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PF combate crimes ambientais na fronteira entre Brasil e Argentina

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Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6/8), a Operação Duas Margens, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa transnacional investigada pela prática de crimes ambientais na região de fronteira entre Brasil e Argentina.

Durante a operação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Santa Catarina, sendo quatro em Chapecó/SC e um em Guatambu/SC.

A investigação teve início em setembro de 2025, após a prisão em flagrante de cidadãos argentinos que realizavam pesca predatória em área protegida do Parque Nacional do Iguaçu, na margem brasileira, utilizando embarcações clandestinas e equipamentos proibidos durante o período noturno.

As diligências revelaram a existência de um grupo criminoso integrado por brasileiros e por argentinos, o qual é suspeito de promover, de forma habitual, a caça ilegal de animais silvestres e a captura de espécies ameaçadas de extinção em áreas de preservação ambiental localizadas nos dois lados da fronteira.

Os integrantes utilizavam armas de fogo sem registro, mantinham acampamentos clandestinos no interior da mata e contavam com uma rede de apoio formada por olheiros e por informantes.

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Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Além da prisão, foram apreendidos três armas de fogo, munições, celulares e demais itens de interesse para a continuidade das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu
[email protected]
@pffoz

Canal para Denúncia
(45) 98821-4326
[email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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PF combate crime de exploração sexual infantojuvenil

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Manaus/AM. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6/8), a Operação Amparo, com o objetivo de apurar crimes relacionados à exploração sexual infantojuvenil na internet. 

Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão e um de prisão preventiva contra um investigado suspeito de envolvimento com a divulgação e com o armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil. As medidas judiciais foram executadas na residência do investigado. 

As investigações tiveram início a partir da análise dos referidos relatórios do National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC), no âmbito do chamado Caso Rapina, que apontavam atividade vinculada a contas utilizadas em redes sociais. A análise dos dados identificou indícios da prática criminosa por meio de perfis.

Segundo a apuração, foram identificados indícios de aquisição e de armazenamento de arquivos contendo imagens e vídeos ilícitos, supostamente vinculados ao usuário investigado, em um período que abrange 2018-2026. 

Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

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A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
(92) 3655-1563
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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