POLÍTICA
Programa Jovem Aprendiz completa 30 dias na ALMT e impacta vida de participantes
POLÍTICA
Nesta segunda-feira (13), data em que se celebra o Dia do Jovem, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) reafirma seu compromisso com a formação das novas gerações por meio do Programa Jovem Aprendiz.
A iniciativa, que completa seus primeiros 30 dias de funcionamento, tem transformado a rotina do Legislativo e oferecido aos adolescentes a oportunidade do primeiro emprego com foco em cidadania e ética.
Para os participantes, o programa representa muito mais que um salário; é o início de uma trajetória de independência. Gustavo Nascimento, um dos jovens aprendizes da Casa, relata que o interesse pelo trabalho surgiu cedo.
“Desde que completei 14 anos, já queria buscar a minha independência financeira. Receber essa oportunidade aqui na AL tem sido muito bom. Tenho aprendido a me comunicar melhor, a ver como funciona o processo legislativo e a me interessar mais pela política”, afirmou.
O presidente da ALMT, deputado Max Russi (Pode) enfatiza que o convívio direto com o Parlamento prepara o jovem não apenas para o mercado, mas para a compreensão do seu papel como cidadão. “Estando aqui dentro, eles têm a oportunidade de trabalhar nas mais diversas áreas, ter convívio com os parlamentares e entender como funciona a nossa sociedade e os poderes que regem a cidadania”, destacou o presidente.
A iniciativa é considerada um marco inédito pelo setor de Gestão de Pessoas da ALMT. Segundo a secretária Maythana Rodrigues, responsável pelo setor, o foco é o processo de ensino contínuo, onde cada jovem conta com a supervisão de servidores que atuam como mentores diretos.
“Estamos caminhando para um mês de programa e esse período tem nos trazido muitas reflexões. Os servidores responsáveis por cada jovem têm a cautela e o zelo de transmitir conhecimento de maneira ética e responsável, para que eles possam ter o maior proveito dessa oportunidade”, explicou a gestora.
Ela reforça ainda que, por ser uma instituição pública de alta relevância, a Assembleia Legislativa funciona como um estímulo para que o jovem inicie sua trajetória profissional com uma base sólida sobre a administração pública e o equilíbrio entre os poderes.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Comissão da ALMT retira de pauta projeto que revoga reserva extrativista na Região Norte
A Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou nesta terça-feira (19) a primeira reunião ordinária de 2026. De quatro matérias aptas à discussão e votação, os deputados retiraram de pauta o Projeto de Decreto Legislativo 11/2025, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL).
Essa proposta, susta os efeitos do Decreto nº. 9.521, de 19 de junho de 1996, do Governo do Estado que cria a área da Reserva Extrativista Guariba Roosevelt, localizada nos municípios de Aripuanã e Colniza, totalizando aproximadamente 164 hectares.
O deputado Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que é presidente da comissão, defendeu a revisão de medidas ambientais que, segundo ele, têm prejudicado produtores rurais que ocuparam áreas da região amazônica de boa-fé há décadas. Nininho afirmou que muitas famílias enfrentaram dificuldades históricas, como isolamento, doenças e falta de infraestrutura, para desenvolver a produção rural.
Nininho criticou ainda a criação de reservas e parques sem a devida regularização fundiária e indenização aos moradores, alegando que produtores acabam impedidos de trabalhar e responsabilizados até mesmo por incêndios em áreas protegidas. Ele afirmou também que é necessário conciliar a preservação ambiental com justiça social, garantindo segurança jurídica às famílias que vivem e produzem nessas regiões.
Já o deputado Júlio Campos (União) fez um apelo à Comissão de Revisão Territorial para uma análise com “muito carinho”. Segundo ele, a proposta busca revogar os efeitos do Decreto nº 952/2016, assinado pelo então governador Pedro Taques, que criou a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, no município de Colniza, abrangendo uma área de aproximadamente 164 mil hectares.
Durante a defesa do projeto, Júlio Campos relembrou que a região foi destinada à colonização entre os anos de 1983 e 1986, quando governou Mato Grosso, dentro de uma política federal de ocupação da Amazônia Legal. Segundo ele, mais de 200 famílias foram assentadas na área e permanecem produzindo café, cacau e gado há cerca de 40 anos.
O parlamentar afirmou que muitos produtores enfrentaram dificuldades como malária, isolamento e perdas familiares para permanecer na região e criticou a criação da reserva sobre áreas já ocupadas. “Ninguém quer acabar com a reserva, mas não podemos acabar com os produtores rurais”, declarou, defendendo que a unidade de conservação seja rediscutida em áreas devolutas e sem ocupação produtiva.
Fonte: ALMT – MT
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