CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLÍTICA

Comissão de Direitos Humanos vota mais de 70 matérias em reunião ordinária

Publicado em

POLÍTICA

A Comissão de Direitos Humanos, Defesa dos Direitos da Mulher, Cidadania e Amparo à Criança, Adolescente e Idoso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) analisou 75 matérias na primeira reunião ordinária do colegiado de 2024, realizada na tarde de segunda-feira (17).

Entre as propostas aprovadas no encontro, está o Projeto de Lei nº 2228/2023, que pretende criar campanhas de incentivo a visitas à instituições como asilos e abrigos de idosos. Também voltado para a população idosa do estado, o Projeto de Lei nº 163/2024 prevê que esse público tenha direito a condições especiais na negociação de dívidas.

“Eu agradeço ao deputado Dr. Eugênio (PSB) e ao deputado Juca do Guaraná (MDB) que ajudaram e compareceram de forma online para aprovar parecer para esses mais de 70 projetos, que agora vão ao plenário. É muito importante que a Comissão faça o seu trabalho, para que o plenário possa receber esses projetos”, afirmou o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Gilberto Cattani (PL).

O parlamentar também lembrou que o colegiado já havia se reunido este ano para deliberação de matérias. “Nós fizemos uma reunião extraordinária nas dependências do plenário na última quarta-feira. Votamos também lá vários projetos de resolução, que estavam todos represados e precisavam ser votados”, disse Cattani. Ele também apontou que a comissão está à disposição para receber demandas de discussão de algum tema relativo ao alcance da comissão permanente da Casa de Leis.

Leia Também:  Deputado Barranco cobra explicações da SES sobre contratos de R$ 13,8 milhões com empresa investigada

Das matérias apreciadas nesta segunda, receberam parecer pela rejeição os PLs nº 756/2023, 774/2024, 1715/2023, 1890/2023, 2312/2023, 655/2024 e 804/2024.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

Propaganda

POLÍTICA

Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

Publicados

em

Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

Leia Também:  Grupo pede ajuda à ALMT para garantir investimentos em creches no estado

Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

Leia Também:  Semana de Conscientização sobre Esquizofrenia deve difundir informações e quebrar tabus

Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA