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Deputado Thiago cobra pavimentação na rodovia MT-383 entre Naboreiro e Jarudore

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Na tribuna, durante sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na última semana (14), o deputado estadual Thiago Silva (MDB) cobrou do governo a conclusão da pavimentação asfáltica da rodovia MT-383, no trecho entre a comunidade rural do Naboreiro, em Rondonópolis, até o distrito de Jarudore, em Poxoréu. A extensão total do percurso é de 18 km.

“Este é um pedido das comunidades rurais, lideranças comunitárias e vereadores ali da região. [A conclusão da pavimentação] vai ser muito importante para o escoamento da produção, trará mais segurança, mais qualidade de vida para milhares de pessoas que plantam e tiram do campo o seu sustento, dos pecuaristas que criam seu gado e todos os moradores daquela importante região”, argumentou o deputado estadual.

Thiago Silva lembrou a pavimentação asfáltica entregue pelo governo do estado, no trecho entre o início da rodovia estadual MT-270 até a comunidade do Naboreiro. “Foi um avanço. Agora faltam menos de 20 km e esta conclusão também precisa ocorrer”, disse.

Entregas – No último dia 10, Thiago Silva integrou o time de lideranças políticas que realizou a entrega de 123 km de estradas pavimentadas em Rondonópolis e região, acompanhado do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União). A entrega teve início justamente pela MT-383, de Rondonópolis à região rural do Naboreiro. A rodovia estadual teve 27,9 km asfaltados, passando pela região das Três Pontes. O investimento foi de R$ 51 milhões. O nome dado à rodovia faz homenagem a Shigueru Kawamura, pioneiro na região.

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Em seguida, o Governo de Mato Grosso entregou o asfalto de 42 km da MT-471 até o Assentamento Carimã, o asfaltamento de 29 km da MT-471 até a Comunidade do Miau e 23,9 km da MT-459 entre Pedra Preta e o Terminal Ferroviário de Rondonópolis. O investimento total nessas obras chega a R$ 184 milhões.

Thiago Silva destacou a importância da pavimentação das estradas para o desenvolvimento, trazendo mais qualidade de vida, infraestrutura, agilidade logística e possibilidade de mais crescimento, emprego e renda para Rondonópolis e região.

“Quero parabenizar o governador pelo trabalho prestado por toda Rondonópolis. Esta entrega traz mais desenvolvimento, mais progresso, e é isso que a nossa cidade precisa. Esta é a marca de um governo que realmente fez e vai continuar fazendo muito mais”, disse.

Além de beneficiar pequenos, médios e grandes produtores, as obras são importantes para o desenvolvimento de Rondonópolis. O Assentamento Carimã, por exemplo, é uma região com um grande complexo turístico, com cachoeiras, trilhas e balneários.

Fonte: ALMT – MT

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TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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