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Como participar de um programa de auditório em Los Angeles
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Quem nunca ouviu a trilha de risadas em uma série e sentiu vontade de assistir à gravação de um programa que atire a primeira pedra. Em Los Angeles , isso é possível! Além do brilho da Calçada da Fama, das locações de filmes espalhadas pela cidade e do letreiro de Hollywood, a magia da televisão pode ser vista de perto nos estúdios de talk shows, competições e sitcoms.
Muitos programas são filmados em Burbank , Universal City , Pasadena , Studio City e Hollywood e disponibilizam ingressos gratuitos para quem quer fazer parte da plateia. As gravações podem levar até quatro horas e o público deve chegar com pelo menos uma hora de antecedência no estúdio, então reserve um dia inteiro para o passeio.
Além de serem concorridos, saiba que as reservas de ingressos não garantem a sua entrada (falo mais sobre isso a seguir). Por isso, é bom ter um plano B para o seu dia caso a ideia de acompanhar a gravação não dê certo.
COMO RESERVAR OS INGRESSOS?
Quando um programa é gravado todos os dias, como o Jimmy Kimmel Live! e o The Talk , é mais fácil conseguir entradas. Já competições, como American Idol e America’s Got Talent , têm calendários mais restritos e uma lista de espera mais longa.
Os ingressos dos programas ficam disponíveis em dois sites, 1iota e On Camera Audiences – exceto o da competição Wheel of Fortune , que tem seu próprio site.
Escolher entre um e outro endereço depende de qual programa você quer assistir. O 1ota tem bilhetes para a competição The Voice , os talk shows Jimmy Kimmel Live! , The Late Show With Stephen Colbert , The Tonight Show With Jimmy Fallon , After Midnight e as séries The Conners , Night Court , Lopez vs. Lopez , Leanna e Georgie & Mandy’s First Marriage .
É preciso escolher um programa, selecionar uma data – nos talk shows, você decide pelo convidado em vez do dia –, preencher seus dados pessoais e escrever o porquê você gostaria de estar no auditório. Depois disso, tudo depende do quão concorrido é o programa: os ingressos podem estar disponíveis automaticamente ou pode ser preciso aguardar em uma lista de espera para talvez conseguir uma vaga.
Se algum ingresso estiver disponível, você receberá um e-mail pedindo que confirme seu interesse nele no site. E corra para confirmar, porque várias pessoas recebem a mensagem ao mesmo tempo e você pode ficar sem.
Segundo o 1iota , alguns fatores pessoais influenciam a distribuição dos ingressos: sua localização, o comentário explicando o motivo para querer estar no auditório, a quantidade de vezes que você já assistiu a um programa (quanto mais melhor) e o quão completo seu perfil na plataforma está.
O On Camera Audiences permite reservas para o reality show Big Brother e as competições Jeopardy , America’s Got Talent , American Idol , The Price is Right , The Masked Singer , Dancing With The Stars , Masterchef , Who Wants To Be a Millionaire e The Wall .
Sem grandes mistérios, as reservas aqui funcionam praticamente da mesma forma: você escolhe o programa, a data e preenche seus dados pessoais, mas nesse caso não precisa explicar o motivo de querer assistir ao vivo. Daí, o esquema é o mesmo, você já garante a entrada ou precisa aguardar na lista de espera e depois confirmar seu interesse no ingresso.
Mesmo garantindo uma entrada em qualquer um dos sites, não é certo que você consiga participar dos programas. Isso porque os estúdios disponibilizam mais ingressos do que a capacidade máxima de assentos, já pensando em pessoas que se atrasam ou não comparecem.
Para ter mais segurança de que você poderá entrar, chegue ao menos uma hora antes da entrada ser liberada (você recebe o horário de check-in por e-mail) e se prepare para ficar em pé na fila do lado de fora do estúdio com documento de identidade e ingresso em mãos.
Quem conseguiu reservar uma entrada, chegou ao estúdio e não pôde participar porque não havia assento, ganha uma entrada em outro dia para o mesmo programa com a certeza de que não ficará de fora dessa vez. Mas, no caso de quem está em Los Angeles só de passagem, nem sempre é possível aproveitar essa segunda chance.
COMO SE VESTIR?
O ingresso informa que tipo de roupa o público deve estar vestindo para fazer bonito na frente das câmeras. O America’s Got Talent , por exemplo, pede que a plateia se vista de forma descolada com peças escuras, como se estivesse saindo à noite para encontrar os amigos.
Cada programa terá um código de vestimenta diferente, mas a lista do que não pode ser usado geralmente é a mesma: roupas brancas, listradas ou muito estampadas, moletons, shorts, peças com logo de marcas, chapéus e sapatos abertos.
Os estúdios costumam ser frios, então não se esqueça de levar um casaco que siga as regras de cores e estampas do programa.
COMO SE COMPORTAR DENTRO DO ESTÚDIO?
O público também é uma das estrelas, então se anime e esteja preparado para participar cantando, rindo e batendo palmas até suas mãos ficarem vermelhas. O coordenador do auditório deve conversar com a plateia antes do programa começar e explicar os momentos em que as reações são esperadas.
Enquanto a câmera estiver ligada, você não pode se levantar ou ir ao banheiro. Para não passar aperto, peça para ir antes de entrar no estúdio ou você terá que esperar até o intervalo da gravação.
Alguns programas proíbem a entrada de celulares e, mesmo se ela for autorizada, é proibido fotografar ou revelar publicamente o que você viu antes da divulgação oficial, então nada de querer tirar fotos com os apresentadores ou convidados. Autógrafos também não fazem parte do script.
Talvez a produção dê algum lanchinho antes do programa começar, mas não saia de casa com o estômago vazio, porque é raro que você possa entrar com alimentos no estúdio. Novamente, é preciso checar as regras caso a caso.
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Fonte: Turismo
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Trilha Transmantiqueira: a jornada de 1.200 km pela ‘montanha que chora’
Na língua Tupi-Guarani, a expressão mohn-thy-kyiri trazia uma poética tradução da paisagem encontrada na trilha: “montanha que chora” ou “mãe das águas”. Aportuguesada ao longo dos séculos como Mantiqueira, a denominação batiza a cadeia montanhosa que dá vida e desenha a Trilha Transmantiqueira (TMTQ), uma rota que ultrapassa os 1.200 quilômetros de extensão e conecta três estados brasileiros.
Gravado no contorno de uma pegada de bota, o desenho estilizado de uma araucária e sua pinha anuncia ao viajante que ele está pisando no chão da trilha. Exclusiva para caminhadas, a rota cruza mais de 40 municípios entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, revelando um dos patrimônios naturais e culturais mais exuberantes do país.
Integrada à Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso, a Transmantiqueira foi desenhada para conectar o homem à natureza de forma sustentável. A trilha atua como um imenso corredor ecológico e uma ferramenta de desenvolvimento socioeconômico, gerando emprego, renda e fortalecendo o turismo de base comunitária nas populações rurais e tradicionais da serra.
O traçado
O ponto de partida oficial fica na cidade de São Paulo, no antigo Horto Florestal, atual Parque Estadual Alberto Löfgren, a primeira área protegida implantada no Estado de São Paulo. A escolha do ponto inicial é estratégica e permite que milhões de moradores iniciem sua caminhada praticamente “na porta de casa”, além de facilitar o acesso de trilheiros internacionais pela proximidade com o Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Saindo do Horto, o trajeto cruza o Parque Estadual da Cantareira, passa pelo Monumento Natural da Pedra Grande e contorna as margens da Represa do Jaguari, o maior reservatório do Sistema Cantareira. Dali, o caminho atinge o pé da Serra do Lopo, onde a Mantiqueira revela toda a sua imponência.
A trilha segue em direção leste e nordeste, passando por serras e vales até atingir o município de Aiuruoca (MG), no Parque Estadual da Serra do Papagaio. Neste ponto, a rota se divide em dois grandes ramais:
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Ramal Oeste: segue em direção ao Parque Estadual do Ibitipoca, no município de Santa Rita de Ibitipoca (MG), encerrando sua caminhada na Janela do Céu.
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Ramal Norte: avança pela Chapada das Perdizes e pelas cachoeiras de Carrancas até alcançar a Serra da Estância, no município de Itumirim (MG).
O ponto alto dessa travessia é a Pedra da Mina que, com seus 2.798 metros de altitude, se destaca como uma das montanhas mais altas do Brasil.
Para facilitar o planejamento dos caminhantes, os mais de 1.100 quilômetros do percurso principal estão estruturados em 7 regiões, que se subdividem em 21 setores adaptados para diferentes perfis e tempos de viagem:
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Cantareira: abrange os setores Serra da Cantareira e Pedra Grande, marcando a transição da região metropolitana para as primeiras elevações.
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Serras Verdes: compreende os setores Serra do Lopo, Joanópolis x São Francisco Xavier, Serra dos Poncianos e Pedra do Campestre.
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Campos do Jordão: reúne os setores de São Bento do Sapucaí, Campos do Jordão e o Parque Estadual Campos do Jordão.
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Altos da Mantiqueira: abriga os trechos mais técnicos e com mais altitude, como a Travessia do Carrasco, a Travessia Marins x Itaguaré e a Travessia da Serra Fina.
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Agulhas Negras: inclui a Pedra do Picu, o Parque Nacional do Itatiaia e o distrito de Visconde de Mauá.
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Papagaio x Ibitipoca: contempla o Parque Estadual da Serra do Papagaio, o Pico do Muquém e as Serras de Ibitipoca.
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Inconfidentes: engloba o trecho de Aiuruoca a Minduri, a Travessia da Chapada das Perdizes e a Travessia Z (ligando Carrancas a Itumirim).
Essa estrutura garante que o visitante possa escolher desde passeios curtos de um dia, até grandes expedições de semanas pernoitando em acampamentos, abrigos de montanha ou pousadas rurais.
Experiência do Viajante
Ao passar por comunidades rurais e vilarejos do interior, a Transmantiqueira impulsiona o turismo de base comunitária. A presença constante de caminhantes estimula a economia local através da oferta de hospedagem caseira, alimentação com a autêntica gastronomia da roça, guiamento e transporte, criando alternativas sustentáveis de renda.
Durante a caminhada, é possível desfrutar de:
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Picos e Mirantes: contemplação de horizontes acima das nuvens nos pontos mais altos do sudeste brasileiro.
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Cachoeiras e Banhos: poços cristalinos e quedas d’água para renovar as energias.
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Observação de Fauna e Flora: oportunidade de observação de aves (birdwatching) e espécies raras de plantas e animais nativos.
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Cultura e História: visita a grutas, museus locais, sítios históricos e contato direto com as tradições caipiras e mineiras.
Como chegar
Por ser uma rota modular, o caminhante pode optar por começar pelo ponto zero ou acessar trechos específicos:
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Ponto de Partida Oficial (São Paulo/SP): O marco inicial fica no Parque Estadual Alberto Löfgren (antigo Horto Florestal), na Zona Norte de São Paulo. Moradores da Grande São Paulo têm fácil acesso por transporte público, táxi ou veículo próprio.
Para quem chega de outros estados ou do exterior, o desembarque mais estratégico é pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU), devido à proximidade com a zona norte paulistana. -
Acesso aos Trechos Intermediários: A rota é cortada por importantes rodovias que dão acesso direto aos seus diversos setores:
– Via Rodovia Fernão Dias (BR-381): Conecta aos setores das Serras Verdes de Minas Gerais (como Extrema, Camanducaia e Monte Verde).
– Via Rodovia Presidente Dutra (BR-116): Dá acesso fácil aos trechos de São Bento do Sapucaí, Campos do Jordão, Serra Fina, Parque Nacional do Itatiaia e Visconde de Mauá. -
Ramais de Chegada (Minas Gerais): Quem planeja fazer as seções finais encontra pontos de apoio consolidados. O Ramal Oeste encerra-se no Parque Estadual do Ibitipoca (acesso por Santa Rita de Ibitipoca e Juiz de Fora), enquanto o Ramal Norte termina em Itumirim, com fácil acesso pela região de Carrancas e Lavras.
Trilhas de Longo Curso
Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UC). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejados, com cada trilha identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que pode ser personalizada com sua logomarca inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.
As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, mas não se limitando a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outras.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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