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Assembleia Legislativa lamenta morte do jornalista Edivaldo Ribeiro

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A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) lamenta profundamente o falecimento do jornalista Edivaldo Ribeiro, aos 82 anos, ocorrido neste domingo (13), em decorrência de câncer de pulmão.

Natural de Santo Anastácio, no interior de São Paulo, Edivaldo iniciou sua trajetória profissional em 1963, no norte do Paraná, atuando em diversas emissoras de rádio e televisão.

Em 1972, mudou-se para Campo Grande (MS), onde passou a apresentar programas esportivos na TV Morena. Quatro anos depois, chegou a Cuiabá, cidade em que consolidou-se na profissão. Trabalhou na rádio A voz do Oeste, foi âncora na TV Brasil Oeste e na TV Gazeta, no comando dos programas Revista da manhã e O povo reclama. Além disso, teve passagens marcantes por emissoras de rádio como Cultura, Cidade FM e CBN Cuiabá. Por mais de sete anos, esteve à frente do programa Cadeia neles, da TV Vila Real, líder de audiência no horário do almoço.

“Foi uma referência na comunicação mato-grossense. Edivaldo enfrentava um câncer de pulmão e deixa um legado de compromisso, seriedade e amor pela informação. Minha solidariedade à família, amigos e colegas neste momento de dor”, lamentou o presidente da ALMT, deputado Max Russi.

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Fonte: ALMT – MT

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Procuradoria da ALMT emite parecer para investigar Albert Einstein e OSS de Cáceres na CPI da Saúde

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) deu mais um passo para ampliar o foco das investigações sobre contratos e gestão da saúde pública estadual. Durante reunião realizada nesta quarta-feira (13), a Procuradoria da Casa de Leis apresentou parecer favorável à ampliação do escopo temporal da comissão, permitindo que os deputados avancem na análise de fatos relacionados aos anos de 2024 e 2025.

A medida abre caminho para inclusão de novas frentes investigativas que envolvem a atuação da Organização Social de Saúde (OSS) no Hospital Regional de Cáceres e os pagamentos realizados à Sociedade Beneficente Hospital Israelita Albert Einstein pela administração do Hospital Central de Cuiabá, no período de maio a dezembro de 2025, sendo que a unidade entrou em funcionamento somente em janeiro de 2026.

O parecer foi apresentado durante reunião da CPI da Saúde, presidida pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), e representa o primeiro passo para o andamento dos trâmites internos necessários à inclusão formal das solicitações feitas pelos deputados estaduais Max Russi (Pode) e Dejamir Soares (PSDB). Segundo o procurador da Assembleia Legislativa, Francisco Edmilson Brito Junior, a manifestação jurídica considerou que os novos fatos possuem relação direta com o objeto original da CPI.

“A procuradoria recebeu o requerimento do deputado Wilson Santos para ampliação do escopo da CPI da Saúde. Foi solicitado a possibilidade de estender a investigação em relação aos anos de 2024 e 2025, tendo em vista que a CPI vai de 2019 a 2023. Neste parecer, a procuradoria deu parecer favorável, considerando a doutrina e a jurisprudência, por atender requisitos como pertinência temática, conexão lógica e vínculo material com o fato determinado originário”, posicionou o procurador.

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Durante a explanação, Francisco salientou que é necessária aprovação do parecer da procuradoria pelos membros da CPI, elaboração e apresentação de requerimento formal e registro em ata. Caso o colegiado decida pela não ampliação, o requerimento deverá ser encaminhado ao plenário da Assembleia Legislativa para decisão final.

Wilson Santos afirmou que as novas denúncias apresentadas à comissão, envolvem contratos que precisam de esclarecimentos públicos e aprofundamento técnico. “São duas sugestões que recebemos. O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, quer que a gente investigue a presença da OSS que chegou recentemente ao Hospital Regional de Cáceres, e o enfermeiro Dejamir Soares quer saber também porque o governo pagou cerca de R$ 190 milhões à Sociedade Beneficente Albert Einstein, em um período que o Hospital Central de Mato Grosso estava fechado”, afirmou o parlamentar.

O Hospital Central de Cuiabá foi inaugurado em 19 de dezembro de 2025 e entrou em funcionamento oficialmente em 19 de janeiro de 2026. “Agora, esse tema pode estar dentro da CPI da Saúde, sendo preciso seguir os trâmites da Casa de Leis para a inclusão oficial. A CPI pode ficar ampliada até dezembro de 2025. Já temos oito assinaturas favoráveis à investigação. Recebi a denúncia e levei aos demais membros da comissão para as devidas decisões”, explica o deputado.

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O presidente da CPI da Saúde confirmou que a denúncia relacionada à atuação da OSS Agir no Hospital Regional de Cáceres também será analisada pela comissão. “Não é possível que a SES tenha permitido isso sem justificativa plausível. Vamos apresentar requerimento para que preste esclarecimentos. Tem que haver alguma lógica para pagamentos dessa magnitude com o hospital ainda fechado. E nós vamos cobrar essas explicações”, finaliza.

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, destacou a importância da ampliação das investigações e afirmou que a CPI tem papel fundamental para garantir transparência na aplicação dos recursos públicos da saúde estadual. Ele descreveu que é preciso o acompanhamento rigoroso dos contratos e da atuação das organizações sociais para que a comissão apresente respostas claras à sociedade, especialmente diante do impacto direto dos serviços de saúde na vida da população mato-grossense.

Fonte: ALMT – MT

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