POLÍTICA
Sebastião Rezende se reúne com Gideões Internacionais para discutir projeto sobre distribuição de Bíblias em escolas
POLÍTICA
Foto: ANGELO VARELA / ALMT
Na manhã desta segunda-feira (10), o deputado Sebastião Rezende (União) esteve reunido em seu gabinete com representantes dos Gideões Internacionais para discutir a importância social e educacional do Projeto de Lei nº 209/2025, que autoriza a disponibilização de exemplares da Bíblia Sagrada nas unidades de ensino do Estado de Mato Grosso
O encontro permitiu ao parlamentar e aos membros da organização aprofundarem o debate sobre o impacto positivo que a iniciativa pode trazer à formação dos estudantes e à comunidade escolar. Os Gideões Internacionais, com atuação reconhecida mundialmente, realizam a distribuição voluntária e gratuita de Bíblias e Novos Testamentos em escolas, hospitais e diversas instituições, sempre preservando a liberdade religiosa dos cidadãos.
A relevância do trabalho dos Gideões Internacionais – Durante o encontro, os representantes da instituição apresentaram detalhes sobre o trabalho que desenvolvem há décadas, reforçando que sua missão é oferecer, nunca impor. O propósito é contribuir com a formação ética, emocional e humana de crianças, adolescentes e adultos, proporcionando acesso a um material que, para muitos, representa orientação, reflexão e princípios que fortalecem o caráter.
O deputado Sebastião Rezende destacou que os Gideões exercem “um trabalho voluntário que transforma ambientes e toca vidas, levando valores que contribuem para o bem-estar das famílias e da sociedade”, afirmou.
Projeto de Lei nº 209/2025 – rgulamenta o acesso voluntário e respeito à laicidade – O projeto apresentado pelo deputado prevê que as escolas públicas de Mato Grosso possam receber exemplares da Bíblia Sagrada por meio de doações voluntárias de pessoas físicas e jurídicas registradas, sem gerar qualquer custo para o Estado. A Secretaria de Educação do Estado (Seduc) ficará responsável por organizar e regulamentar todo o processo de recebimento e distribuição.
O texto também garante que não haverá qualquer tipo de imposição sobre a leitura ou utilização do material pelos estudantes, preservando integralmente a liberdade de crença e a laicidade do Estado. A iniciativa segue modelo já adotado com sucesso em Mato Grosso do Sul e respeita todos os parâmetros constitucionais.
Convergência de valores e compromisso social – A reunião do deputado Sebastião Rezende reforçou o alinhamento de valores e objetivos entre o parlamentar e os Gideões Internacionais, que tem por objetio trabalhar para fortalecer princípios éticos e humanos entre os jovens, oferecendo referências positivas para quem desejar ter acesso ao conteúdo bíblico.
O Projeto de Lei nº 209/2025 continua avançando na Assembleia Legislativa e ganha ainda mais respaldo ao contar com o apoio de instituições que atuam de forma séria, voluntária e comprometida com a construção de uma sociedade mais consciente e solidária.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos
Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.
Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.
Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.
Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.
De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.
Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.
Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.
Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.
Fonte: ALMT – MT
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