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Projeto ambiental “LEVO” conscientiza alunos da rede municipal sobre a destinação do óleo de cozinha

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A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer em parceria com a indústria BIOMAVI e a empresa Teoria Verde, lançou nesta semana as ações do Projeto Ambiental, Local de Entrega Voluntária de Óleo de cozinha usado – LEVO. As atividades foram iniciadas com a participação dos alunos da Escola Municipal de Educação Básica Profª Irenice Godoy de Campos Silva, localizada no bairro Jardim Imperial.

Para a equipe da Educação Ambiental da Smecel – coordenadora do projeto junto às escolas municipais – a água é um bem finito, precioso e essencial aos seres humanos, fauna e flora, o óleo de cozinha utilizado universalmente em diversos locais para o preparo da alimentação através das frituras, quando descartado de forma indevida na pia, lixo ou diretamente no solo, podem poluir nascentes, rios, causando diversos impactos ao meio ambiente 

“A campanha LEVO tem sido realizada todos os anos nas escolas da rede municipal com empresas parceiras da iniciativa privada para fomentar a destinação correta do produto e sua reciclagem viabilizando a produção de biodiesel, tintas, detergentes, sabão em barra, ração para consumo animal dentre outros produtos” explicou o professor e biólogo Vagner Barros. 

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O projeto que tem por base o tripé da sustentabilidade: Ambiental, Social e Econômico, vai contemplar em 2022, 15 escolas municipais onde serão desenvolvidos momentos de sensibilização e construção de saberes por meio de metodologias ativas com exibição de vídeo e interação com os alunos.

“Além disso, um grupo de alunos percorrerá o entorno da escola para recolher resíduos recicláveis usando luvas para sensibilizar a comunidade nas adjacências sobre a destinação correta de resíduo, pois lixo no chão, não!” reforçou o professor.

Para o Secretário Silvio Fidélis as várias ações realizadas pela equipe de Educação Ambiental para os alunos e escolas da rede municipal de Várzea Grande são essenciais para a comunidade escolar, na medida em que são as Escolas que preparam alunos como cidadãos conscientes para uma vivência respeitosa com o meio ambiente quando destina o óleo de cozinha usado na rede de ensino para reciclagem.

As escolas que estão recebendo o Projeto LEVO em 2022 são as EMEB’s: Irenice Godoy de Campos, Napoleão José da Costa, Jaime Veríssimo de Campos Jr, Libia da Costa Rondon, Eliza Maria da Silva, Alino Ferreira de Magalhães, Honorato Pedroso de Barros, Prof. Paulo Freire, Juvenilia Monteiro de Oliveira, Vereador Zeno de Oliveira, Apolonio Frutuoso da Silva, Rita Auxiliadora de Campos, Salvelina Ferreira da Silva, Benedita Bernardina Curvo e Manoel João de Arruda.

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Prefeitura reforça proibição de queimadas e alerta para aplicação de multas em Várzea Grande

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Com o período de estiagem e o aumento do risco de incêndios, a Prefeitura de Várzea Grande reforça a orientação para que os moradores não utilizem fogo para limpar terrenos, eliminar lixo ou queimar vegetação. A prática é proibida no município e pode resultar em multa.

A orientação faz parte da campanha “VG Sem Queimadas”, realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A iniciativa amplia as ações de prevenção, fiscalização e conscientização durante o período de maior risco de incêndios, entre agosto e outubro.

A Lei Municipal nº 4.515/2019 proíbe a realização de queimadas em vias públicas e dentro de imóveis públicos ou particulares, tanto na área urbana quanto na zona rural de Várzea Grande. O Decreto Federal nº 6.514/2008 também estabelece penalidades. O artigo 58-A prevê punição para quem provocar incêndio em floresta ou qualquer forma de vegetação nativa. Já o artigo 62, inciso XI, estabelece penalidade para quem queimar resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto ou em recipientes, instalações e equipamentos não licenciados para a atividade.

Quem colocar fogo pode ser multado

De acordo com a orientação jurídica, quem for flagrado colocando fogo poderá ser autuado mesmo que o terreno não seja de sua propriedade. Para a responsabilização, a fiscalização deve contar com o flagrante ou com provas concretas que demonstrem a autoria da queimada.

“O valor da multa varia conforme a natureza da infração. Nos casos de lixo, resíduos sólidos ou rejeitos queimados a céu aberto, a legislação federal prevê multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 50 milhões. Já nos casos de incêndio provocado em vegetação nativa, a multa prevista é de R$ 10 mil por hectare ou fração”, alerta o secretário da pasta, Ricardo Amorim.

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Proprietário também pode ser responsabilizado

O proprietário ou possuidor do imóvel também poderá ser responsabilizado quando a fiscalização constatar omissão na conservação do terreno ou falta de medidas para impedir ou conter a propagação do fogo.

“É necessário que seja identificada a relação entre a omissão e a ocorrência da queimada. Caso o proprietário demonstre que tomou providências para evitar ou combater o incêndio, essas informações deverão ser consideradas durante a fiscalização. Entre as medidas que podem comprovar a tentativa de prevenção ou combate estão o acionamento do Corpo de Bombeiros, o registro de boletim de ocorrência e a comunicação aos órgãos competentes”, explica o gestor.

A legislação municipal também prevê penalidade para quem deixar de prevenir ou impedir que terceiros realizem queimadas dentro de sua propriedade.

Prefeitura reforça estrutura de combate

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, a parceria com o Corpo de Bombeiros prevê o reforço da estrutura de atendimento às ocorrências.

“O termo de cooperação técnica pode ser estendido até o início de novembro, caso a falta de chuvas persista. O Município disponibiliza três veículos para auxiliar as equipes do Corpo de Bombeiros nas ocorrências, sendo duas caminhonetes equipadas com bombas de jato de água e um caminhão-pipa com capacidade para 20 mil litros de água”, explicou.

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A campanha “VG Sem Queimadas” busca reduzir as ocorrências durante o período de estiagem e orientar a população sobre os riscos ambientais e as consequências legais da utilização do fogo.

“Orientamos ainda aos proprietários que mantenham os terrenos limpos e adotem medidas para evitar a propagação das chamas. Em caso de incêndio, a recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros e comunicar os órgãos responsáveis. O cidadão autuado tem direito de apresentar defesa administrativa dentro dos prazos previstos em lei, com garantia do contraditório e da ampla defesa”, pontua Amorim.

Denúncias

As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp da Fiscalização Ambiental, pelo número (65) 98464-7809, inclusive com o envio da localização de possíveis focos de incêndio. As ocorrências também podem ser comunicadas diretamente ao Corpo de Bombeiros Militar, pelo 193, com atendimento 24 horas por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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