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Morte dos Pets

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Enterrar o bichinho no terreno ou quintal não é ilegal, porém não é a melhor opção, pois pode levar a contaminação do meio ambiente.

Conviver com os animais domésticos faz cada vez mais parte do nosso cotidiano; e estes, muitas vezes se tornam membros da família. Contudo, sabemos que a expectativa de vidas deles é bem menor que a nossa, fazendo que o tempo deles conosco acabe sendo breve. Justamente por isto, a dor da separação acaba sendo inevitável em algum momento. Dor esta que nem sempre estamos preparados para lidar; além do sentimento de tristeza temos que nos deparar ainda com a destinação adequada àquele ser tão querido.

A médica veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Unic, Márcia Fragoso Rodrigues, afirma que enterrar o animal no quintal é uma opção que muitas vezes deve de ser desconsiderada pelo tutor enlutado. “Há opções mais seguras para destinar o corpo do pet. Para a destinação correta deve-se procurar serviços públicos ou empresas e cemitérios especializadas. A decomposição do corpo gera resíduos com microorganismos, que podem levar a contaminação do solo e dependendo do local a ser enterrado, até do lençol freático”. Ainda de acordo com a médica, “dependendo de onde o tutor enterrar seu animal, pode gerar até problemas jurídicos, correndo o risco de ser multado ou até preso, por danos permanentes ao meio ambiente.”

O QUE FAZER COM O CORPO DO ANIMAL FALECIDO?

Contate o Centro de Controle de Zoonoses: em muitos municípios do Brasil, as prefeituras oferecem o serviço gratuito de retirada e destinação correta dos animais. Neste caso, é preciso entrar em contato com os órgãos locais para agendar a retirada ou levar até ao endereço indicado.

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O tutor deverá informar se o animal possa ter falecido devido a doenças infecto-contagiosas, pois nestes casos os profissionais em saúde irão avaliar o pet para identificar riscos à saúde pública.

Em grande parte dos casos de encaminhamento aos centros de zoonoses, os animais são levados ao aterro sanitário mais próximo, ou podem ainda ter a mesma destinação de materiais hospitalares, por meio da incineração.

Os CCZs também são responsáveis por resgatar animais de rua que falecem, investigando as causas da morte e possíveis riscos à população antes de dar uma destinação final ao pet.

Contate uma clínica veterinária: muitas clínicas veterinárias oferecem serviços de velórios destinam o animalzinho para os CCZs ou locais autorizados nos municípios país afora.

Se o animal estiver doente já há algum tempo e falecer na clínica, possivelmente a equipe oferecerá opções para a destinação do pet. Se o falecimento ocorrer em casa, o tutor pode contatar a clínica mais próxima para pedir ajuda sobre a destinação.

Os preços podem variar de populares até cerca de R$ 600, a depender da localidade.

Contrate um serviço especializado: muitas empresas oferecem serviços exclusivos e personalizados de velório e enterro de pets em cemitérios profissionais, como os que recebem pessoas; e ainda a contratação de cremação individual ou coletiva, em que o tutor pode optar, inclusive, por receber ou não as cinzas do animalzinho. Os preços variam e podem chegar a R$ 2000, a depender da localidade.

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Há também opções de planos funerários mensais, semelhantes aos planos para humanos, que podem custar até R$ 50 mensais.

Não enterre o animal no quintal: a decomposição do cadáver do pet pode liberar necrochorume, um líquido rico em bactérias e substâncias potencialmente tóxicas para o solo, lençóis freáticos e poços artesianos: putrescina (molécula formada a partir de carne podre) e cadaverina (molécula produzida a partir de tecidos orgânicos de corpos em decomposição).

 

Sobre a UNIC 

Fundada em 1988, a Unic foi a primeira instituição privada de ensino superior no Mato Grosso e é uma das universidades mais conhecidas e tradicionais da região, tendo formado milhares de alunos nos cursos presencias e a distância. Com unidades em várias cidades do estado e representatividade em diversos campos de atuação, a instituição oferece cursos de extensão, graduação, pós-graduação lato sensu, além de programas de mestrado e doutorado. De portas abertas para a comunidade, a instituição presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Unic oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Em 2010, a Unic passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse o site.

 

Camila Crepaldi 

Ideal H+K Strategies

[email protected]

(11) 99577-9020

 

 

 

 

 

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Venda de azeite San Olivetto é proibida em todo o Brasil pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição imediata da comercialização do azeite de oliva extra virgem da marca San Olivetto em todo o território nacional. A medida inclui ainda a suspensão da distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto.

De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada após a identificação de inconsistências graves relacionadas às empresas envolvidas na cadeia de comercialização do azeite. O rótulo do produto indica como importadora a empresa Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda., porém, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da companhia encontra-se suspenso desde maio do ano passado por irregularidades cadastrais junto à Receita Federal.

Além disso, a empresa apontada como distribuidora do produto já teve suas atividades encerradas. O registro consta como baixado desde novembro de 2024, após processo de liquidação voluntária.

Diante desse cenário, a Anvisa concluiu que não é possível garantir a procedência e a segurança do azeite, fator que motivou a adoção de medidas sanitárias rigorosas. Como consequência, todos os lotes do azeite San Olivetto deverão ser apreendidos pelas autoridades competentes em todo o país.

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A orientação aos consumidores é que evitem a compra e o consumo do produto, reforçando a importância de verificar a procedência e a regularidade dos alimentos antes da aquisição.

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