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Mauro Mendes e Kalil Baracat discutem medidas para melhorar o transporte coletivo

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O Governo do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura de Várzea Grande vão construir soluções para melhorar o Transporte Coletivo Intermunicipal que atua nas duas maiores cidade do Estado enquanto não estão executadas e funcionando as obras do sistema de transporte de massa a ser implantado, o BRT – Bus Rapid Transit, que está substituindo as obras paralisadas desde 2014 do VLT – Veículo Leve sobre Trilhos que se encontra judicializado.

O governador Mauro Mendes e o prefeito Kalil Baracat, acompanhados pelo presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho e pelos senadores, Jayme Campos e Fábio Garcia, definiriam a composição de uma equipe técnica de ambas as partes para apresentar de forma emergencial, propostas que atendam a demanda de mais de 350 mil pessoas que se utilizam diariamente do Transporte Coletivo em Cuiabá e em Várzea Grande.

Também discutiram uma série de investimentos em mobilidade urbana para tornar o trânsito de Várzea Grande mais eficiente, menos poluente, menos violento, mais econômico e que atenda as demandas de ambas as cidades que estão entre as que mais cresce no Brasil.
“É urgente que tomemos providências para atender as demandas e vencer as reclamações que não são poucas e que indiretamente também afetam o Governo do Estado porque compete a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso- AGER/MT a administração do Sistema Intermunicipal de Transportes”, disse Kalil Baracat

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O governador Mauro Mendes lembrou que deseja nos próximos dias iniciar as obras do BRT que deverão começar por Várzea Grande e ser ampliadas em relação ao trajeto original do VLT, atendendo mais bairros e regiões e promovendo um maior e melhor atendimento a população que paga pelos serviços que são concessionados.

Essas obras são fundamentais para ambas as cidades, pois segundo o IBGE de 2020, tanto em Cuiabá como em Várzea Grande existem 631.810 veículos automotores que contemplam uma população residente da ordem de 914.097, fora aquela sazonal que vem de outras cidades de Mato Grosso ou de outras partes do Brasil.

Tanto Mauro Mendes como Kalil Baracat e o deputado Eduardo Botelho e os senadores Jayme Campos e Fábio Garcia, concordaram em preparar uma série de medidas para melhorar o transporte entre as duas principais cidades de Mato Grosso, que deve partir principalmente da oferta de mais veículos com menor tempo de intermitência, ou seja, nos horários de pico os ônibus descem de Várzea Grande para Cuiabá e vice-versa a cada cinco minutos e conforme o pico vai passando este horário se amplia para cada 8 minutos e depois de 10 em 10 minutos, tanto para ir como para vir. 

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Segundo estudos técnicos, a redução na intermitência das viagens solucionaria de forma imediata e razoável o problema de cerca de 350 mil pessoas que diariamente utilizam o sistema de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande, até que o BRT, que exigirá uma nova modelagem no funcionamento do transporte coletivo em Cuiabá e Várzea Grande esteja pronto e funcionando.

“Nós queremos um sistema que funcione e atenda aos usuários, pois eles pagam pelo serviço prestado”, declarou o prefeito de Várzea Grande que defendeu um entendimento entre os entes públicos envolvidos, pois o interesse da população que precisa do benefício é o mais importante a ser superado.

Kalil Baracat lembrou que estudos técnicos de engenharia de tráfego, apontam que um sistema eficiente e que atenda a demanda, necessita de logística e nem sempre de mais veículos ou novas empresas. “Sabemos e compreendemos que é necessário construir novas soluções para fazer o enfrentamento deste problema e estando concretizada essa possibilidade não nos furtaremos a adotar as medidas necessárias pelo bem de ambas as cidades e de sua população”, frisou o prefeito.

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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