VÁRZEA GRANDE
Credibilidade de nova gestão faz Várzea Grande superar arrecadação de 2024
VÁRZEA GRANDE
Na comparação anual, tributo passou de R$ 9,65 milhões para R$ 11,57 milhões, alta de quase 20% na análise dos meses de abril
A Prefeitura de Várzea Grande registrou, em maio de 2025, aumento de quase 20% na arrecadação de Imposto de Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). Com o avanço, maio se tornou o mês de maior arrecadação do tributo, quando comparado a todos os meses de 2024.
Conforme a Secretaria Municipal de Gestão Fazendária (SEGEFAZ), o Município arrecadou R$ 11.573.982,50 (onze milhões, quinhentos e setenta e três mil, novecentos e oitenta e dois reais e cinquenta centavos).
Já no mês de maio de 2024, foram contabilizados R$ 9.653.369,42 (nove milhões, seiscentos e cinquenta e três mil, trezentos e sessenta e nove reais e quarenta e dois centavos), o que revela uma alta significativa de quase 20% na avaliação anual.
O secretário de Gestão Fazendária, Marcos José da Silva, destacou que os números refletem a credibilidade da gestão Flávia Moretti e Tião da Zaeli perante aos várzea-grandenses. “Isso mostra que estamos trabalhando e seguindo o caminho certo. A população acredita na mudança, acredita que a nova administração municipal está construindo de fato uma nova Várzea Grande e os números refletem bem isso”, comemora o secretário.
O coordenador de fiscalização do ISSQN, José Carlos Calegari Filho, elencou que este é um tributo que incide na prestação de serviços realizada por empresas e profissionais autônomos e parabenizou a equipe de servidores pelo empenho e dedicação. “Nossos colaboradores têm feito um excelente trabalho, aproximando-se dos empresários e prestadores de serviços. Também devemos destacar a atuação de todos os nossos servidores no Programa de Regularização Fiscal 2025, o qual oferece descontos e benefícios para regularização fiscal”, disse Calegari.
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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