CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLÍTICA

Deputado Thiago Silva repudia violência de gênero contra mulheres

Publicado em

POLÍTICA

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) repudiou veementemente nesta quinta-feira (7) a violência de gênero praticada por um servidor público comissionado da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis, empresa vinculada à prefeitura de Rondonópolis, contra a deputada Janaina Riva (MDB) e mais mulheres, em Rondonópolis.

De acordo com relatos em um grupos de WhatsApp da cidade, o servidor proferiu falas agressivas e depreciativas, com cunho sexual, contra a deputada e mais mulheres, o que gerou descontentamento e revolta por boa parte da população.

A deputada fez um boletim de ocorrência contra o servidor, que após a grande repercussão, foi desligado da gestão municipal na manhã de hoje (7). O deputado Thiago lembrou que além de deputada, Janaina é mãe e filha, e é uma verdadeira falta de respeito e ético o fato ocorrido no município. “Cobramos das autoridades competentes uma ação enérgica diante deste caso que tem se repetido contra diversas mulheres da cidade. Meu repúdio às pessoas que tem praticado crime de violência de gênero, e não vamos tolerar este tipo de atitude repugnante”, falou o deputado.

Leia Também:  Pedido de vista durante parecer da CCJR adia votação da mensagem que altera política da pesca

“Se fizeram com a presidente do México, se fazem comigo (violência sexual de gênero e importunação sexual), imagina o que não são capazes de fazer com tantas mulheres que não têm voz nem visibilidade”, afirmou Janaina.

Participantes do grupo de whatsapp, Carolina Machado e Maria Conceição também expressaram que tem sido ofendida virtualmente por servidores públicos municipais frequentemente. Outras mulheres também se manifestaram afirmando que os ataques têm sido corriqueiros, denigrindo a moral das pessoas atacadas. “Me solidarizo com você. Infelizmente a máquina da maldade. Passei por essa tempestade e eles não medem palavras. Tentam de tudo para desconstruir a nossa imagem e atingir a nossa honra”, afirmou uma profissional liberal que preferiu não se identificar.

Ainda no ano passado em Setembro, a Justiça já havia proferido uma sentença contra o ex-servidor, Deliandsom Milton, para que o mesmo apagasse das redes sociais fake news propagados durante a eleição municipal.

Fonte: ALMT – MT

Propaganda

POLÍTICA

CPI da Saúde aprofunda apuração sobre pagamentos indenizatórios e prevê novas oitivas

Publicados

em

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) deu continuidade, nesta quarta-feira (14), à apuração de procedimentos administrativos e pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A reunião ouviu o ex-secretário Gilberto Figueiredo, que respondeu aos questionamentos dos parlamentares sobre pagamentos indenizatórios, reconhecimento de dívidas e recomendações dos órgãos de controle. O atual secretário, Juliano Silva Melo, não compareceu à oitiva.

Entre os principais pontos debatidos estiveram os valores pagos por indenização, a continuidade desse tipo de despesa após a fase mais crítica da pandemia de Covid-19 e os procedimentos adotados pela Secretaria diante das orientações da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

Após a reunião, o deputado Wilson Santos afirmou que as respostas do ex-secretário reforçaram a necessidade de esclarecer os pagamentos indenizatórios, que, segundo ele, ultrapassaram R$ 1,1 bilhão. O parlamentar também questionou o crescimento dessas despesas no período posterior à fase mais crítica da pandemia e citou pagamentos superiores a R$ 140 milhões ao Hospital Israelita Albert Einstein, sobre os quais considera necessário obter explicações.

Leia Também:  Secretaria de Saúde apresenta relatório do 1º quadrimestre à Comissão de Saúde

Em entrevista, Gilberto Figueiredo defendeu os procedimentos adotados durante sua gestão. Segundo ele, pagamentos indenizatórios já eram utilizados na administração estadual e, na área da Saúde, podem ocorrer em situações nas quais a aquisição de um medicamento ou serviço é necessária para garantir o atendimento de pacientes. O ex-secretário também afirmou que suas decisões consideravam as necessidades da assistência pública e que não manteve acordos ilícitos com empresas.

Foto: Helder Faria

A oitiva também abordou o cumprimento das recomendações dos órgãos de controle e a responsabilidade pelas decisões administrativas. Figueiredo declarou que, em determinadas situações, considerou necessário ponderar as orientações recebidas diante das necessidades dos pacientes. Já Wilson Santos avaliou que persistem dúvidas sobre os procedimentos e os valores envolvidos, que deverão ser considerados no andamento da investigação.

Comissão prevê novos encaminhamentos – A ausência do atual secretário de Saúde também esteve entre os assuntos tratados após a reunião. Wilson Santos informou que seria encaminhado pedido ao desembargador Marcos Machado para buscar a determinação judicial do comparecimento de Juliano Silva Melo, após sucessivos adiamentos. O deputado afirmou ainda que a CPI pretende ouvir outros agentes públicos, conforme a avaliação dos depoimentos e documentos reunidos.

Leia Também:  Cantora Renata Crizanto apresenta show autoral no Teatro Zulmira nesta sexta

A comissão segue com a análise dos procedimentos investigados e a programação de novas oitivas. O prazo de funcionamento foi prorrogado, com previsão de encerramento dos trabalhos em janeiro de 2027.

Participaram da reunião os deputados Chico Guarnieri (PRD), vice-presidente da CPI; Beto Dois a Um (União), relator; e Dilmar Dal Bosco (União), membro titular.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA