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Avião que caiu em São Paulo pode custar até R$ 35 milhões
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O Beechcraft King Air F90, modelo do avião que caiu na manhã desta sexta-feira (7/2), na Barra Funda, em São Paulo , está avaliado em até R$ 35 milhões, conforme consta no site Aeronaves à Venda. ( Veja detalhes abaixo ). O King Air, como é conhecido, pode atingir 500 km/h e um teto operacional de 9.450 metros.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave de prefixo PS-FEM estava regular. Esse modelo foi fabricado no ano de 1981 e foi comprado pela empresa de Carpena 11 de dezembro de 2024,
A autonomia da aeronave chega 2.400 km, permitindo um voo sem a necessidade de reabastecer numa viagem entre São Paulo e Porto Alegre, rota programada do avião que caiu. O peso máximo de Decolagem deste modelo é 4967 Kg.
Confira detalhes do anúncio de venda de um avião do mesmo modelo que caiu em SP

Piloto analise causa do acidente
“Ao observar as imagens tudo sugere que o motor direito estava funcionando no momento da queda. As imagens mostram que as pás do motor direito estão deformadas de forma bastante semelhante, ao passo que o motor esquerdo foi bastante danificado então não é possível dizer se eatava funcionando se estava parado “, afirma o coronel Anderson Passos, piloto especialista em resgates aéreos.
Segundo o coronel, o King Air F90 é um avião robusto e é bastante usado pelas empresas de serviços médicos, além da aviação executiva. A Polícia Militar de Minas Gerais tem um avião deste modelo que é usado em operações no interior do estado.
O acidente será investigado pelo Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV), de São Paulo. Não há prazo para conclusão das investigações.
Ayrton Senna era dono do mesmo modelo
Ayrton Senna, que morreu em 1º de maio de 1994, durante o Grande Prêmio de San Marino, era dono de um King Air F-90, fabricado pela Beechcraft em 1985. A aeronave foi comprada em 1992.
“Esse modelo é reconhecido por sua segurança, por seu conforto, por sua estabilidade e pela sua grande aceitação no mundo inteiro, inclusive é um dos aviões da frota do presidente dos Estados Unidos” afirma Guilherme de Pádua Alves, piloto de um King Air F-90.
Segundo o piloto, o avião pode decolar e pousar em pistas curtas com todos os assentos ocupados, além de ter uma cabine excelente comparado aos aviões da categoria.
Fonte: Turismo
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No frio? Conheça a praia brasileira com mar quente o ano todo

Enquanto o inverno se aproxima e as temperaturas caem em grande parte do país, um destino no litoral do Rio de Janeiro oferece um contraste surpreendente: águas quentes durante todo o ano. Localizada próxima à Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Praia do Laboratório atrai visitantes em busca de um mergulho relaxante, mesmo nos dias mais frios.
Por que a água é quente?
O fenômeno ocorre devido ao processo de resfriamento das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A água do mar é utilizada para resfriar o vapor gerado na produção de energia elétrica e, após passar por um sistema isolado, é devolvida ao oceano com temperatura entre 3°C e 5°C mais elevada.
Segundo a Eletronuclear, responsável pelas usinas, não há contato entre a água do mar e materiais radioativos, garantindo segurança aos banhistas. Monitoramentos realizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) confirmam que a praia é própria para banho desde 2016.
Um cenário paradisíaco e tranquilo
Com uma pequena faixa de areia cercada por vegetação exuberante, a Praia do Laboratório é um refúgio pouco explorado por turistas. Suas águas calmas são ideais para mergulho e observação da vida marinha, incluindo tartarugas que frequentam a região.
O acesso não é sinalizado, o que ajuda a preservar a tranquilidade do local. Partindo de São Paulo, o trajeto mais comum é pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), seguindo por uma estrada asfaltada próxima às usinas. Apesar da ausência de infraestrutura comercial, vendedores ambulantes costumam circular no local durante a alta temporada.
Destaque nas redes sociais
Recentemente, a praia ganhou fama após um vídeo de um mergulho nas águas quentes viralizar nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações. Apesar de algumas dúvidas sobre a segurança devido à proximidade com a usina, não há riscos à saúde.
Vale a pena visitar?
Para quem busca um destino diferente, longe das agitações turísticas, a Praia do Laboratório é uma ótima opção. Além do banho relaxante, o cenário natural proporciona um dia de paz e conexão com a natureza. Recomenda-se levar água e alimentos, já que o local não conta com quiosques ou restaurantes.
Se a ideia é fugir do frio e mergulhar em águas quentes em pleno inverno, esse recanto escondido no litoral fluminense pode ser a escolha perfeita.
Como chegar:
Partindo de São Paulo: siga pela BR-101 (Rio-Santos) até Angra dos Reis.
Acesso à praia: procure uma estrada asfaltada próxima às usinas nucleares (não há placas indicativas).
Estacionamento: há um local para estacionar perto da orla.
Fonte: Turismo
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