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Capela Sistina: 5 curiosidades sobre o local do conclave
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No coração do Vaticano, a Capela Sistina não é apenas o cenário sagrado onde cardeais se reúnem para eleger um novo papa — é também uma das maiores obras-primas da arte ocidental. Com mais de cinco séculos de história, o local guarda segredos fascinantes, desde os desafios de Michelangelo até detalhes intrigantes em suas pinturas. Confira cinco curiosidades sobre este ícone da cultura e da fé católica.
1. Michelangelo e o Poema da Dor
Apesar da beleza do teto da Capela Sistina, Michelangelo não queria pintá-lo. Escultor por vocação, ele relutou quando o Papa Júlio II o encarregou da obra. Em um poema enviado a um amigo em 1509, o artista desabafou sobre as dores físicas: coluna torta, pernas com cãibras e tinta escorrendo em seu rosto. Mesmo assim, criou uma das maiores obras da história da arte.
2. O mistério da mulher na “Criação de Adão”
Uma das cenas mais icônicas do teto é A Criação de Adão, onde Deus estende a mão para dar vida ao primeiro homem. Mas poucos notam a figura feminina sob o braço divino. Para alguns, seria Eva, ainda não criada; para outros, a Virgem Maria, simbolizando a futura redenção. A criança ao seu lado alimenta a teoria de que seria Jesus, esperando seu momento na história.
3. Outros mestres do renascimento na Sistina
Antes de Michelangelo, grandes nomes como Botticelli e Perugino decoraram as paredes da capela com cenas bíblicas. O teto, originalmente azul com estrelas, só ganhou a assinatura de Michelangelo décadas depois. Algumas pinturas antigas foram perdidas quando ele retornou para criar O Juízo Final.
4. A censura ao “Juízo Final”
Em 1564, décadas após a morte de Michelangelo, a Igreja ordenou que as genitais das figuras em O Juízo Final fossem cobertas. O artista Daniel da Volterra, conhecido como Il Braghettone (“o fazedor de calças”), adicionou panos às pinturas. Durante restaurações no século XX, parte da censura foi mantida como registro histórico.
5. A Sistina e Machu Picchu: obras contemporâneas
Enquanto Michelangelo trabalhava na Capela Sistina, no outro lado do mundo, os incas finalizavam Machu Picchu. As duas maravilhas, separadas por mais de 10 mil quilômetros, são frutos do mesmo período histórico — um símbolo de como a genialidade humana floresceu em culturas distintas.
Fonte: Turismo
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No frio? Conheça a praia brasileira com mar quente o ano todo

Enquanto o inverno se aproxima e as temperaturas caem em grande parte do país, um destino no litoral do Rio de Janeiro oferece um contraste surpreendente: águas quentes durante todo o ano. Localizada próxima à Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Praia do Laboratório atrai visitantes em busca de um mergulho relaxante, mesmo nos dias mais frios.
Por que a água é quente?
O fenômeno ocorre devido ao processo de resfriamento das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A água do mar é utilizada para resfriar o vapor gerado na produção de energia elétrica e, após passar por um sistema isolado, é devolvida ao oceano com temperatura entre 3°C e 5°C mais elevada.
Segundo a Eletronuclear, responsável pelas usinas, não há contato entre a água do mar e materiais radioativos, garantindo segurança aos banhistas. Monitoramentos realizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) confirmam que a praia é própria para banho desde 2016.
Um cenário paradisíaco e tranquilo
Com uma pequena faixa de areia cercada por vegetação exuberante, a Praia do Laboratório é um refúgio pouco explorado por turistas. Suas águas calmas são ideais para mergulho e observação da vida marinha, incluindo tartarugas que frequentam a região.
O acesso não é sinalizado, o que ajuda a preservar a tranquilidade do local. Partindo de São Paulo, o trajeto mais comum é pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), seguindo por uma estrada asfaltada próxima às usinas. Apesar da ausência de infraestrutura comercial, vendedores ambulantes costumam circular no local durante a alta temporada.
Destaque nas redes sociais
Recentemente, a praia ganhou fama após um vídeo de um mergulho nas águas quentes viralizar nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações. Apesar de algumas dúvidas sobre a segurança devido à proximidade com a usina, não há riscos à saúde.
Vale a pena visitar?
Para quem busca um destino diferente, longe das agitações turísticas, a Praia do Laboratório é uma ótima opção. Além do banho relaxante, o cenário natural proporciona um dia de paz e conexão com a natureza. Recomenda-se levar água e alimentos, já que o local não conta com quiosques ou restaurantes.
Se a ideia é fugir do frio e mergulhar em águas quentes em pleno inverno, esse recanto escondido no litoral fluminense pode ser a escolha perfeita.
Como chegar:
Partindo de São Paulo: siga pela BR-101 (Rio-Santos) até Angra dos Reis.
Acesso à praia: procure uma estrada asfaltada próxima às usinas nucleares (não há placas indicativas).
Estacionamento: há um local para estacionar perto da orla.
Fonte: Turismo
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