito

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A trajetória de Leda Alves e sua luta por inclusão de pessoas com Alergias Alimentares

Aos quatro meses de vida, Joaquim, filho de Leda Alves, recebeu o diagnóstico de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV). A partir daí, sua mãe enfrentou uma verdadeira batalha: restrição alimentar para seguir amamentando, em seguida, por falta de orientação adequada, vieram as crises (reações alérgicas) constantes, por ingestão inadvertida de leite por parte do Joaquim, que resultaram em idas quase diárias ao pronto atendimento e diagnósticos equivocados.

Somente aos 4 anos, Joaquim recebeu atendimento médico adequado, e Leda mergulhou em estudos científicos internacionais, construiu uma rede de apoio com profissionais da saúde e mães de crianças alérgicas e transformou sua dor em ação.

Em 2019, organizou uma audiência pública em Mato Grosso, que resultou em duas leis pioneiras:

  • Semana Estadual de Conscientização sobre Alergia Alimentar.
  • Direito à alimentação inclusiva em escolas públicas e privadas.

Após mais de 20 anos desde sua primeira graduação em Letras, Leda voltou à universidade, concluiu Nutrição em 2024 e hoje atua como nutricionista clínica com foco em alergias e intolerâncias alimentares.

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Ela também criou dois programas exclusivos de atendimento em nutrição:

Livre Alimentar – da Alergia à Alegria, é um programa de acompanhamento personalizado para identificar, controlar e prevenir reações alérgicas, promovendo uma alimentação segura, nutritiva e prazerosa.

NuTrìade – nutrindo corpo, mente e espírito, é um programa para quem busca melhor qualidade de vida para a vida toda, por meio de mudança de mente, que por sua vez, promove mudança de comportamento alimentar sem radicalismos nem restrições sem critérios, mas com muita inclusão, consciência e propósito.

Agora, além dos atendimentos na Clínica Centro de Alergia em Mato Grosso (CAMT), em Cuiabá, Leda abre agenda presencial em Jundiaí-SP, na clínica Lótus, nos dias 05, 06 e 07 de maio de 2026.

📍 Agendamentos

Cuiabá-MT – WhatsApp: 65 99215 5545

Jundiaí-SP – WhatsApp: 65 99975 3126

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