VÁRZEA GRANDE
Pela primeira vez, Várzea Grande passa a integrar efetivamente Consórcio Intermunicipal de Saúde
VÁRZEA GRANDE
Participação permite ampliar e melhorar atendimentos, reduzir custos na aquisição de insumo e serviços pelo ganho em escala
O município de Várzea Grande vai participar, pela primeira vez, do Consórcio Público Intermunicipal de Saúde Vale do Rio Cuiabá. A prefeita Flávia Moretti (PL) assinou o contrato de rateio nº 001/25, autorizando a participação do Município, como consorciado. O consórcio possibilita a compra de insumos em maior quantidade e com preços melhores, bem como, licitar serviços e aquisições que estão de forma irregular e indenizatória.
O consórcio prevê a gestão associada de bens e serviços públicos de saúde da região denominada de Baixada Cuiabana de forma sustentável e com equidade social, articulando ações públicas federais, estaduais e municipais, assim como o apoio às organizações as sociedades civis e demais da iniciativa privada, com foco na melhoria das ações e serviços públicos de saúde.
O valor presente do contrato será de R$ 1.934,867,50 (um milhão, novecentos e trinta e quatro mil, oitocentos e sessenta e sete reais e cinquenta centavos), sendo o prazo vigente até o dia 31 de dezembro.
Para a prefeita Flávia Moretti, a efetiva adesão do Consórcio é uma forma de melhorar e ampliar o atendimento que já é feito na cidade, especialmente, nas dependências do Pronto-Socorro e Hospital Municipal, que é referência em atendimento de traumas para toda a Baixada. “Estar no consórcio possibilita a redução de custos e ganho em escala na prestação de serviços, aumenta o desempenho em relação aos processos de aquisição e contratação de serviços de forma cooperativa, e principalmente, aumenta o poder de diálogo e articulação dos Municípios da região”.
Participam do consórcio os municípios de baixada cuiabana: Acorizal, Barão de Melgaço, Nossa Senhora do Livramento, Jangada, Planalto da Serra, Poconé, Santo Antônio do Leverger. Cáceres, Nobres, Rosário Oeste, Cuiabá e Várzea Grande.
A Lei nº 4.602/2020 autorizou o município de Várzea Grande a integrar o consórcio, porém, nunca houve a efetiva participação.
VÁRZEA GRANDE
Saúde de Várzea Grande reforça medidas para identificação de casos da doença
Várzea Grande segue sem registros de casos de meningite em 2026. Mesmo assim, a Secretaria Municipal de Saúde tem reforçado aos profissionais, especialmente das unidades de pronto atendimento, a importância de fazer o chamado ‘manuseio da meningite’, com identificação de sintomas – mesmo que em caráter de suspeita – para atendimento e notificação imediatos, e da notificação compulsória, ou seja, obrigatória.
“O atendimento pontual e ágil vai fazer toda a diferença em casos de confirmação da doença, independentemente de ser meningite viral ou bacteriana. Essa celeridade vai impedir a transmissão para outras pessoas e até mesmo, ofertar um tratamento em tempo, que pode ser crucial para a plena recuperação do paciente”, frisa a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira.
Conforme dados atualizados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) da Secretaria de Estado de Saúde (SES MT), foram confirmados 29 casos de meningite e 8 óbitos pela doença em Mato Grosso.
No final do ano passado, técnicos da Pasta passaram por uma capacitação em meningite ofertada pelo governo do Estado. “A doença tem um sintoma bastante característico que liga o alerta para urgência de atendimento, e até mesmo de isolamento, que é o chamado diagnóstico diferenciado, a rigidez da nuca”, explica a Maria José Neves, enfermeira da Vigilância Epidemiológica do município.
Em casos de rigidez na nuca, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal. Nos locais, a equipe médica vai avaliar o paciente e avaliar se cabe um tratamento medicamentoso em casa, ou, se é o caso de isolamento imediato. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.
A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].
INICIATIVAS – Como forma de evitar a confirmação de casos, além de ofertar vacinas, as equipes de saúde estão desde o início do ano letivo realizando busca ativa nas escolas públicas para atualização da caderneta de vacinação. Crianças e jovens com dose em atraso, ou sem o registro dela, são imunizados na escola mesmo, após prévia autorização dos pais.
“Muitas vezes, ficamos sem poder atualizar as cadernetas porque os pais e ou responsáveis não autorizam a vacinação. É preciso ter ciência que a vacina salva vidas e previne contra várias doenças. Precisamos ampliar os índices de cobertura da população, mas para isso, temos de contar com a conscientização. Estamos em plena busca ativa de pessoas dos grupos prioritários para receber as doses específicas, estamos indo até as pessoas, tudo para facilitar e abreviar o acesso aos imunizantes. Precisamos da colaboração”, reforça a secretária.
No último sábado, dia 25, quando Várzea Grande realizou o ‘Dia D’ de vacinação contra influenza, por exemplo, todas os grupos elegíveis às doses tiveram as cadernetas e carteirinhas de vacinação atualizadas.
Quem estava com doses em atraso, pôde receber vacina contra sarampo, covid-19 e em caso de vacinas com dias específicos de aplicação, as pessoas foram orientadas a retornar à unidade de saúde na data correta.
PROTEÇÃO – O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.
Os imunizantes previstos pelo Programa Nacional de Imunizações estão disponíveis nas 25 Unidades Básicas de Saúde de Várzea Grande, conforme os públicos e faixas etárias definidos pelo Ministério da Saúde e atendendo à rotina da Sala de Vacinação das unidades para evitar desperdício de doses, com o descarte de imunizantes sem a total utilização.
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