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Como evitar o lado do sol em uma viagem de avião
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Na hora de escolher o assento em um voo, geralmente o viajante vai em busca de espaço para as pernas (se possível junto a uma saída de emergência) e elege janela ou corredor, de acordo com a preferência. Mas, mesmo para quem considera estes pontos, geralmente há um fator que acaba esquecido: a incidência de sol durante a viagem.
Dependendo do lado escolhido para se sentar na aeronave, é bem provável acabar se incomodando com os raios de sol e ter que optar por manter as janelas fechadas durante todo o trajeto – isso quando se está no controle da janela. É ainda pior quando se depende da gentileza alheia para evitar o inconveniente.
Como saber de onde vem o sol?
Como todos aprenderam no ensino fundamental, o sol nasce no leste e se põe no oeste. Mas da teoria à prática há uma distância: em uma viagem de avião, esse conhecimento básico não ajuda muito se você não considerar a época do ano, a parte do mundo e o período do dia em que o voo ocorrerá, além da duração do périplo e até mesmo a direção que se está percorrendo. Com tantos fatores, pode ser de grande ajudar recorrer um site como o SunFlight , que entrega tudo mastigadinho.
Como utilizar o SunFlight
No site, é possível visualizar os horários de nascer e pôr do sol, além da rota do voo em relação ao sol. O mecanismo é simples: basta preencher os dados de origem, destino, horário de decolagem e duração do voo.
Para inserir a origem e destino, deve-se digitar as siglas de três letras dos aeroportos do seu itinerário conforme o código aeroportuário (IATA). Para Congonhas use CGH, para Brasília, BSB, por exemplo – essa informação está disponível nos próprios sites das companhias aéreas, quando você seleciona os locais de partida e destino. Depois, clique em “Show Flight Map” e veja a trajetória do voo com sombra e posição do sol.
Se a viagem tiver curta duração e você estiver mais familiarizado com a orientação geográfica e solar, também é possível consultar os horários de nascer e pôr do sol no site do Departamento de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro . Por lá, basta inserir a identificação do aeroporto desejado (neste caso, um código diferente, de quatro letras, que pode ser consultado aqui ) e a data da viagem. Contudo, o site é mais limitado: só informa os horários e não exibe a rota de voo em relação ao sol.
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Fonte: Turismo
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No frio? Conheça a praia brasileira com mar quente o ano todo

Enquanto o inverno se aproxima e as temperaturas caem em grande parte do país, um destino no litoral do Rio de Janeiro oferece um contraste surpreendente: águas quentes durante todo o ano. Localizada próxima à Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Praia do Laboratório atrai visitantes em busca de um mergulho relaxante, mesmo nos dias mais frios.
Por que a água é quente?
O fenômeno ocorre devido ao processo de resfriamento das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A água do mar é utilizada para resfriar o vapor gerado na produção de energia elétrica e, após passar por um sistema isolado, é devolvida ao oceano com temperatura entre 3°C e 5°C mais elevada.
Segundo a Eletronuclear, responsável pelas usinas, não há contato entre a água do mar e materiais radioativos, garantindo segurança aos banhistas. Monitoramentos realizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) confirmam que a praia é própria para banho desde 2016.
Um cenário paradisíaco e tranquilo
Com uma pequena faixa de areia cercada por vegetação exuberante, a Praia do Laboratório é um refúgio pouco explorado por turistas. Suas águas calmas são ideais para mergulho e observação da vida marinha, incluindo tartarugas que frequentam a região.
O acesso não é sinalizado, o que ajuda a preservar a tranquilidade do local. Partindo de São Paulo, o trajeto mais comum é pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), seguindo por uma estrada asfaltada próxima às usinas. Apesar da ausência de infraestrutura comercial, vendedores ambulantes costumam circular no local durante a alta temporada.
Destaque nas redes sociais
Recentemente, a praia ganhou fama após um vídeo de um mergulho nas águas quentes viralizar nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações. Apesar de algumas dúvidas sobre a segurança devido à proximidade com a usina, não há riscos à saúde.
Vale a pena visitar?
Para quem busca um destino diferente, longe das agitações turísticas, a Praia do Laboratório é uma ótima opção. Além do banho relaxante, o cenário natural proporciona um dia de paz e conexão com a natureza. Recomenda-se levar água e alimentos, já que o local não conta com quiosques ou restaurantes.
Se a ideia é fugir do frio e mergulhar em águas quentes em pleno inverno, esse recanto escondido no litoral fluminense pode ser a escolha perfeita.
Como chegar:
Partindo de São Paulo: siga pela BR-101 (Rio-Santos) até Angra dos Reis.
Acesso à praia: procure uma estrada asfaltada próxima às usinas nucleares (não há placas indicativas).
Estacionamento: há um local para estacionar perto da orla.
Fonte: Turismo
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